Lisaac

Sementes de vida, ������© tempo de semear

«

»

dez 04

SANTA CATARIA LABOURÉ E A MEDALHA MILAGROSA – PARTE II

primeira-aparicao

HISTÓRIA DE SANTA CATARINA LABOURÉ E NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA –

PARTE II –

*Por Viviane Gonçalves Noel - 

Catarina seguiu tendo visões com a imagem do coração de São Vicente de Paulo e até mesmo de Jesus no Santíssimo Sacramento do altar. Catarina só não tinha, ainda, visto a dona de seus desejos mais amorosos, objeto de suas orações perseverantes levadas ao Pai: Nossa Senhora!

Mas eis que, às onze horas e trinta minutos da noite de 18 de julho de 1830, na véspera de um dia importantíssimo, o dia de São Vicente de Paulo, Catarina ouviu chamá-la, era um menino pequeno, vestido de branco, seu anjo da guarda! Ele a conduziu até a capela, especificamente ao presbitério, ao lado da cadeira de braços do sacerdote e lhe disse: “Eis a Santíssima Virgem”!

Catarina se jogou aos pés de Maria e apoiou as mãos nos joelhos da Mãe, com a intimidade de uma filha! Ela própria relatou: “Ali se passou o mais doce momento de minha vida. Não me seria possível dizer tudo o que senti. Ela me disse como eu devia me conduzir em relação ao meu diretor espiritual e várias coisas mais”.

Num sábado, às dezessete horas e trinta minutos do dia 27 de novembro de 1830, Catarina recebeu a segunda visita da Mãe. Catarina encontrava-se em oração na capela, quando ouviu um barulho de traje de seda se aproximando. Maria apareceu vestida de seda branca, com um véu também branco, seus pés estavam apoiados na metade de um globo, esmagando uma serpente. De suas mãos postas para baixo, como quem abençoa a humanidade, saiam raios brilhantes, especificamente dos anéis em seus dedos. Catarina ouviu então: “Este globo que vês representa o mundo inteiro, especialmente a França, e cada pessoa em particular. Os raios são o símbolo das graças que derramo sobre as pessoas que mais pedem”.

 Nessa mesma aparição, formou-se em torno da Virgem um quadro oval com a seguinte frase em letras de ouro: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”. Então, Catarina ouviu o seguinte pedido da Mãe: “Fazei cunhar uma medalha conforme este modelo. Todas as pessoas que a trouxerem consigo, usando-a em torno do pescoço, receberão grandes graças. Elas serão abundantes para todos que a usarem com confiança”.

Instantes depois, o quadro se virou. Na outra face, a letra “M” com uma cruz em cima e dois corações embaixo. O coração da esquerda estava cercado de espinhos e, o da direita, transpassado por uma espada. Doze estrelas distribuídas em forma oval cercavam esse lado do quadro.

Aguardemos a parte três dessa história de amor e infinitas graças!

_______________________________________________
*Viviane Gonçalves Noel, é formada em Pedagogia, pela Universidade Católica de Petrópolis e pós-graduada em Espiritualidade, Ecologia e Educação - uma abordagem transdisciplinar, pelo Instituto Teológico Franciscano. Trabalha com a criação de poesias e crônicas personalizadas para as mais diversas ocasiões. Em dezembro de 2014, lançou seu primeiro livro: Francisco de Assis e a Profunda Poesia de Ser Parte da Natureza, pela Editora Chiado. Em maio de 2015, lançou, de forma independente, seu segundo livro, o infantil: O Travesseiro Mágico.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Apoio: