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dez 08

SANTA CATARIA LABOURÉ E A MEDALHA MILAGROSA – PARTE IV

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HISTÓRIA DE SANTA CATARINA LABOURÉ E NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA –

PARTE IV –

*Por Viviane Gonçalves Noel - 

No dia 30 de junho de 1832, as primeiras 1.500 medalhas foram entregues para as religiosas Filhas da Caridade, que as distribuíram para os doentes, vítimas dos flagelos de uma terrível epidemia de cólera que atingiu Paris. No mesmo momento da distribuição, a peste retrocedeu! Começaram, então, as graças de conversão, proteção e cura.

Em poucos anos, a medalha ficou mundialmente conhecida. Em 1836, mais de dois milhões de medalhas haviam sido cunhadas. Foi o próprio povo que lhe deu o nome de Medalha Milagrosa ou Medalha de Nossa Senhora das Graças.

O arcebispo de Paris, Dom Quélen, ordenou um inquérito oficial sobre os efeitos da Medalha Milagrosa, tendo como conclusão as seguintes palavras: “A rápida propagação, o grande número de medalhas cunhadas e distribuídas, os admiráveis benefícios e as graças singulares obtidas parecem sinais do Céu, que confirmam a realidade das aparições, a veracidade das narrativas da vidente e a difusão da medalha”.

Desde 1830, a invocação “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós” passou a ser repetida por cristãos do mundo inteiro. Mas só em 8 de dezembro de 1854, o papa Pio IX proclamou o dogma da Imaculada Conceição. Em 1858, nas aparições em Lourdes, a própria Mãe proclamou: “Eu sou a Imaculada Conceição”.

Em 1894, o papa Leão XIII aprovou a missa da festa de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, celebrada no dia da segunda aparição de Nossa Senhora a Santa Catarina, dia 27 de novembro.

Em 1947, o papa Pio XII declarou Catarina santa!

Viva Santa Catarina Labouré!

Viva Nossa Senhora das Graças!

Viva a Medalha Milagrosa!

Não desperdicemos tantas graças, usemos com devoção e amor a Medalha Milagrosa!

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*Viviane Gonçalves Noel, é formada em Pedagogia, pela Universidade Católica de Petrópolis e pós-graduada em Espiritualidade, Ecologia e Educação - uma abordagem transdisciplinar, pelo Instituto Teológico Franciscano. Trabalha com a criação de poesias e crônicas personalizadas para as mais diversas ocasiões. Em dezembro de 2014, lançou seu primeiro livro: Francisco de Assis e a Profunda Poesia de Ser Parte da Natureza, pela Editora Chiado. Em maio de 2015, lançou, de forma independente, seu segundo livro, o infantil: O Travesseiro Mágico.

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