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Sementes de vida, ������© tempo de semear

Arquivo por categoria: PALAVRA DE VIDA

mai 25

UM SONHO INFELIZ – UMA RIVALIDADE FATAL

DUELO FATAL - 2

UM DUELO ENIGMÁTICO –

*Por Luiz Antonio de Moura –

A cena se passa no estado americano do Oregon e é transmitida ao vivo pela televisão. Eu assisto a tudo, como telespectador, mas, também, e ao mesmo tempo, me vejo presente no palco em que tudo ocorre.

Trata-se de um sonho que tive na madrugada do dia 23 de maio de 2017, durante o qual fui testemunha de um duelo mortal entre os americanos Garry Smith e Raymond Gardner, cujos os nomes são anunciados pelo locutor da TV local que, também, descreve todos os movimentos dos dois personagens principais falando, inclusive, sobre alguns detalhes de suas vidas pessoais.

Entretanto, em dado momento, vejo-me presente naquele cenário e, encolhido em um canto, no que parecia ser um cômodo em ruínas de uma casa velha, com os restos de um sofá vermelho em pé e escorado em uma meia parede do meu lado direito, observo bem lá adiante, numa espécie de galpão aberto em toda a sua extensão horizontal, a chegada de Gardner, com uma mochila grande e preta nas costas. Observo, também, que ele está vestido à paisana, com uma camiseta escura e uma bermuda clara, calçando tênis e meias.

Eu estou, em linha reta, a mais ou menos um quilômetro de distância de Gardner e, do meu lado esquerdo, bem atrás, e a mais ou menos uns seiscentos metros, sei que Garry deve estar se preparando para o confronto. Mas eu não o vejo. Minha visão é apenas a de Gardner que, lá adiante, prepara seu fuzil, do qual não sei descrever detalhes. Apenas observo a preparação de Gardner: ele monta as peças principais, apoia o fuzil numa espécie de tripé e toma posição de tiro. Parece que está ali para a simples prática de um esporte, sem demonstrar, pelo menos àquela distância, qualquer movimento brusco ou impensado.

Faz-se uma pequena pausa nos movimentos, parecendo que, pelo menos Gardner já está preparado. De repente, um terceiro homem surge em cena e gira uma espécie de corda em torno de si e para o alto, como se fosse um grande laço, lançando no ar um artefato que explode a uma determinada altura. Imediatamente compreendo tratar-se do sinal para o tiro e, em aproximadamente três segundos ouço o estampido forte, cujo o eco não deixa dúvidas: saiu de uma arma pesada.

Na posição em que me encontro, não consigo ver se o tiro acertou Garry, porque eu estou encoberto por uma velha parede. No entanto, e com a rapidez de um raio, olho para a frente e percebo que Gardner foi atingido, inexplicavelmente, na altura do peito. Digo isso porque, na posição de tiro na qual ele se encontrava, parecia haver um espaço muito pequeno entre o seu tronco e o chão no qual ele estava semi-deitado.

Fiquei muito impressionado com a cena, porque Gardner, uma vez atingido, fez menção de cair, mas, para minha surpresa ele solta os braços do tripé no qual estava apoiado o seu fuzil, senta sobre os calcanhares, apoia as duas mãos nos joelhos, abaixa a cabeça por um instante e, levantando-se de forma meio cambaleante, caminha com passos meio desgovernados para o lado direito. Naquele momento pareceu que o mundo todo havia parado para observar a cena.

Gardner sai andando, dá um pequeno salto sobre alguma coisa que está no chão, à sua frente, e continua naqueles curtos, lentos e desconcertados passos. De repente, ele levanta lentamente o braço esquerdo e enfia os dedos por entre seus cabelos, deixando o braço cair novamente de forma lenta, como se o braço estivesse bem pesado.

Um pouco à frente de onde ele estava, e à sua direita, havia um portão de madeira, por onde um rapaz que nada tinha a ver com o drama, estava saindo. Ele olha para Gardner e, naquele momento, o jovem soldado, ferido de morte, cai de encontro ao portão. O rapaz, que não sei explicar como, sai do alcance da minha vista e eu vejo Gardner apenas levando as duas mãos para trás e, sentado no chão, esboçar um gesto para se levantar. Com as duas mãos encostadas no portão e à meia altura para ficar novamente de pé, ele perde todas as suas forças e, finalmente, tomba para o lado direito, morto.

Fiquei muito impressionado com aquela cena e saí andando na direção do lugar em que Raymond Gardner acabara de perder a vida. Enquanto isto, ouço o barulho de um carro do meu lado esquerdo. É Garry Smith que, após desmontar o seu equipamento, dirige-se na direção daquele corpo estendido no chão.

Chego bem rápido ao local e vejo Garry sair do carro e aproximar-se do morto para, chorando, abraçá-lo e trazê-lo junto ao peito.

Fico sabendo depois, que Garry e Gardner atuaram juntos como atiradores de elite das tropas americanas na guerra do Golfo, onde o primeiro foi instrutor de tiro do segundo.

Em entrevista, ainda no local do duelo, Garry declarou ter sido duramente desafiado por Gardner, que o chamou de velho inútil e de covarde, afirmando que, em um duelo, conseguiria matá-lo antes que ele pudesse pensar em atirar. Na mesma entrevista Garry afirma ter 68 anos e alguém por ali fala que Gardner tinha 52 anos de idade, era casado e pai de três filhos.

Em meio àquele burburinho, algumas pessoas vão surgindo pouco a pouco e, então, eu ouço alguém dizer que a mulher e os filhos de Gardner estavam em casa, assistindo tudo pela televisão.

Quando o repórter pergunta a Garry sobre o futuro, ele responde prontamente: “jurei a Deus e à minha família que, se saísse vivo deste duelo, jamais voltaria a atirar. Foi o último tiro que dei na minha vida”. Ao dizer isto, ele deixa a mochila com os equipamentos no chão e, de cabeça baixa e visivelmente abatido e consternado, entra no carro e vai embora.

Naquele momento eu comecei a acordar. Queria continuar ali mais um pouco, para refletir sobre tudo o que acabara de presenciar, mas, sonho é sonho e, lentamente, fui acordando, até não ter mais condições de retornar àquela cena.

Fiquei tão impressionado com tudo o que vi que, sabendo que os dias apagarão da minha memória tudo aquilo, decidi descrever toda a cena aqui, neste texto, por meio do qual eternizo um drama que, espero sinceramente, jamais tenha ocorrido porque a tristeza em ver a morte de Gardner e a amargura e o sofrimento de Garry foi algo tão forte para a minha vida, que quero deixar expresso para sempre nestas linhas.

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*Luiz Antonio de Moura é um caminhante, um pensador e um cultor do silêncio.

 

dez 06

DEDICA-TE A DEUS E ESPERA COM PACIÊNCIA

servico-de-deus

Eclesiástico - Capítulo 2 – 

1Meu filho, se entrares para o serviço de Deus, permanece firme na justiça e no temor, e prepara a tua alma para a provação;2humilha teu coração, espera com paciência, dá ouvidos e acolhe as palavras de sabedoria; não te perturbes no tempo da infelicidade,3sofre as demoras de Deus; dedica-te a Deus, espera com paciência, a fim de que no derradeiro momento tua vida se enriqueça.4Aceita tudo o que te acontecer. Na dor, permanece firme; na humilhação, tem paciência. 5Pois é pelo fogo que se experimentam o ouro e a prata, e os homens agradáveis a Deus, pelo cadinho da humilhação.6Põe tua confiança em Deus e ele te salvará; orienta bem o teu caminho e espera nele. Conserva o temor dele até na velhice. 7Vós, que temeis o Senhor, esperai em sua misericórdia, não vos afasteis dele, para que não caiais;8vós, que temeis o Senhor, tende confiança nele, a fim de que não se desvaneça vossa recompensa.9Vós, que temeis o Senhor, esperai nele; sua misericórdia vos será fonte de alegria.10Vós, que temeis o Senhor, amai-o, e vossos corações se encherão de luz.11Considerai, meus filhos, as gerações humanas: sabei que nenhum daqueles que confiavam no Senhor foi confundido.12Pois quem foi abandonado após ter perseverado em seus mandamentos? Quem é aquele cuja oração foi desprezada?13Pois Deus é cheio de bondade e de misericórdia, ele perdoa os pecados no dia da aflição. Ele é o protetor de todos os que verdadeiramente o procuram. 14Ai do coração fingido, dos lábios perversos, das mãos malfazejas, do pecador que leva na terra uma vida de duplicidade;15ai dos corações tímidos que não confiam em Deus, e que Deus, por essa razão, não protege;16ai daqueles que perderam a paciência, que saíram do caminho reto, e se transviaram nos maus caminhos.17Que farão eles quando o Senhor começar o exame?18Aqueles que temem ao Senhor não são incrédulos à sua palavra, e os que o amam permanecem em sua vereda.19Aqueles que temem ao Senhor procuram agradar-lhe, aqueles que o amam satisfazem-se na sua lei.20Aqueles que temem ao Senhor preparam o coração, santificam suas almas na presença dele.21Aqueles que temem ao Senhor guardam os seus mandamentos, têm paciência até que ele lance os olhos sobre eles,22dizendo: Se não fizermos penitência, cairemos nas mãos do Senhor, e não nas mãos dos homens,23pois a misericórdia dele está na medida de sua grandeza.

nov 01

AI DOS MAUS PASTORES, DIZ O SENHOR!

maus-pastores

JEREMIAS - Capítulo 23, 1-8 –

Ai dos pastores que deixam perder-se e dispersar-se o rebanho miúdo de minha pastagem! - oráculo do Senhor. Por isso, assim fala o Senhor, Deus de Israel, acerca dos pastores que apascentam o meu povo: Dispersastes o meu rebanho e o afugentastes, sem dele vos ocupar. Eu, porém, vou ocupar-me à vossa custa da malícia de tal procedimento - oráculo do Senhor. Reunirei o que restar das minhas ovelhas, espalhadas pelos países em que as exilei e as trarei para as pastagens em que se hão de multiplicar. Escolherei para elas pastores que as apascentarão, de sorte que não tenham receios nem temores, e já nenhuma delas se extravie - oráculo do Senhor. Dias virão - oráculo do Senhor - em que farei brotar de Davi um rebento justo que será rei e governará com sabedoria e exercerá na terra o direito e a equidade. Sob seu reinado será salvo Judá, e viverá Israel em segurança. E eis o nome com que será chamado: Javé-nossa-justiça! Eis por que chegarão dias - oráculo do Senhor - em que não se dirá mais: Viva Deus, que tirou do Egito os filhos de Israel. Mas sim: Viva Deus, que fez voltar os israelitas do norte e de todas as terras, aonde os exilara, trazendo-os à pátria.

out 04

PALAVRAS DE VIDA

palavra-de-vida

ORIGEM IMPENETRÁVEL DA SABEDORIA –

(Eclo 1, 1-40) –

1Toda a sabedoria vem do Senhor Deus, ela sempre esteve com ele. Ela existe antes de todos os séculos.2Quem pode contar os grãos de areia do mar, as gotas de chuva, os dias do tempo? Quem pode medir a altura do céu, a extensão da terra, a profundidade do abismo?3Quem pode penetrar a sabedoria divina, anterior a tudo?4A sabedoria foi criada antes de todas as coisas, a inteligência prudente existe antes dos séculos!5O verbo de Deus nos céus é fonte de sabedoria, seus caminhos são os mandamentos eternos.6A quem foi revelada a raiz da sabedoria? Quem pode discernir os seus artifícios?7A quem foi mostrada e revelada a ciência da sabedoria? Quem pode compreender a multiplicidade de seus caminhos?8Somente o Altíssimo, criador onipotente, rei poderoso e infinitamente temível, Deus dominador, sentado no seu trono;9foi ele quem a criou no Espírito Santo, quem a viu, numerada e medida;10ele a espargiu em todas as suas obras, sobre toda a carne, à medida que a repartiu, e deu-a àqueles que a amavam.11O temor do Senhor é uma glória, um motivo de glória, uma fonte de alegria, uma coroa de regozijo.12O temor do Senhor alegra o coração. Ele nos dá alegria, regozijo e longa vida.13Quem teme o Senhor sentir-se-á bem no instante derradeiro, no dia da morte será abençoado.14O amor de Deus é uma sabedoria digna de ser honrada.15Aqueles a quem ela se mostra, amam-na logo que a vêem, logo que reconhecem os prodígios que realiza.16O temor do Senhor é o início da sabedoria. Ela foi criada com os homens fiéis no seio de sua mãe, ela caminha com as mulheres de escol, vemo-la na companhia dos justos e dos fiéis.17O temor ao Senhor é a religião da ciência.18Essa religião guarda e santifica o coração; ela lhe traz satisfação e alegria.19Aquele que teme ao Senhor achar-se-á confortado, no dia da morte será abençoado.20O temor ao Senhor é a plenitude da sabedoria, a plenitude de seus frutos, (para aquele que a possui)21ela enche toda a sua casa com os bens que produz, e seus celeiros com seus tesouros.22O temor do Senhor é a coroa da sabedoria: dá uma plenitude de paz e de frutos de salvação.23Ele a viu e numerou-a; ora, um e outra são um dom de Deus.24A sabedoria distribui a ciência e a prudente inteligência; eleva à glória aqueles que a possuem.25O temor do Senhor é a raiz da sabedoria, seus ramos são de longa duração.26A inteligência e a religião da ciência se acham nos tesouros da sabedoria, mas a sabedoria é abominada pelos pecadores.27O temor ao Senhor expulsa o pecado,28pois aquele que não tem esse temor não poderá tornar-se justo. A violência de sua paixão causará sua ruína.29O homem paciente esperará até um determinado tempo, após o qual a alegria lhe será restituída.30O homem de bom senso guarda suas palavras; muitos falarão, em voz alta, de sua prudência.31O sentido da instrução está encerrado nos celeiros da sabedoria.32Mas o culto de Deus é abominado pelo pecador.33Meu filho, tu que desejas ardentemente a sabedoria, sê justo e Deus ta concederá.34Pois o temor do Senhor é sabedoria e instrução, e o que lhe é agradável35é fidelidade e doçura; ele encherá os celeiros daqueles (que as possuem).36Não sejas rebelde ao temor do Senhor, não vás a ele com um coração fingido.37Não sejas hipócrita diante dos homens, e que teus lábios não sejam motivo de queda.38Vela sobre eles para que não caias, e não atraias sobre tua alma a desonra;39e para que Deus, revelando teus segredos, não te destrua no meio da assembléia,40por te teres aproximado do Senhor sorrateiramente, com o coração cheio de astúcia e engano.

set 06

O TEMOR A DEUS É O TESOURO DO HOMEM

O TEMOR A DEUS

FELICIDADE DOS QUE TEMEM A DEUS - 

(Sl 10, 23-34) - 

23A raça do homem que teme a Deus será honrada; será desonrado aquele que desprezar os preceitos do Senhor.24Entre os seus irmãos, a homenagem é feita para aquele que os governa; aqueles que temem a Deus serão honrados na presença do Senhor.25Rico, nobre ou pobre, sua glória é o temor do Senhor.26Não desprezes o homem justo, ainda que pobre; não enalteças um pecador, ainda que rico,27O grande, o justo e o poderoso recebem homenagens, mas ninguém é maior do que aquele que teme a Deus.28Homens livres serão os súditos de um escravo sensato. Repreendido, o homem prudente e bem educado não murmura, e o ignorante não será honrado.29Não te orgulhes do trabalho que fazes, não sejas indolente no tempo da adversidade.30Mais vale o trabalho e abundância, do que o jactancioso que não tem pão.31Meu filho, conserva tua alma na doçura, e dá-lhe a honra que merece.32Aquele que peca contra si mesmo, que o justificará? Quem devolverá a honra a quem desonrou sua vida?33Um pobre é honrado pelo seu conhecimento e temor a Deus; há quem o é por causa de suas riquezas.34Mas quanta glória teria se fosse rico aquele que é honrado, mesmo sendo pobre! Mas o que se gloria de sua riqueza, acautele-se para não se tornar pobre.

ago 16

A PALAVRA DE DEUS É FONTE ETERNA DE VIDA PARA NÓS

ORGULHO E VAIDADE

A PREJUDICIALIDADE DO ORGULHO E DA AVAREZA E A FELICIDADE DOS QUE TEMEM A DEUS –

(Eclo 10, 6-34) –

6Não te recordes de nenhuma injustiça causada pelo próximo, nada faças por um procedimento injusto.7O orgulho é abominável a Deus e aos homens; e toda a iniquidade das nações provoca horror.8Um reino passa de um povo a outro, por causa das injustiças, dos ultrajes e de fraudes diversas.9Nada há mais criminoso do que a avareza; de que se orgulha o que é terra e cinza?10Nada há mais iníquo do que o amor ao dinheiro; aquele que o ama chega até a vender a sua alma. Vivo ainda, despojou-se de suas próprias entranhas.11A duração de todo o poder é breve; uma doença prolongada cansa o médico.12O médico atalha um breve mal-estar; assim, um que hoje é rei amanhã morrerá.13Quando o homem está morto, tem por herança serpentes, bichos e vermes.14O início do orgulho num homem é renegar a Deus,15pois seu coração se afasta daquele que o criou, porque o princípio de todo pecado é o orgulho; aquele que nele se compraz será coberto de maldições, e acabará sendo por elas derrubado.16Eis porque o Senhor desonrou a assembléia dos maus, e os destruiu para sempre.17Deus derrubou os tronos dos chefes orgulhosos e em lugar deles fez sentar homens pacíficos.18Deus fez secar as raízes das nações arrogantes, e implantou os humildes entre as mesmas nações.19O Senhor destruiu as terras das nações, e as arruinou até os alicerces.20Destruiu muitas delas e exterminou-as, apagou a sua lembrança de sobre a terra.21Deus apaga a memória dos orgulhosos, enquanto faz perdurar a dos humildes de coração.22O orgulho não foi criado para os homens, nem a cólera para o sexo feminino.23A raça do homem que teme a Deus será honrada; será desonrado aquele que desprezar os preceitos do Senhor.24Entre os seus irmãos, a homenagem é feita para aquele que os governa; aqueles que temem a Deus serão honrados na presença do Senhor.25Rico, nobre ou pobre, sua glória é o temor do Senhor.26Não desprezes o homem justo, ainda que pobre; não enalteças um pecador, ainda que rico,27O grande, o justo e o poderoso recebem homenagens, mas ninguém é maior do que aquele que teme a Deus.28Homens livres serão os súditos de um escravo sensato. Repreendido, o homem prudente e bem educado não murmura, e o ignorante não será honrado.29Não te orgulhes do trabalho que fazes, não sejas indolente no tempo da adversidade.30Mais vale o trabalho e abundância, do que o jactancioso que não tem pão.31Meu filho, conserva tua alma na doçura, e dá-lhe a honra que merece.32Aquele que peca contra si mesmo, que o justificará? Quem devolverá a honra a quem desonrou sua vida?33Um pobre é honrado pelo seu conhecimento e temor a Deus; há quem o é por causa de suas riquezas.34Mas quanta glória teria se fosse rico aquele que é honrado, mesmo sendo pobre! Mas o que se gloria de sua riqueza, acautele-se para não se tornar pobre.

 
FONTE: http://www.claret.com.br/biblia
 

jul 05

PALAVRAS PARA A NOSSA VIDA

TÁBUAS DA LEI DE MOISÉS

OS DEZ MANDAMENTOS –

(Dt 5, 1-22) –

1Moisés convocou todo o Israel e disse-lhe: Ouve, ó Israel, as leis e os preceitos que hoje proclamo aos teus ouvidos: aprende-os e pratica-os cuidadosamente.2O Senhor, nosso Deus, fez um pacto conosco em Horeb.3Não foi com os nossos pais que o Senhor fez essa aliança, mas conosco, que estamos hoje aqui ainda vivos.4Falou-nos o Senhor face a face no monte, do seio do fogo.5Durante aquele tempo, eu estava entre o Senhor e vós para transmitir-vos suas palavras, porque, aterrados pelo fogo, vós não subistes o monte. Ele disse:6eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei do Egito, da casa da servidão.

7Não terás outro deus diante de mim.

8Não farás para ti imagem de escultura representando o que quer que seja do que está em cima no céu, ou embaixo na terra, ou nas águas debaixo da terra. 9Não te prostrarás diante delas para render-lhes culto, porque eu, o Senhor, teu Deus, sou um Deus zeloso, que castigo a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e a quarta geração daqueles que me odeiam,10mas uso de misericórdia até a milésima geração com aqueles que me amam e guardam os meus mandamentos.

11Não pronunciarás em vão o nome do Senhor, teu Deus; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tiver pronunciado em vão o seu nome.

12Guardarás o dia do sábado e o santificarás, como te ordenou o Senhor, teu Deus. 13Trabalharás seis dias e neles farás todas as tuas obras;14mas no sétimo dia, que é o repouso do Senhor, teu Deus, não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu servo, nem tua serva, nem teu boi, nem teu jumento, nem teus animais, nem o estrangeiro que vive dentro de teus muros, para que o teu escravo e a tua serva descansem como tu.15Lembra-te de que foste escravo no Egito, de onde a mão forte e o braço poderoso do teu Senhor te tirou. É por isso que o Senhor, teu Deus, te ordenou observasses o dia do sábado.

16Honra teu pai e tua mãe, como te mandou o Senhor, para que se prolonguem teus dias e prosperes na terra que te deu o Senhor teu Deus.

17Não matarás.

18Não cometerás adultério.

19Não furtarás.

20Não levantarás falso testemunho contra o teu próximo.

21Não cobiçarás a mulher de teu próximo. Não cobiçarás sua casa, nem seu campo, nem seu escravo, nem sua escrava, nem seu boi, nem seu jumento, nem nada do que lhe pertence.

22Tais são as palavras que no monte, do meio do fogo, da nuvem e das trevas, o Senhor dirigiu com voz forte a toda a vossa assembleia, sem juntar mais nada. E escreveu-as em duas tábuas de pedra, que me entregou.

jun 07

O SACRIFÍCIO DE CRISTO E A NOVA ALIANÇA

APÓSTOLO PAULO

A EFICÁCIA DEFINITIVA DO SACRIFÍCIO DE CRISTO E A NOVA ALIANÇA SELADA COM SANGUE –

CARTA AOS HEBREUS 9, 1-18 –

1A primeira aliança, na verdade, teve regulamentos rituais e seu santuário terrestre.2Consistia numa tenda: a parte anterior encerrava o candelabro e a mesa com os pães da proposição; chamava-se Santo.3Atrás do segundo véu achava-se a parte chamada Santo dos Santos.4Aí estava o altar de ouro para os perfumes, e a Arca da Aliança coberta de ouro por todos os lados; dentro dela, a urna de ouro contendo o maná, a vara de Aarão que floresceu e as tábuas da aliança;5em cima da arca, os querubins da glória estendendo a sombra de suas asas sobre o propiciatório. Mas não é aqui o lugar de falarmos destas coisas pormenorizadamente.6Assim sendo, enquanto na primeira parte do tabernáculo entram continuamente os sacerdotes para desempenhar as funções,7no segundo entra apenas o sumo sacerdote, somente uma vez ao ano, e ainda levando consigo o sangue para oferecer pelos seus próprios pecados e pelos do povo.8Com o que significava o Espírito Santo que o caminho do Santo dos Santos ainda não estava livre, enquanto subsistisse o primeiro tabernáculo.9Isto é também uma figura que se refere ao tempo presente, sinal de que os dons e sacrifícios que se ofereciam eram incapazes de justificar a consciência daquele que praticava o culto.10Culto que consistia unicamente em comidas, bebidas e abluções diversas, ritos materiais que só podiam ter valor enquanto não fossem instituídos outros mais perfeitos.11Porém, já veio Cristo, Sumo Sacerdote dos bens vindouros. E através de um tabernáculo mais excelente e mais perfeito, não construído por mãos humanas (isto é, não deste mundo),12sem levar consigo o sangue de carneiros ou novilhos, mas com seu próprio sangue, entrou de uma vez por todas no santuário, adquirindo-nos uma redenção eterna.13Pois se o sangue de carneiros e de touros e a cinza de uma vaca, com que se aspergem os impuros, santificam e purificam pelo menos os corpos,14quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu como vítima sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência das obras mortas para o serviço do Deus vivo?15Por isso ele é mediador do novo testamento. Pela sua morte expiou os pecados cometidos no decorrer do primeiro testamento, para que os eleitos recebam a herança eterna que lhes foi prometida.16Porque, onde há testamento, é necessário que intervenha a morte do testador.17Um testamento só entra em vigor depois da morte do testador. Permanece sem efeito enquanto ele vive.18Por essa razão, nem mesmo o primeiro testamento foi inaugurado sem uma efusão de sangue.

mai 03

O SENHOR É O MEU ROCHEDO

DAVI O REI

O CÂNTICO DE DAVI -

1Davi dirigiu ao Senhor as palavras do cântico que segue, no dia em que o Senhor o livrou da mão de todos os seus inimigos e da mão de Saul.

2O Senhor é o meu rochedo, minha fortaleza e meu libertador,

3meu Deus é a minha rocha onde encontro o meu refúgio, meu escudo e força de minha salvação, minha cidadela e meu refúgio. Meu salvador, que me salvais da violência.

4Invoco o Senhor digno de todo louvor, e fico livre dos meus inimigos.

5Circundavam-me os vagalhões da morte, torrentes devastadoras me atemorizavam,

6enlaçavam-se as cadeias da habitação dos mortos, a própria morte me prendia em suas redes.

7Na minha angústia, invoquei ao Senhor, gritei para meu Deus: do seu templo ele ouviu a minha voz, e o meu clamor chegou aos seus ouvidos.

8A terra vacilou e tremeu, os fundamentos dos céus fremiram, abalaram-se, porque Deus se abrasou em cólera:

9suas narinas exalavam fumaça, sua boca, fogo devorador, brasas incandescentes.

10Ele inclinou os céus e desceu, calcando aos pés escuras nuvens,

11cavalgou sobre um querubim e voou, planando nas asas do vento.

12Envolveu-se nas trevas como numa tenda, nas águas tenebrosas, densas nuvens.

13Do esplendor de sua presença flamejaram centelhas de fogo,

14dos céus trovejou o Senhor, o Altíssimo fez ressoar a sua. voz,

15lançou setas e dispersou os inimigos, fulminou relâmpagos e os desbaratou.

16E apareceu descoberto o leito do mar, os fundamentos da terra, ante a voz ameaçadora do Senhor, ante o furacão de sua cólera.

17Do alto estendeu a sua mão e me pegou, e retirou-me das águas profundas,

18livrou-me de inimigo poderoso, dos meus adversários, mais fortes do que eu.

19Investiram contra mim no dia do meu infortúnio, mas o Senhor foi o meu arrimo,

20pôs-me a salvo e livrou-me, porque me ama.

21O Senhor me tratou segundo a minha inocência, retribuiu-me segundo a pureza de minhas mãos,

22porque guardei os caminhos do Senhor e não pequei separando-me do meu Deus;

23Tenho diante dos olhos todos os seus preceitos e não me desvio de suas leis.

24Ando irrepreensivelmente diante dele, guardando-me do meu pecado.

25O Senhor retribuiu-me segundo a minha justiça, segundo a minha pureza diante dos seus olhos.

26Com quem é bondoso vos mostrais bondoso, com homem íntegro vos mostrais íntegro,

27puro, com quem é puro; prudente, com quem é astuto.

28Aos humildes salvais; os semblantes soberbos humilhais.

29Senhor, sois meu farol; é o Senhor quem dissipa as minhas trevas.

30Convosco afrontarei batalhões; com meu Deus escalarei muralhas.

31Os caminhos de Deus são perfeitos; a palavra do Senhor é pura. Ele é o escudo de todos os que nele se refugiam.

32Pois, quem é Deus senão o Senhor? Quem é o rochedo, senão o nosso Deus?

33É Deus quem me cinge de coragem e aplana o meu caminho.

34Torna os meus pés velozes como os das gazelas e me instala nas alturas.

35Adestra minhas mãos para o combate e meus braços para o tiro de arco.

36Vós me dais o escudo que me salva, e vossa bondade me engrandece.

37Alargais o caminho a meus passos para meus pés não resvalarem.

38Dou caça aos inimigos e os extermino. E não volto sem que os tenha aniquilado.

39De tal sorte os aniquilo e despedaço, que não mais se levantam: eles ficam caídos a meus pés.

40Vós me cingis de coragem para a luta e ante mim dobrais os meus adversários.

41Afugentais da minha presença os meus inimigos. E reduzo ao silêncio os que me aborrecem.

42Gritam por socorro, mas não há quem os salve, clamam ao Senhor, mas não responde...

43Eu os trituro como ao pó da terra. E os esmago aos pés como ao barro das estradas.

44Vós me livrais das revoltas do meu povo e me guardais à frente das nações. Povos que eu desconhecia se tornaram meus servos.

45Gente estranha me serve abnegadamente e obedecem-me à primeira intimação.

46Gente estranha desfalece e sai tremendo de seus esconderijos.

47Viva o Senhor e bendito seja o meu rochedo! Exaltado seja Deus, rocha que me salva!

48Deus, que me proporciona a vingança e avassala nações a meus pés.

49Sois vós quem me libertais dos meus inimigos, e me exaltais acima dos meus adversários, e me salvais do homem violento.

50Por isso vos louvarei, ó Senhor, entre as nações e celebrarei o vosso nome.

51Ele prepara grandes vitórias a seu rei e faz misericórdia a seu ungido. A Davi e a sua descendência para sempre.

http://www.claret.com.br/biblia

abr 05

A SANTIDADE ESTÁ NA FIDELIDADE

SANTIDADE DO MATRIMÔNIO

SANTIDADE DO MATRIMÔNIO

(Malaquias 2, 10-17)

 10Acaso não é um mesmo o Pai de todos nós? Não foi um mesmo Deus que nos criou? Por que razão somos pérfidos uns para com os outros, violando assim o pacto de nossos pais?11Judá cometeu uma infâmia, a abominação foi perpetrada em Israel e Jerusalém; com efeito, Judá profanou o que é consagrado ao Senhor, porquanto amou e desposou a filha de um deus estrangeiro.12Que o Senhor extermine das tendas de Jacó todo culpado, o que testemunha e o que responde, e o elimine dentre os que apresentam uma oferta ao Senhor dos exércitos.13Eis ainda outra maldade que cometeis: inundais de lágrimas, prantos e gemidos o altar do Senhor, porque o Senhor não dá atenção alguma a vossas ofertas e não se compraz no que lhe apresentais com vossas mãos.14E dizeis: Mas por quê?! É porque o Senhor foi testemunha entre ti e a esposa de tua juventude. Foste-lhe infiel, sendo ela a tua companheira e a esposa de tua aliança.15Porventura não fez ele um só ser com carne e sopro de vida? E para que pende este ser único, senão para uma posteridade concedida por Deus? Tende, pois, cuidado de vós mesmos, e que ninguém seja infiel à esposa de sua juventude.16Quando alguém, por aversão, repudia (a mulher) - diz o Senhor, Deus de Israel -, cobre de injustiça as suas vestes - diz o Senhor dos exércitos. Tende, pois, cuidado de vós mesmos e não sejais infiéis!17Vós sois pesados ao Senhor com vossos discursos. E perguntais: O quê? Nós o cansamos? - Sim! Porque dizeis: Aquele que faz o mal é bem visto aos olhos do Senhor, que nele se compraz; ou: Onde está Deus, para julgar?

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