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Nome: Luiz Antonio de Moura
Data de registro: 12 de dezembro de 2014

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fev 18

EDITORIAL DA SEMANA: TRABALHADORES DO BRASIL

TEMPOS MODERNOS - 2019

TEMPOS MODERNOS – O SÉCULO QUE VIVE NO PASSADO –

Tanto o trabalho manual e repetitivo, ao longo do tempo, quanto o “intelectual”, dependente do preenchimento de formulários e de tomada de decisões previamente estabelecidas (os tais modelos), abrem o caminho mais certeiro para o emburrecimento do trabalhador.”

*Por Luiz Antonio de Moura –

Quando falamos em “tempos modernos”, quase sempre vem à mente a lembrança do jovem Chaplin mergulhado no interior de uma fábrica de montagem de peças, apertando parafusos, em uma atividade tão frenética que,  já no intervalo para o almoço, mostrava as mãos trêmulas e vacilantes, repetindo o mesmo gesto, ainda que sem a chave na mão. Coisa de louco, diriam os jovens de hoje.

Diriam isto porque, muitos dos nossos jovens ainda não mergulharam no famigerado ambiente da produção em série de qualquer um dos objetos que consomem ou compram diariamente, pela internet ou mesmo nas lojas físicas. O trabalho de natureza repetitiva, manual ou intelectual que seja, ao invés de uma saudável prática e uma bem-vinda experiência, traz doenças físicas, mentais e espirituais, muitas das quais perseguem as pessoas pelo resto de suas vidas.

Parece incrível que tais ambientes ainda existam e que, por outra, ainda sejam comandados por pessoas que se revelam dotadas com a mesma mentalidade que vigorava no interior das fábricas das décadas de 1920/1930 do século passado. Porém, existem e estão cada vez mais presentes, tanto nos setores públicos, quanto nos privados. Tanto na produção em série, massificada, quanto no trabalho meramente burocrático e intelectual, dependente de relatórios e de decisões previamente elaboradas (os famigerados modelos), com a simples escusa de acelerar o trabalho, produzir mais e preservar pesquisas e coletas de dados já realizadas.

Tanto o trabalho manual e repetitivo, ao longo do tempo, quanto o “intelectual”, dependente do preenchimento de formulários e de tomada de decisões previamente estabelecidas (os tais modelos), abrem o caminho mais certeiro para o emburrecimento do trabalhador. Num primeiro momento, a simples e ingênua repetição de atos e de formas parece coisa simples, racional e saudável. Entretanto, o tempo se encarrega de mostrar que  chega a hora em que o trabalhador ou a trabalhadora passam a sofrer do vício do trabalho repetitivo, e ficam de tal modo vinculados ao sistema que, se for modificado o conteúdo central do trabalho, ele/ela passará batido e, olhando apenas para a peça e o instrumento ou para o título e para as primeiras linhas, dará o mesmo resultado para a questão posta diante de si, tamanha a lesão cognitiva que já tomou conta do seu precioso cérebro.

Aqui, volta a lembrança do trabalhador Chaplin embrenhado, e indefeso, em meio à multiplicidade de engrenagens, simbolizando muito bem tentáculos de um sistema que devora o ser humano de tal forma que, em pouco tempo, se sente como um verdadeiro dente da engrenagem. E mais: muitos, se veem como um dente muito importante na dinâmica que faz tudo girar ao seu redor. Tão importante que são capazes de tudo para se manterem atrelados ao sistema que, paradoxalmente, devora-os com prazer e satisfação e que, quando os consome totalmente, já tem outro, engrenado, para representar o mesmo papel, em um verdadeiro ciclo vicioso e ceifador de  saúdes e de vidas.

Ainda assim, desconhecendo ou fingindo desconhecer as severas consequências das regras impostas e alimentando todo o sistema, chefes intelectualizados, sindicalistas, trabalhadores e outros que se dizem do ramo, estão verdadeiramente assombrados com tudo o que vem sendo proposto (alguma coisa já foi, inclusive, implantada) no campo dos direitos trabalhistas sem, no entanto, mexerem um dedo sequer para questionar seriamente o condenável sistema produtivo, manual ou mesmo intelectual, no qual estão imersos até o pescoço milhões de trabalhadores, exigindo de subordinados, associados e comandados, apenas, e sempre, mais agilidade no processo produtivo, como que a bloquear ainda mais a capacidade intelectiva do cidadão ou da cidadã que, no dia-a-dia, produzem, de verdade, as grandes riquezas e mantêm, impreterivelmente, os ótimos bônus financeiros e os excelentes salários daqueles que, em posição de comando, estão no topo da cadeia produtiva.

O filme que relata a aflição e a descoloração pessoal daquele operário representado, de forma magistral, pelo jovem Charles Chaplin, não raro, é passado em palestras e em congressos, mundo afora, como modelo de produção a ser fortemente criticado e, de fato rejeitado pelos administradores modernos, haja vista o indizível mal que causa aos trabalhadores. Entretanto, ainda contaminados e, de certa forma embotados, pelo pensamento dominante naquelas já citadas décadas do século passado, todos eles  (líderes, chefes e administradores), com raríssimas exceções, mantêm o mesmo sistema de cobrança e de exigência de agilidade na produção de resultados em seus ambientes de trabalho, caçoando daqueles que afirmam estarem sofrendo e alegando não aguentarem mais o sistema viciante e viciado, ou, o que mais acontece, preparando a substituição do que denominam "maçãs podres".

Atualmente, em certas áreas do serviço público, adota-se o teletrabalho, como a joia da coroa. Diferentemente dos procedimentos similares adotados na iniciativa privada, nacional e estrangeira, líderes que representam estes setores públicos, além de não fornecerem equipamentos adequados e aptos à qualidade do trabalho, de não se responsabilizarem pelos efetivos custos operacionais e de não oferecerem um centavo a mais de incentivo para os trabalhadores, diferentemente do que ocorre no setor privado, ainda se acham no direito de exigir aumento expressivo da produtividade, no que contam, infelizmente, com a concordância dos trabalhadores e das trabalhadoras que, já embotados e incapazes de perceber o quanto estão sendo explorados, lutam para assegurar o que ainda acreditam ser um “privilégio”.

