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dez 06

SANTA CATARIA LABOURÉ E A MEDALHA MILAGROSA – PARTE III

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HISTÓRIA DE SANTA CATARINA LABOURÉ E NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA –

PARTE III - 

*Por Viviane Gonçalves Noel -

Às dezessete horas e trinta minutos, em dezembro de 1830, Catarina estava em oração quando ouviu pela última vez o barulho de um traje de seda se aproximando. Eis que a Mãe apareceu, novamente, com os mesmos raios luminosos, junto ao tabernáculo, confirmando a missão de Catarina: cunhar a medalha!

Catarina reparou que, de algumas pedras dos anéis de Nossa Senhora, não saiam raios. Maria lhe esclareceu: “Estas pedras das quais não sai luz são as graças que os homens se esquecem de me pedir”.

O que estamos esperando para colocar aos pés de Maria nossas mais ardentes necessidades? Como podemos nos esquecer de confiar nossos pedidos a essa Mãe tão amorosa?

Eu sou testemunha das infinitas graças que Nossa Senhora, generosamente, distribui. Basta que tenhamos fé e perseverança! Foram muitos os momentos de minha vida em que pude contar com o auxílio de Maria, através do uso da Medalha Milagrosa. Qualquer necessidade ou desejo que brote verdadeiramente do coração é passível da graça e da intercessão de nossa Mãe!

Catarina, enfim, recebeu o hábito e, no dia 5 de fevereiro, chegou a um asilo num bairro pobre de Paris, onde cuidou dos miseráveis, anciãos e feridos de guerra por quarenta e seis anos.

Na última aparição, Maria havia orientado Catarina a buscar ajuda de seu confessor, o padre Aladel, para a confecção da medalha. No início, ele não acreditou em Catarina. Ela, porém, passou dois anos insistindo, o que fez com que o padre procurasse o arcebispo de Paris que, em 20 de junho de 1832, autorizou a cunhagem de duas mil medalhas.

Aguardemos a última parte dessa fascinante história de fé e devoção!

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*Viviane Gonçalves Noel, é formada em Pedagogia, pela Universidade Católica de Petrópolis e pós-graduada em Espiritualidade, Ecologia e Educação - uma abordagem transdisciplinar, pelo Instituto Teológico Franciscano. Trabalha com a criação de poesias e crônicas personalizadas para as mais diversas ocasiões. Em dezembro de 2014, lançou seu primeiro livro: Francisco de Assis e a Profunda Poesia de Ser Parte da Natureza, pela Editora Chiado. Em maio de 2015, lançou, de forma independente, seu segundo livro, o infantil: O Travesseiro Mágico.

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