Lisaac

Sementes de vida, ������© tempo de semear

Arquivo por categoria: REFLEXÕES

dez 08

SANTA CATARIA LABOURÉ E A MEDALHA MILAGROSA – PARTE IV

medalha-milagrosa-2

HISTÓRIA DE SANTA CATARINA LABOURÉ E NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA –

PARTE IV –

*Por Viviane Gonçalves Noel - 

No dia 30 de junho de 1832, as primeiras 1.500 medalhas foram entregues para as religiosas Filhas da Caridade, que as distribuíram para os doentes, vítimas dos flagelos de uma terrível epidemia de cólera que atingiu Paris. No mesmo momento da distribuição, a peste retrocedeu! Começaram, então, as graças de conversão, proteção e cura.

Em poucos anos, a medalha ficou mundialmente conhecida. Em 1836, mais de dois milhões de medalhas haviam sido cunhadas. Foi o próprio povo que lhe deu o nome de Medalha Milagrosa ou Medalha de Nossa Senhora das Graças.

O arcebispo de Paris, Dom Quélen, ordenou um inquérito oficial sobre os efeitos da Medalha Milagrosa, tendo como conclusão as seguintes palavras: “A rápida propagação, o grande número de medalhas cunhadas e distribuídas, os admiráveis benefícios e as graças singulares obtidas parecem sinais do Céu, que confirmam a realidade das aparições, a veracidade das narrativas da vidente e a difusão da medalha”.

Desde 1830, a invocação “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós” passou a ser repetida por cristãos do mundo inteiro. Mas só em 8 de dezembro de 1854, o papa Pio IX proclamou o dogma da Imaculada Conceição. Em 1858, nas aparições em Lourdes, a própria Mãe proclamou: “Eu sou a Imaculada Conceição”.

Em 1894, o papa Leão XIII aprovou a missa da festa de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, celebrada no dia da segunda aparição de Nossa Senhora a Santa Catarina, dia 27 de novembro.

Em 1947, o papa Pio XII declarou Catarina santa!

Viva Santa Catarina Labouré!

Viva Nossa Senhora das Graças!

Viva a Medalha Milagrosa!

Não desperdicemos tantas graças, usemos com devoção e amor a Medalha Milagrosa!

_________________________________________________________
*Viviane Gonçalves Noel, é formada em Pedagogia, pela Universidade Católica de Petrópolis e pós-graduada em Espiritualidade, Ecologia e Educação - uma abordagem transdisciplinar, pelo Instituto Teológico Franciscano. Trabalha com a criação de poesias e crônicas personalizadas para as mais diversas ocasiões. Em dezembro de 2014, lançou seu primeiro livro: Francisco de Assis e a Profunda Poesia de Ser Parte da Natureza, pela Editora Chiado. Em maio de 2015, lançou, de forma independente, seu segundo livro, o infantil: O Travesseiro Mágico.

dez 06

SANTA CATARIA LABOURÉ E A MEDALHA MILAGROSA – PARTE III

nossa-senhora-das-gracas-4

HISTÓRIA DE SANTA CATARINA LABOURÉ E NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA –

PARTE III - 

*Por Viviane Gonçalves Noel -

Às dezessete horas e trinta minutos, em dezembro de 1830, Catarina estava em oração quando ouviu pela última vez o barulho de um traje de seda se aproximando. Eis que a Mãe apareceu, novamente, com os mesmos raios luminosos, junto ao tabernáculo, confirmando a missão de Catarina: cunhar a medalha!

Catarina reparou que, de algumas pedras dos anéis de Nossa Senhora, não saiam raios. Maria lhe esclareceu: “Estas pedras das quais não sai luz são as graças que os homens se esquecem de me pedir”.

O que estamos esperando para colocar aos pés de Maria nossas mais ardentes necessidades? Como podemos nos esquecer de confiar nossos pedidos a essa Mãe tão amorosa?

Eu sou testemunha das infinitas graças que Nossa Senhora, generosamente, distribui. Basta que tenhamos fé e perseverança! Foram muitos os momentos de minha vida em que pude contar com o auxílio de Maria, através do uso da Medalha Milagrosa. Qualquer necessidade ou desejo que brote verdadeiramente do coração é passível da graça e da intercessão de nossa Mãe!

Catarina, enfim, recebeu o hábito e, no dia 5 de fevereiro, chegou a um asilo num bairro pobre de Paris, onde cuidou dos miseráveis, anciãos e feridos de guerra por quarenta e seis anos.

Na última aparição, Maria havia orientado Catarina a buscar ajuda de seu confessor, o padre Aladel, para a confecção da medalha. No início, ele não acreditou em Catarina. Ela, porém, passou dois anos insistindo, o que fez com que o padre procurasse o arcebispo de Paris que, em 20 de junho de 1832, autorizou a cunhagem de duas mil medalhas.

Aguardemos a última parte dessa fascinante história de fé e devoção!

______________________________________________________
*Viviane Gonçalves Noel, é formada em Pedagogia, pela Universidade Católica de Petrópolis e pós-graduada em Espiritualidade, Ecologia e Educação - uma abordagem transdisciplinar, pelo Instituto Teológico Franciscano. Trabalha com a criação de poesias e crônicas personalizadas para as mais diversas ocasiões. Em dezembro de 2014, lançou seu primeiro livro: Francisco de Assis e a Profunda Poesia de Ser Parte da Natureza, pela Editora Chiado. Em maio de 2015, lançou, de forma independente, seu segundo livro, o infantil: O Travesseiro Mágico.

dez 04

SANTA CATARIA LABOURÉ E A MEDALHA MILAGROSA – PARTE II

primeira-aparicao

HISTÓRIA DE SANTA CATARINA LABOURÉ E NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA –

PARTE II –

*Por Viviane Gonçalves Noel - 

Catarina seguiu tendo visões com a imagem do coração de São Vicente de Paulo e até mesmo de Jesus no Santíssimo Sacramento do altar. Catarina só não tinha, ainda, visto a dona de seus desejos mais amorosos, objeto de suas orações perseverantes levadas ao Pai: Nossa Senhora!

Mas eis que, às onze horas e trinta minutos da noite de 18 de julho de 1830, na véspera de um dia importantíssimo, o dia de São Vicente de Paulo, Catarina ouviu chamá-la, era um menino pequeno, vestido de branco, seu anjo da guarda! Ele a conduziu até a capela, especificamente ao presbitério, ao lado da cadeira de braços do sacerdote e lhe disse: “Eis a Santíssima Virgem”!

Catarina se jogou aos pés de Maria e apoiou as mãos nos joelhos da Mãe, com a intimidade de uma filha! Ela própria relatou: “Ali se passou o mais doce momento de minha vida. Não me seria possível dizer tudo o que senti. Ela me disse como eu devia me conduzir em relação ao meu diretor espiritual e várias coisas mais”.

Num sábado, às dezessete horas e trinta minutos do dia 27 de novembro de 1830, Catarina recebeu a segunda visita da Mãe. Catarina encontrava-se em oração na capela, quando ouviu um barulho de traje de seda se aproximando. Maria apareceu vestida de seda branca, com um véu também branco, seus pés estavam apoiados na metade de um globo, esmagando uma serpente. De suas mãos postas para baixo, como quem abençoa a humanidade, saiam raios brilhantes, especificamente dos anéis em seus dedos. Catarina ouviu então: “Este globo que vês representa o mundo inteiro, especialmente a França, e cada pessoa em particular. Os raios são o símbolo das graças que derramo sobre as pessoas que mais pedem”.

 Nessa mesma aparição, formou-se em torno da Virgem um quadro oval com a seguinte frase em letras de ouro: “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”. Então, Catarina ouviu o seguinte pedido da Mãe: “Fazei cunhar uma medalha conforme este modelo. Todas as pessoas que a trouxerem consigo, usando-a em torno do pescoço, receberão grandes graças. Elas serão abundantes para todos que a usarem com confiança”.

Instantes depois, o quadro se virou. Na outra face, a letra “M” com uma cruz em cima e dois corações embaixo. O coração da esquerda estava cercado de espinhos e, o da direita, transpassado por uma espada. Doze estrelas distribuídas em forma oval cercavam esse lado do quadro.

Aguardemos a parte três dessa história de amor e infinitas graças!

_______________________________________________
*Viviane Gonçalves Noel, é formada em Pedagogia, pela Universidade Católica de Petrópolis e pós-graduada em Espiritualidade, Ecologia e Educação - uma abordagem transdisciplinar, pelo Instituto Teológico Franciscano. Trabalha com a criação de poesias e crônicas personalizadas para as mais diversas ocasiões. Em dezembro de 2014, lançou seu primeiro livro: Francisco de Assis e a Profunda Poesia de Ser Parte da Natureza, pela Editora Chiado. Em maio de 2015, lançou, de forma independente, seu segundo livro, o infantil: O Travesseiro Mágico.

dez 02

SANTA CATARIA LABOURÉ E A MEDALHA MILAGROSA – PARTE I

santa-catarina-laboure

HISTÓRIA DE SANTA CATARINA LABOURÉ E NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA –

PARTE I –

*Por Viviane Gonçalves Noel -

Em textos curtos, divididos em quatro partes (inspirados no Devocionário a Nossa Senhora das Graças, da Editora Canção Nova), falarei um pouco sobre a relação de Santa Catarina Labouré com Nossa Senhora das Graças, bem como sobre o fruto dessa relação: a Medalha Milagrosa.

Esse tema me é muito caro, uma vez que, em situações bastante tensas (assalto à mão armada, cirurgia e tantos outros momentos), tive claramente a presença de Maria agindo por meio da Medalha Milagrosa.

Toda a história da Medalha Milagrosa começou com Catarina Labouré, que nasceu na França, em 2 de maio de 1806. Catarina tinha apenas nove anos quando sua mãe faleceu.

 Diante de tamanha dor, Catarina, em prantos, subiu em uma cadeira para alcançar a imagem de Nossa Senhora e, abraçando-a, disse: “Agora, tu serás minha mamãe”. A partir desse momento, Catarina passou a rezar constantemente, pedindo a graça de ver Nossa Senhora. E tinha muita confiança de que seria atendida!

Catarina não se deteve apenas em orações, mas visitava os doentes, auxiliava os pobres, cuidava da casa. Sentia um chamado forte em seu coração, mas não tinha clareza sobre o que Deus queria para sua vida.

Anos se passaram. Certa noite, Catarina sonhou com um padre misterioso, que lhe falou da beleza e da alegria que era cuidar dos doentes, afirmando que o bom Deus tinha desígnios sobre ela, que ela não se esquecesse disso!

Um dia, Catarina foi à Casa das Filhas da Caridade e notou que havia na parede uma fotografia do padre que lhe aparecera em sonho. Uma irmã lhe explicou que se tratava do pai das Filhas da Caridade, São Vicente de Paulo. Catarina, então, entendeu o desígnio de Deus: ela seria Filha da Caridade!

Catarina passou por muito sofrimento, até que seu pai se rendeu aos desígnios de Deus e a permitiu entrar no noviciado das Filhas da Caridade, em 21 de abril de 1830, na Rue du Bac, em Paris. Hoje, nesse local, fica a Capela Nossa Senhora da Medalha Milagrosa.

Aguardemos a parte dois dessa apaixonante história de amor e confiança nos desígnios de Deus!

___________________________________________
*Viviane Gonçalves Noel, é formada em Pedagogia, pela Universidade Católica de Petrópolis e pós-graduada em Espiritualidade, Ecologia e Educação - uma abordagem transdisciplinar, pelo Instituto Teológico Franciscano. Trabalha com a criação de poesias e crônicas personalizadas para as mais diversas ocasiões. Em dezembro de 2014, lançou seu primeiro livro: Francisco de Assis e a Profunda Poesia de Ser Parte da Natureza, pela Editora Chiado. Em maio de 2015, lançou, de forma independente, seu segundo livro, o infantil: O Travesseiro Mágico.

nov 22

POEMAS SELECIONADOS

FREI ARIOVALDO -3

SONHOS DE UMA CRISÁLIDA

(Frei José Ariovaldo da Silva, OFM – 18.10.2016)

Este mundo é como um casulo

protegido, cuidado, afagado,

às vezes um tanto maltratado.

Nele sou como uma crisálida

à espera do momento certo

de voar como uma borboleta.

O casulo é também meu corpo

cuja crisálida, apressadinha,

louca por voar, antes do tempo,

maltrata-o exigindo afagos,

cuidado, proteção, passatempo.

E assim vivo nesse meio tempo,

entre a crisálida e a borboleta,

sonhando o mais belo jardim

que Deus preparou pra mim.

ESTADO DE GRAÇA

No meio deste universo imenso,

não passo de um cocozinho de mosquito.

Mas isso que é bonito!

Do pluriverso, a perder de vista, faço parte,

membro da poeira cósmica,

dessa misteriosa irmandade, destarte,

sou da família do infinito.

É bonito!

E quem tudo, tudo, criou

se fez igualzinho a mim,

simplesmente eu,

que me habito.

Isso que é bonito!

Sou, agora, a perene escritura,

o amém sem rasura

do Amor infinito.

É demais!

É bonito!

______________________________________________________
*Frei José Ariovaldo da Silva é frade franciscano (OFM); doutor em Liturgia pelo Pontifício Instituto Litúrgico de Roma; professor do Instituto Teológico Franciscano (Petrópolis, RJ); membro da equipe de reflexão da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB; membro do Centro de Liturgia “Dom Clemente Isnard”, ligado ao Instituto Pio XI (UNISAL – São Paulo); foi membro da Comissão para Acabamento da Basílica de Aparecida; assessor de Liturgia, conferencista, escritor.

nov 12

O DIZER DO POETA!

FREI ARIOVALDO -3

NOSSA SINA (06.10.2016) – 

*Por Frei José Ariovaldo da Silva, ofm – 

Quis o destino:

Brasileiros generosos,

pouco gananciosos,

nós o somos, 

tudo damos,

entregamos!...

Padrão nosso cultural,

nossa sina?!...

Nosso pau Brasil,

nosso ouro e mais minérios, 

nossa borracha,

lá se foram!...

Lá se vão nossas florestas, 

nossa fauna, lá se vai,

e até nossa boa água...

O aquífero Guarani ainda é nosso?...

E o nosso falado pré-sal?...

Lá quase se foi o nosso índio...

Nossa honra, dignidade, 

lá se foram, lá se vão!... 

E continuamos bobamente

a ver navios?

Será essa nossa sina?

Na voz do poeta Castro Alves,

da atual senzala hoje eu clamo:

“Deus, ó Deus, onde estás que não respondes?

Em que mundo, em que estrela tu te escondes

embuçado nos céus?”

Deste meu Brasil da “Ordem e Progresso”,

resta-me apenas a esperança estimulante 

da voz futura do Supremo Tribunal Infinito,

a tapar a boca desses temíveis senhores 

da modernidade escravocrata, ardilosos,

de todos, os mais terríveis impostores,

e transformando, enfim, em glória eterna

o meu grito.

Tenho dito!

out 30

O IMPORTANTE É O DIÁLOGO

dois-loucos

CONVERSA DE DOIS LOUCOS

 *(Frei José Ariovaldo da Silva, OFM - 14.10.2016)

É verdade.

Não é.

 

É, sim.     

Não.

 

Verdade, sim.

Não apareceu no jornal.

 

Verdade.

Nem na televisão.

 

Verdade.

Nem na internet.

 

Verdade.

Nem nas redes sociais.

 

E, então?

Não é verdade.

 

O que é, pois?

Me diga você.

 

Apenas você.

Mas não sou celebridade.

 

Perdemos de vista.

O que?

 

A verdade.

Como assim?

 

Por trás do nosso ego.

Ego?

 

Suas manhas e mentiras.

Sinto-me estranho.

 

É verdade.

Como que à deriva.

 

Dependente.

Dono de nada.

 

É verdade.

Entendi.

______________________________________________________
*Frei José Ariovaldo da Silva é frade franciscano (OFM); doutor em Liturgia pelo Pontifício Instituto Litúrgico de Roma; professor do Instituto Teológico Franciscano (Petrópolis, RJ); membro da equipe de reflexão da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB; membro do Centro de Liturgia “Dom Clemente Isnard”, ligado ao Instituto Pio XI (UNISAL – São Paulo); foi membro da Comissão para Acabamento da Basílica de Aparecida; assessor de Liturgia, conferencista, escritor.
 

set 28

AQUI COMEÇA UMA VERDADEIRA SAGA

cacadores-de-bons-exemplos

CAÇADORES DE BONS EXEMPLOS –

*Por Luiz Antonio de Moura –

            Quase todos os meios de comunicação estão envolvidos com a divulgação de notícias. Notícias que, impreterivelmente, falam de guerras, mortes, doenças, corrupção, desastres naturais, tráfico humano e de drogas, assassinatos, discórdias em família, preconceitos, intolerâncias, crises políticas e econômicas, enfim... só coisas ruins. Fatos que, bem analisados, são de tirar a crença no futuro da humanidade e, por que não dizer, na própria divindade. É isso o que a mídia tem para mostrar, ou então, um marketing ilusório, passando ao largo de toda a realidade vivida pela grande massa popular.

            O fato concreto é que, poucos são os veículos de comunicação que mostram as coisas boas que existem, não apenas no mundo, mas, no próprio Brasil, do qual muita gente boa prefere distância, para não se envolver com nada de muito sério. Sério mesmo, dizem, já basta a minha vida!

            E assim, geração após geração, vamos caminhando e esperando pelo tão falado “país do futuro”, uma utopia que nunca chega. Nunca chega, porque já está no meio de nós.

            Recentemente, numa rara oportunidade, assisti a um programa de televisão no qual apresentavam um documentário sobre o trabalho de um casal que, há alguns anos atrás, decidiu partir Brasil afora, em busca de bons exemplos. O nome do projeto é bastante sugestivo: CAÇADORES DE BONS EXEMPLOS.

            Iara e Eduardo[1] saíram em busca de tudo de bom que o ser humano é capaz de fazer por si e por seus semelhantes e o resultado é a catalogação de mais de 1000 (mil) casos, na verdade, 1150 casos de bons exemplos.

            Por email, entrei em contato com eles e pedi autorização para divulgar, aqui no blog, tudo o que eles viram, ouviram e registraram por este nosso país riquíssimo de bons e atuantes espíritos. Pessoas que, ainda que não sejam canonizadas, vivem de forma santa, dedicando-se ao trabalho em favor de quem nada possui, muitas vezes, nem esperança.

            Apesar do site que o casal desenvolveu para dar visibilidade ao trabalho  – www.cacadoresdebonsexemplos.com.br – pareceu-me boa a ideia de criar uma página especial – BONS EXEMPLOS: VIDA, DECISÃO E ATITUDE – no Blog, para divulgar esta e outras iniciativas do gênero, a fim de mostrar para as pessoas que, apesar de tudo o que dizem, e que em grande parte é verdade, sim, ainda existem pessoas muito boas e criativas, envolvidas com trabalhos muito sério e de grande envergadura. Trabalho capaz de levar alegria, esperança e prosperidade a milhares de outros seres humanos.

            Ao mesmo tempo em que vamos publicar estas e outras iniciativas, deixamos abertas as portas do blog, por meio do email falelisaac@gmail.com para que qualquer pessoa possa trazer para nós notícias acerca de outros trabalhos bem sucedidos, terminados ou em andamento, a fim de darmos a necessária e saudável publicidade.

            É importante vencermos, não a realidade, mas, o pessimismo no qual por vezes somos mergulhados à força de notícias ruins, que traçam um mundo em estado totalmente caótico, onde nada dá certo ou funciona, deixando-nos sempre a impressão de que o fim é iminente. Nada disso! Paralelamente ao noticiário catastrófico, muita coisa boa está acontecendo nas grandes, médias e pequenas cidades, nos lugarejos, nas aldeias, nas escolas das periferias, nos fundos das igrejas e de outros centros, muitas vezes improvisados com criatividade, amor, atenção, carinho e uma incontrolável vontade de fazer as coisas acontecerem. É exatamente esse trabalho que queremos divulgar e que os CAÇADORES DE BONS EXEMPLOS estão disponibilizando para nós, como resultado do seu périplo por todo o Brasil.

        Ainda nesta semana estaremos publicando o primeiro de muitos casos catalogados pela Iara e pelo Eduardo. Será muito bom para todos nós. Aguardem.

            Vamos lá! 

  _______________________________________________

[1] Tudo começou com o casal Iara e Eduardo, que cansados de ouvir notícias ruins resolveram tomar uma atitude…sem patrocínio e nenhum vínculo religioso ou político, venderam o apartamento e saíram em uma viagem durante 5 anos (2011/2015) pelo mundo em busca de bons exemplos. Pessoas que fazem a diferença na comunidade que vivem, executando algum projeto social. Eles acreditam que existem muito mais ações positivas do que ações negativas no mundo. Neste período percorreram mais de 225.000 km, catalogaram mais de 1.150 projetos por todos os estados brasileiros. Agora, esta ação se transformou em uma grande mobilização para divulgação do bem, onde participam mais de 110.000 pessoas pelas redes sociais. Caçadores de bons exemplos, somos nós, você e todos aqueles que querem construir um mundo melhor. Junte-se a nós e venha ser a mudança que queremos ver no mundo!