O teletrabalho, na forma em que foi pensado, planejado e executado com relativo sucesso por grandes grupos corporativos, grupos que, querendo ganhar cada vez mais, sabem o quanto é importante o bem estar dos seus empregados, tem por finalidade proporcionar aos trabalhadores e às trabalhadoras a possibilidade de executarem suas tarefas diárias no ambiente que lhes parece mais íntimo: a residência. E, justamente por respeitarem este ambiente íntimo, as grandes corporações fazem questão de encher estes trabalhadores de mimos, como jornada de trabalho inalterada, com respeito aos necessários intervalos regulares para a recomposição física, o fornecimento de equipamentos modernos, sofisticados e altamente eficientes, a manutenção periódica nos referidos equipamentos, serviço de help-desk funcionando de forma efetiva e eficaz, durante 24 horas por dia, além de um bônus salarial visando cobrir ou minimizar os custos de operacionalidade o que, incentiva e estimula tal modalidade de trabalho.

Isto sim, é respeitar o trabalhador e o seu íntimo ambiente residencial. Este sim, é o método que busca acrescentar ganhos pessoais, materiais e espirituais àqueles que asseguram os polpudos bônus financeiros aos sócios e acionistas ou os magníficos salários dos líderes, chefes e administradores. Aqui, sim, justifica que cada trabalhador ou trabalhadora lute com afinco para conseguir este que é um verdadeiro privilégio, totalmente oposto ao que tem sido oferecido aos trabalhadores brasileiros, principalmente, os de alguns setores públicos, cujos chefes e administradores acreditam, ou fingem acreditar, estarem na vanguarda do processo evolutivo do trabalho.

Penso ser chegado o momento de, mais do que direitos codificados, os trabalhadores buscarem formas de trabalho mais humanas e mais humanizadas, de modo que passem a ganhar algo que vale muito mais do que o dinheiro: o verdadeiro bem estar para a vida, com valorização e resguardo aos principais direitos da pessoa, onde quem comanda saiba respeitar o ambiente íntimo e pessoal daquele que lhe assegura os enormes ganhos e, por fim, a própria riqueza.

Caso contrário, o filme do velho-jovem Chaplin continuará a representar uma realidade que teima em não sair de cena. Uma realidade que tem transformado os nossos trabalhadores, ao longo do tempo, em bonecos robotizados, viciados na repetição de atos, de gestos e de comandos, que permanecem ativados e atuantes, mesmo fora do ambiente do trabalho, nas conversas de finais de semana com amigos e familiares, naquele papo que ninguém aguenta mais, mas que todos ouvem até por piedade daquele que se sente um importante dente da engrenagem produtiva na qual está inserido, pois todos percebem o prejuízo mental de que são portadores tais indivíduos. Reflita e, ainda que não concorde, veja se conhece realidade diferente e melhor. Seja feliz, e boa sorte!

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*Luiz Antonio de Moura é um pensador espiritualista, um caminhante e um cultor do silêncio.

fev 18

LEITURAS SUGERIDAS PARA O DIA

LER A BÍBLIA - 2

6ª SEMANA DO TEMPO COMUM – SEGUNDA-FEIRA – 18/02/2019 –

“Na Liturgia da Palavra vamos encontrar a força e o reforço necessários para a jornada que se apresenta diante de nós a cada manhã. Antes de iniciar as atividades do dia, leia atentamente as leituras sugeridas e reflita sobre a Palavra que aperfeiçoa individual e espiritualmente” –

PRIMEIRA LEITURA

LEITURA DO LIVRO DO GÊNESIS – (Gn 4,1-15.25) – 1Adão conheceu Eva, sua mulher, e ela concebeu e deu à luz Caim, dizendo: “Gerei um homem com a ajuda do Senhor”. 2E deu também à luz Abel, irmão de Caim. Abel foi pastor de ovelhas e Caim, agricultor. 3Aconteceu, tempos depois, que Caim ofereceu frutos da terra como sacrifício ao Senhor 4e Abel ofereceu primogênitos do seu rebanho, com sua gordura. O Senhor olhou para Abel e sua oferenda, 5mas para Caim e sua oferenda não olhou. Caim encheu-se de cólera, e seu rosto tornou-se abatido. 6Então o Senhor perguntou a Caim: “Por que estás cheio de cólera e andas com o rosto abatido? 7É verdade que, se fizeres o bem, andarás de cabeça erguida; mas se fizeres o mal, o pecado estará à porta, espreitando-te. Tu, porém, poderás dominá-lo”. 8Caim disse a seu irmão, Abel: “Vamos ao campo”. Logo que chegaram ao campo, Caim atirou-se sobre o seu irmão, Abel, e matou-o. 9E o Senhor perguntou a Caim: “Onde está o teu irmão Abel?” Ele respondeu: “Não sei. Acaso sou o guarda do meu irmão?” 10O Senhor lhe disse: “Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão está clamando por mim da terra. 11Agora, pois, serás amaldiçoado pela terra que abriu a boca para receber das tuas mãos o sangue do teu irmão! 12Quando tu a cultivares, ela te negará seus frutos. E serás um fugitivo, vagando sobre a terra”. 13Caim disse ao Senhor: “Meu castigo é grande demais para que eu o possa suportar. 14Se, hoje, me expulsas desta terra, devo esconder-me de ti, tornando-me um fugitivo a vaguear sobre a terra; qualquer um que me encontrar me matará”. 15E o Senhor lhe disse: “Não! Mas aquele que matar Caim será punido sete vezes!” O Senhor pôs, então, um sinal em Caim, para que ninguém, ao encontrá-lo, o matasse. 25Adão conheceu de novo sua mulher. Ela deu à luz um filho, a quem chamou Set, dizendo: “O Senhor deu-me um outro descendente no lugar de Abel, que Caim matou”.    

– Graças a Deus.

EVANGELHO: Marcos 8,11-13

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo † segundo São Marcos.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 11os fariseus vieram e começaram a discutir com Jesus. E, para pô-lo à prova, pediam-lhe um sinal do céu. 12Mas Jesus deu um suspiro profundo e disse: “Por que esta gente pede um sinal? Em verdade vos digo, a esta gente não será dado nenhum sinal”. 13E, deixando-os, Jesus entrou de novo na barca e se dirigiu para a outra margem.    

 – Palavra da salvação!

– Glória a vós, Senhor.

  FONTES:   https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/   http://liturgiadiaria.cnbb.org.br/app/user/user/UserView.php?ano=2018&mes=4&dia=7  

fev 17

LEITURAS SUGERIDAS PARA O DIA

LER A BÍBLIA - 2

6ª SEMANA DO TEMPO COMUM – SÁBADO – 23/02/2019 –

“Na Liturgia da Palavra vamos encontrar a força e o reforço necessários para a jornada que se apresenta diante de nós a cada manhã. Antes de iniciar as atividades do dia, leia atentamente as leituras sugeridas e reflita sobre a Palavra que aperfeiçoa individual e espiritualmente” –

PRIMEIRA LEITURA

LEITURA DA CARTA AOS HEBREUS – (1Hb  11,1-7) – Irmãos, 1a fé é um modo de já possuir o que ainda se espera, a convicção acerca de realidades que não se veem. 2Foi a fé que valeu aos antepassados um bom testemunho. 3Foi pela fé que compreendemos que o universo foi organizado por uma palavra de Deus. Assim, as coisas visíveis provêm daquilo que não se vê. 4Foi pela fé que Abel ofereceu a Deus um sacrifício melhor que o de Caim; e por causa dela, ele foi declarado justo, pois Deus aprovou a sua oferta. Graças a ela, mesmo depois de morto, Abel ainda fala! 5Foi pela fé que Henoc foi arrebatado, para não ver a morte; e não mais foi encontrado, porque Deus o arrebatou. Antes de ser arrebatado, porém, recebeu o testemunho de que foi agradável a Deus. 6Ora, sem a fé é impossível ser-lhe agradável, pois aquele que se aproxima de Deus deve crer que ele existe e que recompensa os que o procuram. 7Foi pela fé que Noé, avisado divinamente daquilo que ainda não se via, levou a sério o oráculo e construiu uma arca para salvar a sua família. Pela fé, ele se separou do mundo, tornando-se herdeiro da justiça que se obtém pela fé.    

– Graças a Deus.

EVANGELHO: Marcos 9,2-13

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo † segundo São Marcos.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 2Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João e os levou sozinhos a um lugar à parte sobre uma alta montanha. E transfigurou-se diante deles. 3Suas roupas ficaram brilhantes e tão brancas como nenhuma lavadeira sobre a terra poderia alvejar. 4Apareceram-lhe Elias e Moisés e estavam conversando com Jesus. 5Então Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: “Mestre, é bom ficarmos aqui. Vamos fazer três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias”. 6Pedro não sabia o que dizer, pois estavam todos com muito medo. 7Então desceu uma nuvem e os encobriu com sua sombra. E da nuvem saiu uma voz: “Este é o meu Filho amado. Escutai o que ele diz!” 8E, de repente, olhando em volta, não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus com eles. 9Ao descerem da montanha, Jesus ordenou que não contassem a ninguém o que tinham visto, até que o Filho do homem tivesse ressuscitado dos mortos. 10Eles observaram essa ordem, mas comentavam entre si o que queria dizer “ressuscitar dos mortos”. 11Os três discípulos perguntaram a Jesus: “Por que os mestres da lei dizem que antes deve vir Elias?” 12Jesus respondeu: “De fato, antes vem Elias, para colocar tudo em ordem. Mas como dizem as Escrituras que o Filho do homem deve sofrer muito e ser rejeitado? 13Eu, porém, vos digo, Elias já veio, e fizeram com ele tudo o que quiseram, exatamente como as Escrituras falaram a respeito dele”.      

 – Palavra da salvação!

– Glória a vós, Senhor.

 

FONTE:   https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/    

fev 17

SEMANÁRIO DOMINICAL

PAULO DAHER - 2018

6º DOMINGO  COMUM DO ANO C  – BÊNÇÃO E MALDIÇÃO FAZEM PARTE DA LINGUAGEM BÍBLICA

“Cristo com seus discípulos diante de uma multidão de pessoas apresenta as bem-aventuranças: modo de viver que faz-nos felizes. Nossa maneira de escolher como viveremos determinará a realização de nossa vida na felicidade ou no sem sentido de tudo o que fazemos. Subir a montanha, indica estar bem junto de Deus”

*Por Monsenhor Paulo Daher –

EM JEREMIAS 17,5-8aInfeliz quem põe sua confiança em outro homem se seu coração se desvia de Deus. Quem põe sua confiança no Senhor é como árvore plantada à beira d´água sua folhagem permanecerá fresca e vai produzir frutos.

A bênção e a maldição fazem parte da linguagem bíblica. 

Ser amaldiçoado é ter a certeza de que se escolheu caminho que não leva a pessoa para perto de Deus, nosso Pai. Nem vai encontrar verdadeiros irmãos.

Ser abençoado  é sentir-se seguro nas mãos de Deus por confiar nele: hoje, acreditando em sua presença, seguindo sua vontade; amanhã, confiando na promessa divina.   

Conhecemos o sentido comum da palavra bênção. Quando pedimos ou damos aos outros é um desejo de que todo o bem aconteça para a pessoa. No sentido religioso além do bem que desejamos pedimos também a Deus que ele faça acontecer todo o bem à pessoa a quem dirigimos este desejo.           

A maldição pode ser um desejo que o mal aconteça a alguém. É fruto da falta de amor para com esta pessoa. Se ficar só nisso sem que tentemos realizar este mal á pessoa, a maldição só fará mal a nós mesmos, porque nos alimentamos do que não nos faz bem. Quando aos outros também não temos poder de só com desejar o mal a alguém possa acontecer com ela.

Na prática, ser amaldiçoado por Deus seria terrível. Deus jamais fará isso conosco. Mas nós mesmos nos amaldiçoamos quando fazemos o mal a nós ou a outros.

NA 1ª. CARTA AOS CORÍNTIOS 15,12.16-20Se apresentamos o Cristo ressuscitado é porque acreditamos que Ele venceu a morte pela nova vida. Pois esta é a nossa fé. E nossa esperança no Cristo vivo que ressuscitou dos mortos.

A Ressurreição é a certeza que dá sentido à nossa fé.

A ressurreição de Cristo, que continua presente em nossa vida, confirma o caminho certo para a felicidade que Ele já nos faz viver.

Além de Cristo, ninguém e nenhuma outra escolha neste mundo são capazes de garantir para nós a felicidade verdadeira.

A devoção aos sofrimentos de Cristo, à sua paixão e morte na cruz não deve deprimir-nos nem manter-nos pessimistas. Mais impressionante é a ressurreição de Cristo superando os tormentos da cruz. É exemplo para nós: sempre depois da tempestade vem a bonança, a calma, o tempo agradável.

O plano do Pai foi aceitar que seu Filho, Jesus viesse à terra, vivesse a nossa vida, orientasse todas as pessoas com suas palavras, passasse por todas as dificuldades que qualquer ser humano encontra em sua vida. Isto já bastaria para que pudéssemos seguir a vontade de Deus, realizando nossa vida segundo seu plano.

Jesus foi além: não resistindo à maldade humana, submeteu-se aos sofrimentos terríveis para que fôssemos perdoados de nossos pecados. Mas por causa de nossa fraqueza ressuscitou para confirmar seu domínio sobre tudo e todos. Assim em sua Igreja para toda a humanidades caminha conosco para que escolhamos sempre o melhor caminho.

EM  LUCAS 6, 17.20-26  - Cristo com seus discípulos diante de uma multidão de pessoas apresenta as bem-aventuranças: modo de viver que faz-nos felizes. Nossa maneira de escolher como viveremos determinará a realização de nossa vida na felicidade ou no sem sentido de tudo o que fazemos.

Subir a montanha, indica estar bem junto de Deus e enxergar melhor as pessoas.   Jesus subiu à montanha, e desse trono de Deus, indicou para nós os caminhos melhores:

pobreza de espírito – esvaziar-se de ambições, do espírito possessivo (não ser dono de nada), ficar disponível para os valores do Reino.

*   amor à Cruz – que vem do mundo, dos outros, (perseguições, invejas, discriminações), de nós mesmos (problemas internos, sofrimentos sem explicação)

abertura ao Reino pela porta da justiça, da verdade, tolerância, perdão e amor sincero.

A verdadeira felicidade não é a que vem ao encontro só de meus interesses, mas do bem que o Senhor destinou para mim.

A maldição dos que se julgam sábios, dos ricos avarentos ou exploradores, coloca-os em seu lugar deserto e sem a água da vida.

A bênção aos humildes e pobres ( os que confiam mais no Senhor) realiza neles a felicidade de Jesus:

- cujo segredo é  disponibilidade para servir;

- cujo preço é a cruz ( aceitação de ter de lutar sem lamentar-se, para conquistar seu lugar);

- cuja entrada, portal aberto, é a caridade, um amor sempre disposto e alegre.

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*Monsenhor Paulo Daher é Vigário Geral da Diocese de Petrópolis, colabora enviando gentilmente seus comentários aos textos litúrgicos da semana.

fev 17

REFLETINDO SOBRE A PALAVRA

LUDOVICO GARMUS

6º DOMINGO DO TEMPO COMUM – É FELIZ QUEM A DEUS SE CONFIA! –

“As bem-aventuranças constituem o núcleo central da mensagem do Evangelho. Jesus levanta os olhos e se dirige a cada pessoa da multidão de ouvintes, usando o plural “vós”. Na multidão Jesus vê gente pobre e faminta, gente que chora. Olha para o futuro e vê cristãos odiados e sendo expulsos das sinagogas”

*Por Frei Ludovico Garmus, OFM

ORAÇÃO: “Ó Deus, que prometestes permanecer nos corações sinceros e retos, dai-nos, por vossa graça, viver de tal modo, que possais habitar em nós”.

1. PRIMEIRA LEITURA: Jr 17,5-8

Maldito o homem que confia no homem;

feliz o homem que confia no Senhor.

O texto da primeira leitura é uma crítica a Sedecias, o último rei de Judá (597-587 a.C.). Jerusalém já tinha sido conquistada por Nabucodonosor, rei de Babilônia. Conquistada a cidade, Nabucodonosor depôs o rei Joaquin (Jeconias) e o exilou com a classe dirigente para Babilônia. Em seu lugar colocou Sedecias como rei. Passados alguns anos, Sedecias, seguindo a voz de seus conselheiros, tramava uma revolta contra Babilônia, contando com a promessa de apoio do Egito. O profeta Jeremias, em nome de Deus, dizia que trair o rei da Babilônia era assinar a sentença de morte contra Judá e Jerusalém. Mas, submeter-se aos babilônios era a única saída para salvar da ruína a nação e seu povo (Jr 27,1-8). Neste contexto situam-se as palavras de Jeremias. O profeta critica o rei, ameaçando-o com as maldições do livro do Deuteronômio. Sedecias deixou de confiar em Deus, para confiar nos conselhos dos homens; com isso atraiu sobre a nação as maldições previstas na Lei. Colocar a confiança nos homens era apostar no deserto, sem água e sem vida: “Eles me abandonaram, a fonte de água viva, para cavar para si cisternas rachadas, que não podem conter água. A bênção, porém, está com quem confia no Senhor. Este é comparado a uma árvore plantada junto às águas: ela sempre terá as folhas verdes e produzirá frutos (Salmo responsorial). Em quem depositamos nossa confiança? Qual é a minha fonte de água viva?

SALMO RESPONSORIAL: Sl 1

É feliz quem a Deus se confia!

2. SEGUNDA LEITURA: 1Cor 15,12.16-20

Se Cristo não ressuscitou, a vossa fé é vã.

No cap. 15, Paulo procura responder à pergunta da comunidade de Corinto: Que relação tem a ressurreição de Cristo com a nossa ressurreição? No judaísmo do tempo de Jesus, os fariseus acreditavam na ressurreição, mas os saduceus não. Quando, em Atenas, Paulo tentava anunciar como grande novidade que Jesus de Nazaré morreu crucificado, mas ao terceiro dia ressuscitou e que nós também vamos ressuscitar, alguns começaram a zombar dele e disseram: “A este respeito te ouviremos noutra ocasião” (At 17,32-34). Para os ouvintes pagãos era, portanto, mais difícil acreditar na ressurreição após a morte. Que o fundador de uma nova religião tivesse ressuscitado era até aceitável; seria parte de um mito... Decepcionado com Atenas que recebeu mal o Evangelho, Paulo chega a Corinto e muda o tom de sua pregação e insiste mais na humanidade de Cristo: “Enquanto os judeus pedem sinais, e os gregos procuram sabedoria, nós pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gregos...” (1Cor 1,22-23). A âncora da fé na ressurreição se fixa na humanidade do Filho de Deus encarnado e no poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos. Assumindo a nossa carne, Deus se fez solidário conosco. Partindo da dúvida dos coríntios, assim argumenta o Apóstolo:

• Se os mortos não ressuscitam, Cristo também não ressuscitou.

• Se Cristo não ressuscitou, nossa fé não vale nada e ainda não recebemos o perdão dos pecados.

• Se Cristo não ressuscitou, os que morreram em Cristo não foram salvos.

• Por que cremos na ressurreição? – Se colocamos nossa esperança em Cristo só para esta vida, entre todos os homens, somos os mais dignos de compaixão.

• Realidade da fé: “Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram”.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Ficai muito alegre, saltai de alegria,

pois, tendes um prêmio bem grande nos céus.

Ficai muito alegres, saltai de alegria. Amém, aleluia, aleluia.

3. EVANGELHO: Lc 6,17.20-26

Bem-aventurados os obres. Ai de vós, ricos.

Na cena anterior (v.12-16), Jesus tinha subido com os discípulos a uma montanha, onde passou a noite em oração. De manhã Jesus chamou-os e escolheu doze dentre eles e os chamou de apóstolos. Para Lucas, a montanha é o lugar do encontro com Deus e das decisões mais importantes. O evangelho de hoje quer mostrar que, dentre os muitos discípulos que o seguiam, Jesus escolhe doze para acompanhá-lo sempre na missão. Jesus desce com os companheiros até a planície, porque é lá que a missão acontece. Eles serão enviados em missão (Lc 9,1-6), junto com outros 72 discípulos (Lc 10,1-20). A esses apóstolos e discípulos/discípulas Jesus se dirige no seu sermão, bem como a uma multidão de pessoas, vindas da Judeia, de Tiro e Sidônia. É o “sermão da planície”, correspondente ao “sermão da montanha” de Mateus. Mateus dedica três capítulos ao “sermão da montanha” (cap. 5 a 7) enquanto Lucas se um (cap. 6). Isso porque, em Lucas, Jesus ensina na viagem da Galileia para Jerusalém (Lc 9,51–19,28) e no caminho para Emaús (24,13-35; cf. At 8,26-40).

As bem-aventuranças constituem o núcleo central da mensagem do Evangelho. Jesus levanta os olhos e se dirige a cada pessoa da multidão de ouvintes, usando o plural “vós”. Na multidão Jesus vê gente pobre e faminta, gente que chora. Olha para o futuro e vê cristãos odiados e sendo expulsos das sinagogas, insultados e amaldiçoados “por causa do Filho do Homem”. Os pobres são chamados felizes, os famintos serão saciados, os que choram haverão de rir, os que são odiados e perseguidos por causa do nome de Jesus são convidados a alegrar-se porque deram testemunho de sua fé e serão recompensados no céu. Em Lucas são quatro bem-aventuranças – em Mateus são oito. Em Lucas, às quatro bem-aventuranças correspondem quatro maldições: pobres X ricos; os famintos x e os que tem fartura; os que choram X e os que estão sempre em festa; os que são difamados X e os que são elogiados. O Evangelho nos coloca diante de dois caminhos: o do seguimento de Jesus Cristo ou o da sua rejeição. Não se pode permanecer indiferente diante de Jesus Cristo (Lc 2,34; 10,10-16; 12,49-53). Ou se é a favor ou se é contra: “Não podeis servir a Deus e às riquezas” (Lc 16,13).

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*Frei Ludovico Garmus é Doutor em Exegese Bíblica, Professor de Exegese no Instituto Teológico Franciscano-ITF, em Petrópolis, escritor, conferencista e colabora com o nosso Blog, autorizando a reprodução de textos e de reflexões de sua autoria.

fev 17

A PALAVRA DO SACERDOTE

ZÉ MARIA-2

 VI DOMINGO TEMPO COMUM – SINAIS DA SOBERBA –

“O exemplo da Mãe de Deus e nossa, Escrava do Senhor, possa aumentar em nós o amor à virtude da humildade. Recorremos a Ela, pois é ao mesmo tempo, uma Mãe de misericórdia e de ternura, a quem pessoa alguma jamais recorreu em vão. Peçamos à Maria que alcance para nós a virtude da humildade”

*Por Mons. José Maria Pereira –

Este domingo das bem-aventuranças nos recorda que somos felizes por depositar nossa confiança em Deus e nossa esperança na pessoa de Jesus.

Na primeira leitura ( Jr 17, 5-8 ), diz o Senhor: “Maldito o homem que confia no homem e faz consistir sua força na carne humana, enquanto o seu coração se afasta do Senhor; bendito o homem que confia no Senhor, cuja esperança é o Senhor.” No Evangelho ( Lc 6, 17. 20-26 ): Bem-aventurados vós, os pobres (....); mas ai de vós ricos.

Sede para mim a rocha do meu refúgio, Senhor: a humildade pessoal e a confiança em Deus caminham sempre juntas. Só o humilde procura a sua felicidade e a sua fortaleza no Senhor. Um dos motivos pelos quais os soberbos andam à cata de louvores e se sentem feridos por qualquer coisa que possa rebaixá-los na sua própria estima ou na dos outros, é a falta de firmeza interior; o seu único ponto de apoio e de esperança são eles próprios.

Não é outra a razão por que, com muita frequência, se mostram tão sensíveis à menor crítica, tão insistentes em sair-se com a sua, tão desejosos de ser conhecidos, tão ávidos de consideração. Agarram-se a si próprios como o náufrago se agarra a uma pequena tábua que não pode mantê-lo à superfície. E seja o que for que tenham conseguido na vida, sempre estão inseguros, insatisfeitos, sem paz. Um homem assim, sem humildade, que não confia nesse Deus que, como Pai que é, lhe estende continuamente os braços, habitará na aridez do deserto, em região salobra e desabitada ( Jr 17,6 ).

O cristão tem toda a sua esperança posta em Deus e, porque conhece e aceita a sua fraqueza, não se fia muito de si próprio.

A humildade não consiste tanto no desprezo próprio – porque Deus não nos despreza, somos obra saída das suas mãos --, mas no esquecimento de nós mesmos e na abertura total para Deus: “Quando pensamos que tudo se afunda sob os nossos olhos, nada se afunda, porque Tu és, Senhor, a minha fortaleza (Sl 42, 2 ). Se Deus mora na nossa alma, tudo o resto, por mais importante que pareça, é acidental, transitório. Em contrapartida, nós, em Deus, somos o permanente” ( São Josemaria Escrivá, Amigos de Deus, 92 ).

Os maiores obstáculos que o homem encontra para caminhar em seguimento de Cristo têm a sua origem no amor desordenado de si próprio, que o leva umas vezes a supervalorizar as suas forças e, outras, a cair no desânimo e no desalento. É uma atitude permanente de monólogo interior, em que os interesses próprios se agigantam ou se exorbitam e o eu sai sempre enaltecido.

Quem está cheio de orgulho exagera as suas qualidades, enquanto fecha os olhos para não ver os seus defeitos, e acaba por considerar como uma grande qualidade o que na realidade é um desvio do bom critério; persuade-se, por exemplo, de que tem um espírito magnânimo e generoso porque faz pouco caso das pequenas obrigações de cada dia, esquecendo que, para ser fiel no muito, tem de sê-lo no pouco. E por esse caminho chega a julgar-se superior, rebaixando injustamente as qualidades de outros que o superam em muitas virtudes.

São Bernardo indica diferentes manifestações progressivas da soberba: “a curiosidade, o querer saber tudo de todos; a frivolidade de espírito, por falta de profundidade na oração e na vida; a alegria tola e deslocada, que se alimenta frequentemente dos defeitos dos outros e os ridiculariza; a jactância; o prurido de singularidade; a arrogância; a presunção; o não reconhecer jamais as falhas próprias, ainda que sejam notórias; a relutância em abrir a alma ao Sacerdote na Confissão, por parecer que não se têm faltas... O soberbo é pouco amigo de conhecer a autêntica realidade do seu coração e muito amigo de calcar os outros aos pés, seja em pensamento, seja pelas suas atitudes externas.”

Se formos homens de oração, cresceremos em conhecimento próprio e não teremos nenhuma vontade de comparar-nos com os outros e menos ainda de julgá-los. Dizia São Josemaria Escrivá: “Se és tão miserável, como estranhas que os outros tenham misérias?” ( Caminho, 446).

Juntamente com a oração, que é o primeiro meio de que devemos socorrer-nos, procuremos ocasiões de praticar habitualmente a virtude da humildade: nos nossos afazeres, na vida familiar, quando estamos sozinhos..., sempre!

Procuremos não estar excessivamente preocupados com as nossas coisas: com a saúde, com o descanso, com o êxito profissional, econômico... E, na medida do possível, falar pouco de nós mesmos, dos nossos assuntos, daquilo que nos exaltaria aos olhos dos outros..., procuremos evitar sempre a ostentação de qualidades, bens materiais, conhecimentos...

Aceitemos as contrariedades sem impaciência, sem mau-humor, oferecendo-as com alegria ao Senhor; aceitemos sobretudo as pequenas humilhações e injustiças que se produzem na vida diária, pensando sinceramente: “Que é isso para o que eu mereço?” ( Caminho, 690 ).

Passemos por alto os erros alheios, desculpando-os e ajudando-os com uma caridade delicada a superá-los; cedamos à vontade dos outros sempre que não esteja envolvido o dever ou a caridade.

Esforcemo-nos, enfim, por gloriar-nos das nossas fraquezas junto do Sacrário, aonde iremos pedir ao Senhor que nos dê a sua Graça e não nos abandone; reconhecendo uma vez mais que não há nada de bom em nós que não venha dEle, e que o nosso eu é precisamente o obstáculo, o que tolhe a ação do Espírito Santo na nossa alma.

Aprenderemos a ser humildes se nos relacionarmos sempre mais intimamente com Jesus. A meditação frequente da Paixão levar-nos-á a contemplar a figura de Cristo humilhado e maltratado até o extremo por nós; Será aceso o nosso amor por Ele e um desejo vivo de imitá-Lo no seu aniquilamento.

O exemplo da Mãe de Deus e nossa, Escrava do Senhor, possa aumentar em nós o amor à virtude da humildade. Recorremos a Ela, pois é ao mesmo tempo, uma Mãe de misericórdia e de ternura, a quem pessoa alguma jamais recorreu em vão. Peçamos à Maria que alcance para nós a virtude da humildade, que Ela tanto apreciou; tenhamos certeza de que Ela irá nos atender! Maria pedirá a virtude da humildade para nós a esse Deus que eleva os humildes e reduz ao nada os soberbos; e como Maria é onipotente junto do seu Filho, será ouvida com toda a certeza.

_____________________________________________________

*Mons. José Maria Pereira, Sacerdote da Diocese de Petrópolis, é, também, Professor, Juiz do Tribunal Eclesiástico Interdiocesano de Niterói e Diocesano de Petrópolis e Vigário Paroquial de Nossa Senhora de Fátima enviando para o Blog, semanalmente, a homilia do domingo.

     

fev 17

LEITURAS SUGERIDAS PARA O DIA

BÍBLIA DE DOMINGO

6º DOMINGO DO TEMPO COMUM – 17/02/2019 –

“Na Liturgia da Palavra vamos encontrar a força e o reforço necessários para a jornada que se apresenta diante de nós a cada manhã. Antes de iniciar as atividades do dia, leia atentamente as leituras sugeridas e reflita sobre a Palavra que aperfeiçoa individual e espiritualmente” –

PRIMEIRA LEITURA:

LEITURA DO LIVRO DO PROFETA JEREMIAS – (Jr 17,5-8) –

5Isto diz o Senhor: “Maldito o homem que confia no homem e faz consistir sua força na carne humana, enquanto o seu coração se afasta do Senhor; 6como os cardos no deserto, ele não vê chegar a floração, prefere vegetar na secura do ermo, em região salobra e desabitada. 7Bendito o homem que confia no Senhor, cuja esperança é o Senhor; 8é como a árvore plantada junto às águas, que estende as raízes em busca de umidade, por isso não teme a chegada do calor: sua folhagem mantém-se verde, não sofre míngua em tempo de seca e nunca deixa de dar frutos”.

– Palavra do Senhor!

– Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL: 137,1-2a.2bc.4-5.7c-8

R. É feliz quem a Deus se confia!

1. Feliz é todo aquele que não anda / conforme os conselhos dos perversos; / que não entra no caminho dos malvados / nem junto aos zombadores vai sentar-se; / mas encontra seu prazer na lei de Deus / e a medita, dia e noite, sem cessar. –

R. É feliz quem a Deus se confia!

2. Eis que ele é semelhante a uma árvore / que à beira da torrente está plantada; / ela sempre dá seus frutos a seu tempo, † e jamais as suas folhas vão murchar. / Eis que tudo o que ele faz vai prosperar. –

R. É feliz quem a Deus se confia!

3. Mas bem outra é a sorte dos perversos. † Ao contrário, são iguais à palha seca / espalhada e dispersada pelo vento. / Pois Deus vigia o caminho dos eleitos, / mas a estrada dos malvados leva à morte. –

R. É feliz quem a Deus se confia!

SEGUNDA LEITURA:

LEITURA DA PRIMEIRA CARTA DE SÃO PAULO AOS CORÍNTIOS (ICor 15,12.16-20)

Irmãos, 12se se prega que Cristo ressuscitou dos mortos, como podem alguns dizer entre vós que não há ressurreição dos mortos? 16Pois, se os mortos não ressuscitam, então Cristo também não ressuscitou. 17E se Cristo não ressuscitou, a vossa fé não tem nenhum valor e ainda estais nos vossos pecados. 18Então, também os que morreram em Cristo pereceram. 19Se é para esta vida que pusemos a nossa esperança em Cristo, nós somos – de todos os homens – os mais dignos de compaixão. 20Mas, na realidade, Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram.

– Palavra do Senhor!

– Graças a Deus.

EVANGELHO: Lucas 6,17.20-26

— O Senhor esteja convosco.]

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo † segundo São Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 17Jesus desceu da montanha com os discípulos e parou num lugar plano. Ali estavam muitos dos seus discípulos e grande multidão de gente de toda a Judeia e de Jerusalém, do litoral de Tiro e Sidônia. 20E, levantando os olhos para os seus discípulos, disse: “Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus! 21Bem-aventurados, vós que agora tendes fome, porque sereis saciados! Bem-aventurados vós, que agora chorais, porque havereis de rir! 22Bem-aventurados sereis quando os homens vos odiarem, vos expulsarem, vos insultarem e amaldiçoarem o vosso nome por causa do Filho do homem! 23Alegrai-vos, nesse dia, e exultai, pois será grande a vossa recompensa no céu; porque era assim que os antepassados deles tratavam os profetas. 24Mas ai de vós, ricos, porque já tendes vossa consolação! 25Ai de vós, que agora tendes fartura, porque passareis fome! Ai de vós, que agora rides, porque tereis luto e lágrimas! 26Ai de vós quando todos vos elogiam! Era assim que os antepassados deles tratavam os falsos profetas”.

– Palavra da salvação!

– Glória a vós, Senhor.

  FONTES: https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/ http://liturgiadiaria.cnbb.org.br/app/user/user/UserView.php?ano=2018&mes=4&dia=7

fev 16

LEITURAS SUGERIDAS PARA O DIA

BÍBLIA - A PALAVRA DE DEUS PARA NÓS

5ª SEMANA DO TEMPO COMUM – SÁBADO – 16/02/2019 –

“Na Liturgia da Palavra vamos encontrar a força e o reforço necessários para a jornada que se apresenta diante de nós a cada manhã. Antes de iniciar as atividades do dia, leia atentamente as leituras sugeridas e reflita sobre a Palavra que aperfeiçoa individual e espiritualmente” –

PRIMEIRA LEITURA

LEITURA DO LIVRO DO GÊNESIS – (Gn 3,9-24) – 9O Senhor Deus chamou Adão, dizendo: “Onde estás?” 10E ele respondeu: “Ouvi tua voz no jardim e fiquei com medo, porque estava nu; e me escondi”. 11Disse-lhe o Senhor Deus: “E quem te disse que estavas nu? Então comeste da árvore de cujo fruto te proibi comer?” 12Adão disse: “A mulher que tu me deste por companheira, foi ela que me deu do fruto da árvore, e eu comi”. 13Disse o Senhor Deus à mulher: “Por que fizeste isso?” E a mulher respondeu: “A serpente enganou-me e eu comi”. 14Então o Senhor Deus disse à serpente: “Porque fizeste isso, serás maldita entre todos os animais domésticos e todos os animais selvagens! Rastejarás sobre o ventre e comerás pó todos os dias da tua vida! 15Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar”. 16À mulher ele disse: “Multiplicarei os sofrimentos da tua gravidez: entre dores darás à luz os filhos; teus desejos te arrastarão para o teu marido, e ele te dominará”. 17E disse em seguida a Adão: “Porque ouviste a voz da tua mulher e comeste da árvore de cujo fruto te proibi comer, amaldiçoado será o solo por tua causa! Com sofrimento tirarás dele o alimento todos os dias da tua vida. 18Ele produzirá para ti espinhos e cardos e comerás as ervas da terra; 19comerás o pão com o suor do teu rosto até voltares à terra de que foste tirado, porque és pó e ao pó hás de voltar”. 20E Adão chamou à sua mulher “Eva”, porque ela é a mãe de todos os viventes. 21Então o Senhor Deus fez para Adão e sua mulher túnicas de pele e os vestiu. 22Disse, depois, o Senhor Deus: “Eis que o homem se tornou como um de nós, capaz de conhecer o bem e o mal. Não aconteça, agora, que ele estenda a mão também à árvore da vida para comer dela e viver para sempre!” 23E o Senhor Deus o expulsou do jardim de Éden, para que ele cultivasse a terra donde fora tirado. 24Expulsou o homem e colocou a oriente do jardim de Éden os querubins e a espada lampejante de chamas, para guardar o caminho da árvore da vida.   

– Graças a Deus.

EVANGELHO: Marcos 8,1-10

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo † segundo São Marcos.

— Glória a vós, Senhor.

1Naqueles dias, havia de novo uma grande multidão e não tinha o que comer. Jesus chamou os discípulos e disse: 2“Tenho compaixão dessa multidão, porque já faz três dias que está comigo e não têm nada para comer. 3Se eu os mandar para casa sem comer, vão desmaiar pelo caminho, porque muitos deles vieram de longe”. 4Os discípulos disseram: “Como poderia alguém saciá-los de pão aqui no deserto?” 5Jesus perguntou-lhes: “Quantos pães tendes?” Eles responderam: “Sete”. 6Jesus mandou que a multidão se sentasse no chão. Depois, pegou os sete pães e deu graças, partiu-os e ia dando aos seus discípulos, para que os distribuíssem. E eles os distribuíam ao povo. 7Tinham também alguns peixinhos. Depois de pronunciar a bênção sobre eles, mandou que os distribuíssem também. 8Comeram e ficaram satisfeitos, e recolheram sete cestos com os pedaços que sobraram. 9Eram quatro mil, mais ou menos. E Jesus os despediu. 10Subindo logo na barca com seus discípulos, Jesus foi para a região de Dalmanuta.   

 – Palavra da salvação!

– Glória a vós, Senhor.

  FONTES:   https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/   http://liturgiadiaria.cnbb.org.br/app/user/user/UserView.php?ano=2018&mes=4&dia=7  

fev 15

LEITURAS SUGERIDAS PARA O DIA

BÍBLIA - A PALAVRA DE DEUS PARA NÓS

5ª SEMANA DO TEMPO COMUM – SEXTA-FEIRA – 15/02/2019 –

“Na Liturgia da Palavra vamos encontrar a força e o reforço necessários para a jornada que se apresenta diante de nós a cada manhã. Antes de iniciar as atividades do dia, leia atentamente as leituras sugeridas e reflita sobre a Palavra que aperfeiçoa individual e espiritualmente” –

PRIMEIRA LEITURA

LEITURA DO LIVRO DO GÊNESIS – (Gn 3,1-8) – 1A serpente era o mais astuto de todos os animais dos campos que o Senhor Deus tinha feito. Ela disse à mulher: “É verdade que Deus vos disse: ‘Não comereis de nenhuma das árvores do jardim’?” 2E a mulher respondeu à serpente: “Do fruto das árvores do jardim nós podemos comer. 3Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, Deus nos disse: ‘Não comais dele nem sequer o toqueis, do contrário morrereis’”. 4A serpente disse à mulher: “Não, vós não morrereis. 5Mas Deus sabe que, no dia em que dele comerdes, vossos olhos se abrirão e vós sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal”. 6A mulher viu que seria bom comer da árvore, pois era atraente para os olhos e desejável para obter conhecimento. E colheu um fruto, comeu e deu também ao marido, que estava com ela, e ele comeu. 7Então, os olhos dos dois se abriram; e, vendo que estavam nus, teceram tangas para si com folhas de figueira. 8Quando ouviram a voz do Senhor Deus, que passeava pelo jardim à brisa da tarde, Adão e sua mulher esconderam-se do Senhor Deus no meio das árvores do jardim.  

– Graças a Deus.

EVANGELHO: Marcos 7,31-37

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo † segundo São Marcos.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 31Jesus saiu de novo da região de Tiro, passou por Sidônia e continuou até o mar da Galileia, atravessando a região da Decápole. 32Trouxeram então um homem surdo, que falava com dificuldade, e pediram que Jesus lhe impusesse a mão. 33Jesus afastou-se com o homem para fora da multidão; em seguida, colocou os dedos nos seus ouvidos, cuspiu e, com a saliva, tocou a língua dele. 34Olhando para o céu, suspirou e disse: “Efatá!”, que quer dizer “abre-te!” 35Imediatamente seus ouvidos se abriram, sua língua se soltou e ele começou a falar sem dificuldade. 36Jesus recomendou com insistência que não contassem a ninguém. Mas, quanto mais ele recomendava, mais eles divulgavam. 37Muito impressionados, diziam: “Ele tem feito bem todas as coisas: aos surdos faz ouvir e aos mudos falar”.   

 – Palavra da salvação!

– Glória a vós, Senhor.

  FONTES:   https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/   http://liturgiadiaria.cnbb.org.br/app/user/user/UserView.php?ano=2018&mes=4&dia=7  

fev 14

LEITURAS SUGERIDAS PARA O DIA

BÍBLIA - A PALAVRA DE DEUS PARA NÓS

5ª SEMANA DO TEMPO COMUM – QUINTA-FEIRA – 14/02/2019 –

“Na Liturgia da Palavra vamos encontrar a força e o reforço necessários para a jornada que se apresenta diante de nós a cada manhã. Antes de iniciar as atividades do dia, leia atentamente as leituras sugeridas e reflita sobre a Palavra que aperfeiçoa individual e espiritualmente” –

PRIMEIRA LEITURA

LEITURA DO LIVRO DO GÊNESIS – (Gn 2,18-25) – 18O Senhor Deus disse: “Não é bom que o homem esteja só. Vou dar-lhe uma auxiliar semelhante a ele”. 19Então o Senhor Deus formou da terra todos os animais selvagens e todas as aves do céu e trouxe-os a Adão para ver como os chamaria; todo ser vivo teria o nome que Adão lhe desse. 20E Adão deu nome a todos os animais domésticos, a todas as aves do céu e a todos os animais selvagens, mas Adão não encontrou uma auxiliar semelhante a ele. 21Então o Senhor Deus fez cair um sono profundo sobre Adão. Quando este adormeceu, tirou-lhe uma das costelas e fechou o lugar com carne. 22Depois, da costela tirada de Adão, o Senhor Deus formou a mulher e conduziu-a a Adão. 23E Adão exclamou: “Desta vez, sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada ‘mulher’ porque foi tirada do homem”. 24Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e eles serão uma só carne. 25Ora, ambos estavam nus, Adão e sua mulher, e não se envergonhavam. 

– Graças a Deus.

EVANGELHO: Marcos 7, 24-30

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo † segundo São Marcos.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 24Jesus saiu e foi para a região de Tiro e Sidônia. Entrou numa casa e não queria que ninguém soubesse onde ele estava. Mas não conseguiu ficar escondido. 25Uma mulher, que tinha uma filha com um espírito impuro, ouviu falar de Jesus. Foi até ele e caiu a seus pés. 26A mulher era pagã, nascida na Fenícia da Síria. Ela suplicou a Jesus que expulsasse de sua filha o demônio. 27Jesus disse: “Deixa primeiro que os filhos fiquem saciados, porque não está certo tirar o pão dos filhos e jogá-lo aos cachorrinhos”. 28A mulher respondeu: “É verdade, Senhor; mas também os cachorrinhos, debaixo da mesa, comem as migalhas que as crianças deixam cair”. 29Então Jesus disse: “Por causa do que acabas de dizer, podes voltar para casa. O demônio já saiu de tua filha”. 30Ela voltou para casa e encontrou sua filha deitada na cama, pois o demônio já havia saído dela.   

 – Palavra da salvação!

– Glória a vós, Senhor.

  FONTES:   https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/   http://liturgiadiaria.cnbb.org.br/app/user/user/UserView.php?ano=2018&mes=4&dia=7  

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