O que é um bom exemplo:

Pessoas que fazem a diferença no mundo executando algum projeto social ou ação positiva. Pessoas que buscam soluções, ao invés de focarem somente nos problemas.

set 15

HÁ SEMPRE UM JEITO DE RENASCER!

nossa-senhora-das-dores

 DIA DE NOSSA SENHORA DAS DORES!

 
 *Por Viviane Gonçalves Noel –

 

Quantas espadas no coração uma mulher é capaz de suportar

Pelo simples ato de amar?

Quanto silêncio há em cada dor?

Silêncio que grita com ardor!

 

Onde encontrar um sopro de vida,

Quando a alma é pura ferida?

Em que braços tanta dor é capaz de repousar,

Sem paralisar para sempre o olhar?

 

Maria, a Mãe soberana, a escolhida

Para gerar a Verdade, o Caminho e a Vida!

Num caminho pedregoso e de tanta ânsia,

A vida renasce em abundância!

 

A verdade é o que liberta,

Deixando sempre a porta aberta!

Ela é nua, crua e dura,

Mas só ela cura!

 

O caminho, muitas vezes, parece uma maldição,

Mas quem é que realmente conhece os segredos do coração?

O coração de Deus tem projetos transbordantes,

Por vezes intrigantes!

 

A vida é sempre uma árvore cheia de frutos,

Não importando se temos que passar por muitos lutos!

Há sempre um jeito de renascer

E de fazer tudo reflorescer!

 

Essa que faz reflorescer é Nossa Senhora das Dores,

Tão repleta de amores!

Seu coração foi escarnecido, flagelado, crucificado e ressuscitado!

O Amor por ela foi gerado, amado, cuidado e chorado!

 

Nossa Senhora também toma as nossas dores!

Ela intercede por nossas orações, distribuindo favores!

Que em cada dia de dor,

Seja ainda mais forte o nosso amor!

  __________________________________
*Viviane Gonçalves Noel, é formada em Pedagogia, pela Universidade Católica de Petrópolis e pós-graduada em Espiritualidade, Ecologia e Educação - uma abordagem transdisciplinar, pelo Instituto Teológico Franciscano. Trabalha com a criação de poesias e crônicas personalizadas para as mais diversas ocasiões. Em dezembro de 2014, lançou seu primeiro livro: Francisco de Assis e a Profunda Poesia de Ser Parte da Natureza, pela Editora Chiado. Em maio de 2015, lançou, de forma independente, seu segundo livro, o infantil: O Travesseiro Mágico. 
 

set 12

BENDITO É O FRUTO DO TEU VENTRE, JESUS!

maria-santissima-3

DIA DO SANTÍSSIMO NOME DE MARIA!

*Por Viviane Gonçalves Noel –

Dia do Santíssimo Nome de Maria, 

Dia de imensa alegria! 

Esse nome tem poder, 

Basta dizer!

 

Ave Maria, cheia de graça, 

Mãe que abraça! 

Mãe que passa à frente, 

Mãe sempre presente!

 

Nas contas do seu Rosário, 

Ofereço meu coração como sacrário!

Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus! 

Mãe que gerou a Luz!

 

Maria, mil vezes admirada! 

Mãe amada! 

Nome bendito e suave

Como as asas de uma ave!

 

Maria, Maria, Maria!

Nome que me socorre na agonia! 

Meu manancial constante de oração, 

Rainha do meu coração!

 

Maria, Maria, Maria!

Nome que me traz paz e harmonia! 

Nome daquela que foi a escolhida, 

Minha Mãe querida!

 

Intercessora repleta de fervor,

Mãe do meu Salvador! 

Fonte eterna da minha poesia,

Simplesmente Maria! 

  _________________________________
*Viviane Gonçalves Noel, é graduada em Pedagogia, pela Universidade Católica de Petrópolis e pós-graduada em Espiritualidade, Ecologia e Educação - uma abordagem transdisciplinar, pelo Instituto Teológico Franciscano. Trabalha com a criação de poesias e crônicas personalizadas para as mais diversas ocasiões. Em dezembro de 2014, lançou seu primeiro livro: Francisco de Assis e a Profunda Poesia de Ser Parte da Natureza, pela Editora Chiado. Em maio de 2015, lançou, de forma independente, seu segundo livro, o infantil: O Travesseiro Mágico. 

Posts mais antigos «

Apoio: