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Sementes de vida, ������© tempo de semear

Arquivo por mês: julho 2018

jul 31

A PALAVRA DE DEUS: PALAVRA QUE EDIFICA

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A PALAVRA PARA VOCÊ –

TERÇA-FEIRA – 31/07/2018 –

II LIVRO DOS REIS - Capítulo 1, 1-18 –

 – O PROFETA ELIAS E O REI OCOZIAS –

1Tendo morrido Acab, Moab revoltou-se contra Israel.2Ocozias, que se encontrava em seu quarto alto, na Samaria, caiu da janela e feriu-se gravemente. Enviou então mensageiros, aos quais disse: Ide consultar Baal-Zebub, deus de Acaron, para saber se serei curado de meu mal.3Mas o anjo do Senhor falou a Elias, o tesbita: Sobe ao encontro dos mensageiros do rei de Samaria, e dize-lhes: Não há porventura um Deus em Israel, para irdes consultar Baal-Zebub, deus de Acaron?4Por isso eis o que diz o Senhor: Não te levantarás do leito a que subiste, mas morrerás. E Elias partiu.5Os mensageiros voltaram para Ocozias, e este lhes perguntou: Por que voltais?6Eles responderam: Um homem nos veio ao encontro e nos disse: Ide, voltai para o vosso rei e dizei-lhe: Isto diz o Senhor: Não há porventura Deus em Israel, para que mandes consultar Baal-Zebub, deus de Acaron? Por isso não te levantarás do leito a que subiste; vais morrer.7Ocozias disse-lhes: Como era esse homem que veio ao vosso encontro e vos falou desse modo?8Era um homem coberto de pelos, responderam-lhe, que trazia uma cinta de couro em volta dos rins. O rei disse: É Elias, o tesbita.9Imediatamente enviou-lhe o rei um chefe com seus cinquenta homens. Este foi ter com Elias, que estava sentado no cimo dum monte, e disse-lhe: Ó homem de Deus, desce depressa, pois é ordem do rei.10Elias respondeu: Se sou um homem de Deus, venha fogo do céu e vos devore, a ti e aos teus cinquenta homens. E o fogo, caindo do céu, devorou o chefe e seus cinquenta homens.11O rei mandou outro chefe com os seus cinquenta homens, o qual, chegando aonde estava Elias, lhe disse; Ó homem de Deus, esta é a ordem do rei: desce imediatamente.12Se sou um homem de Deus, respondeu Elias, venha fogo do céu e te devore com os teus cinquenta homens. E o fogo, caindo do céu, devorou o chefe e seus cinquenta homens.13Pela terceira vez, mandou o rei um chefe com os seus cinquenta homens, o qual, chegando aonde estava Elias, pôs-se de joelhos e suplicou-lhe, dizendo: Peço-te, ó homem de Deus, que a minha vida tenha algum valor aos teus olhos e a destes cinquenta homens teus servos.14Veio fogo do céu e devorou os dois primeiros chefes; mas, agora, que minha vida tenha algum valor aos teus olhos!15O anjo do Senhor disse a Elias: Desce com este homem; não temas. Elias levantou-se e desceu com ele à casa do rei.16Disse-lhe: Eis o que diz o Senhor: Porque enviaste mensageiros a consultar Baal-Zebub, deus de Acaron, não te levantarás mais do leito a que subiste; mas morrerás.17Ocozias morreu, segundo a palavra que o Senhor tinha dito pelo profeta Elias, e seu irmão Jorão sucedeu-lhe o trono, no segundo ano de Jorão, filho de Josafá, rei de Judá, porque Ocozias não tinha filhos.18O resto da história de Ocozias e suas ações, tudo está consignado no livro das Crônicas dos reis de Israel.

    FONTE: http://claret.org.br/biblia __________________________________________ *Leitura do Livro de Samuel.    

jul 31

EVANGELHO: SEMENTES PARA A VIDA

BÍBLIA - A PALAVRA DE DEUS PARA NÓS

17ª SEMANA DO TEMPO COMUM – TERÇA-FEIRA – 31/07/2018 –

Evangelho (Mt 13,36-43)

O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo  segundo São Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo:  36Jesus deixou as multidões e foi para casa.  Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram:  'Explica-nos a parábola do joio!'  37Jesus respondeu:  Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem.  38O campo é o mundo.  A boa semente são os que pertencem ao Reino.  O joio são os que pertencem ao Maligno.  39O inimigo que semeou o joio é o diabo.  A colheita é o fim dos tempos.  Os ceifadores são os anjos.  40Como o joio é recolhido e queimado ao fogo,  assim também acontecerá no fim dos tempos:  41o Filho do Homem enviará os seus anjos  e eles retirarão do seu Reino  todos os que fazem outros pecar  e os que praticam o mal;  42e depois os lançarão na fornalha de fogo.  Ali haverá choro e ranger de dentes.  43Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai.  Quem tem ouvidos, ouça.'       

   – Palavra da salvação!   

— Glória a vós, Senhor.

  FONTE:   http://liturgiadiaria.cnbb.org.br/app/user/user/UserView.php?ano=2018&mes=4&dia=28

jul 31

LITURGIA: PARTILHA E APROXIMAÇÃO

LITURGIA DIÁRIA-2016

17ª SEMANA DO TEMPO COMUM – TERÇA-FEIRA – 31/07/2018 –  

LEITURA DO LIVRO DO PROFETA JEREMIAS – (Jr 14,17-22) –

17Derramem lágrimas meus olhos,  noite e dia, sem parar,  porque um grande desastre feriu a cidade,  a jovem filha de meu povo,  um golpe terrível e violento.  18Se eu sair ao campo,  vejo cadáveres abatidos à espada;  se entrar na cidade,  deparo com gente consumida de fome;  até os profetas e sacerdotes  andam à toa pelo país.'  19Acaso terás rejeitado Judá inteiramente,  ou te desgostaste deveras de Sião?  Por que, então, nos feriste tanto,  que não há meio para nos curarmos?  Esperávamos a paz, e não veio a felicidade;  contávamos com o tempo de cura,  e não nos restou senão consternação.  20Reconhecemos, Senhor, a nossa impiedade,  os pecados de nossos pais, porque todos pecamos contra ti.  21Mas, por teu nome,  não nos faças sofrer a vergonha suprema  de levarmos a desonra ao trono de tua glória;  lembra-te, não quebres a tua aliança conosco.  22Acaso existem entre os ídolos dos povos  os que podem fazer chover?  Acaso podem os céus mandar-nos as águas?  Não és tu o Senhor, nosso Deus,  que estamos esperando?  Tu realizas todas essas coisas. - Palavra do Senhor!

– Graças a Deus. 

                                 FONTE:   http://liturgiadiaria.cnbb.org.br/app/user/user/UserView.php?ano=2018&mes=4&dia=2

jul 30

EDITORIAL DA SEMANA: CONVIVER E TOLERAR FAZ PARTE DO JOGO DA VIDA

AMAI-VOS UNS AOS OUTROS

O SACRIFÍCIO EM NOME DA FÉ –

*Por Luiz Antonio de Moura –

Até que ponto devemos fazer sacrifícios no curso da nossa existência terrena? E quando falamos em sacrifício, estamos nos referindo àqueles aos quais podemos, de forma livre e espontânea, livrar-nos ao nosso bel prazer. São sacrifícios, como por exemplo, ter de tolerar e conviver com pessoas muito próximas, ligadas a nós, muitas vezes, por laços sanguíneos e familiares e/ou conjugais. Claro, porque, por outras formas de sacrifício, ainda mais estando ao nosso dispor o livramento, nada justifica continuar no sofrimento. Mas, quando se trata daquele sacrifício dentro de casa, em uma convivência difícil com os pais, com os irmãos, com o cônjuge ou mesmo com os filhos, como fazer para continuar na luta, sem desistir?

Quando falo com alguém sobre esta questão, sempre é lançado o mesmo desafio: falar é fácil. Há pouco tempo disseram-me: queria ver se fosse com você! Alguém que, certamente, caindo, pensa que todos caem da mesma forma.

O problema não é saber como vou resolver ou enfrentar a questão, ou como posso sugerir a alguém a enfrentá-la. A situação envolvendo a convivência, principalmente, dentro de casa ou no núcleo familiar é por demais desafiante, porque, quase sempre, traz um componente incendiário: a falta de respeito entre os oponentes. E esta falta de respeito, não raro, descamba para o campo das acusações mútuas e, por fim, para a troca de ofensas, quando não, para as agressões físicas. A solução, para os estranhos, parece bastante simples: a fuga! A troca de ambiente. Entretanto, quando se fala da relação com pais idosos e dependentes, a coisa fica um pouco mais complicada. Quando se fala de uma relação conjugal, da qual existem filhos pequenos e muito dependentes do pai ou da mãe, tudo fica um pouco mais difícil. Muitas vezes, os filhos não são nem tão pequenos assim, mas nutrem uma inocente paixão pelo pai ou pela mãe, com tal intensidade, que a saída de um ou de outro pode transformar aquela vidinha iniciante numa vida dura demais para quem não fez por merecer. Dizem, os bravos e fortes, que filhos não seguram casamento. Esta afirmação nem sempre se sustenta, quando o coração fala mais alto e ainda não está comprometido da porta da casa para fora.

O fato é que “sair” nem sempre é a solução. Então, surge a pergunta: “Por que viver desta forma?” ou “ninguém merece passar por isso”, referindo-se a uma convivência conturbada. Humanamente falando, a questão é complexa mesmo e a gente sempre encontra mil razões para mandar tudo pelos ares e sair mundo afora. Não faltam os conselhos e os amigos de ocasião, sempre a darem o impulso que falta para uma decisão mais arrojada e rápida.

Ocorre que, o bom jogador conhece as regras e as técnicas do jogo e sabe que não pode abandonar o campo antes de ser substituído pelo Técnico ou, em último caso, expulso pelo Juiz da partida.

E, enquanto não é substituído ou expulso, sair de campo voluntariamente pode acarretar penalidades muito duras para a carreira de qualquer jogador. Penalidades que a própria vida impõe e cobrará de cada participante do grande jogo da vida. A solução adotada por muitos, e com resultados bastante positivos, utilizada pelos antigos e ainda pelas novas gerações, é a aceitação do jogo em nome da confiança depositada no Grande Técnico que, conhecendo perfeitamente cada um dos jogadores, escala cada um de nós para atuar enquanto for do agrado Dele. Esta confiança, também entendida como “fé” é uma das únicas armas que temos ao nosso dispor para lutar de forma intensa e permanente, unindo forças de todos os lados e buscando saídas e soluções práticas para o sistemático e ininterrupto enfrentamento.

Há que se ter em mente que, não havendo golpes baixos durante a partida, sendo a questão apenas de tolerância e de convivência, a fé e a devoção ao Técnico é bastante forte para sustentar desânimos, arrependimentos e desilusões. No entanto, com golpes baixos (agressões físicas e morais, traições e outros do gênero) é, realmente, difícil o permanecer em campo.

Fora desses extremos, mudar de ambiente significa, quase sempre, mudar de problema, simplesmente porque problemas perseguem os seres humanos que, por natureza somos problemáticos mesmo. Então, o que fazer? Parar, analisar todos os aspectos envolvidos e, em caso de fracasso de uma convivência pactuada em bons termos, tentar uma mudança unilateral de comportamento e de atuação. Em muitos casos, o cerne da questão está em nós, e não, nos outros. Então, por que não refletir sobre a própria forma de viver, de agir e de pensar? Por que não programar o início de uma alteração comportamental, na tentativa de facilitar toda uma transformação e, por fim, toda uma vida que, quase sempre, envolve outras pessoas? Até aqui, pode parecer fácil falar. Mas, alguém precisa falar e, espera-se, alguém haverá de ouvir.

A fé sempre traz consigo a obediência. A fé Naquele que tudo sabe e que tudo pode; obediência aos compromissos que assumimos uns para com os outros ou que, por meio das nossas ações, acabamos por envolver outras pessoas, como no caso dos nossos filhos que, sem pedirem, vieram para o nosso convívio graças aos atos que praticamos em nome de um “amor” que, impensado ou não, foi a desculpa que encontramos para gerá-los.

Por último, o seguimento à Palavra de Cristo: “quem não toma sua cruz e me segue, não é digno de mim. O que se prende à sua vida perdê-la-á; e o que perder a sua vida por meu amor, achá-la-á” (Mt 10, 38-39). Assim, aceitar e conformar-se ao sacrifício por amor ao Cristo, tudo suportando em nome do único e verdadeiro amor, tendo na fé o fortíssimo escudo usado pelos verdadeiros e bravos guerreiros, faz de nós muito mais do que as simples fugas da vida podem fazer. Da batalha, o gosto da vitória, ainda que tardia. Da fuga, o gosto amargo da covardia e da sensação de uma falsa vitória. É muito fácil ganhar o jogo comprado. Difícil é vencer o duríssimo jogo da vida, brandindo as bandeiras da fé e do verdadeiro amor.

Este texto é, como todos os demais que escrevo, um chamamento à reflexão. Não se iluda, porque não escrevo para você. Caso alguma frase ou colocação sirva para a sua vida, tenha certeza, é mera coincidência porque escrevo para o meu site que, mensalmente, é acessado por mais de cinco mil pessoas. Seria vidência eu escrever pensado em você que, infelizmente, nem conheço! Seja feliz, e boa sorte!

_____________________________________________

*Luiz Antonio de Moura é um pensador espiritualista, um caminhante e um cultor do silêncio.

 

jul 30

EVANGELHO: SEMENTES PARA A VIDA

BÍBLIA - A PALAVRA DE DEUS PARA NÓS

17ª SEMANA DO TEMPO COMUM – SEGUNDA-FEIRA – 30/07/2018 –

Evangelho (Mt 13,31-35)

O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo  segundo São Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo:  31Jesus contou-lhes outra parábola:  'O Reino dos Céus é como uma semente de mostarda  que um homem pega e semeia no seu campo.  32Embora ela seja a menor de todas as sementes,  quando cresce, fica maior do que as outras plantas.  E torna-se uma árvore, de modo que os pássaros vêm  e fazem ninhos em seus ramos.'  33Jesus contou-lhes ainda uma outra parábola:  'O Reino dos Céus é como o fermento  que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha,  até que tudo fique fermentado.'  34Tudo isso Jesus falava em parábolas às multidões.  Nada lhes falava sem usar parábolas,  35para se cumprir o que foi dito pelo profeta:  'Abrirei a boca para falar em parábolas;  vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo'.       

   – Palavra da salvação!   

— Glória a vós, Senhor.

  FONTE:   http://liturgiadiaria.cnbb.org.br/app/user/user/UserView.php?ano=2018&mes=4&dia=28

jul 30

LITURGIA: PARTILHA E APROXIMAÇÃO

LITURGIA DIÁRIA-2016

17ª SEMANA DO TEMPO COMUM – SEGUNDA-FEIRA – 30/07/2018 –  

LEITURA DO LIVRO DO PROFETA JEREMIAS – (Jr 13,1-11) –

1Isto disse-me o Senhor:  'Vai comprar um cinto de linho  e põe-no em torno da cintura,  mas não o deixes molhar na água'.  2Comprei o cinto, conforme a ordem do Senhor,  e coloquei-o à cintura.  3E a palavra do Senhor dirigiu-se a mim pela segunda vez,  dizendo:  4'Toma o cinto que compraste e tens à cintura,  levanta-te e vai ao Eufrates,  esconde-o lá na fenda de uma pedra.'  5Fui e o escondi perto do Eufrates,  conforme mandara o Senhor.  6Ora, ao cabo de muitos dias, disse-me o Senhor:  'Levanta-te, vai ao Eufrates,  e retira de lá o cinto que te mandei esconder'.  7Fui ao Eufrates, cavei  e retirei o cinto do lugar, onde o tinha escondido;  mas eis que o cinto tinha apodrecido tanto  que não servia mais para nada.  8E a palavra do Senhor dirigiu-se a mim, dizendo:  9'Isto diz o Senhor:  Assim farei apodrecer  a grande soberba de Judá e de Jerusalém;  10este povo perverso,  que se recusa a ouvir minhas palavras,  convive com a maldade no coração,  e vai atrás de deuses estrangeiros,  prestando-lhes culto e prostrando-se diante deles,  será como este cinto  que não serve mais para nada.  11Pois assim como o cinto se une à cintura do homem,  assim quis eu que toda a casa de Israel  e toda a casa de Judá se unissem a mim, diz o Senhor,  para ser meu povo, honra do meu nome, louvor e glória.  Mas não ouviram.' - Palavra do Senhor!

– Graças a Deus.

                                   FONTE:   http://liturgiadiaria.cnbb.org.br/app/user/user/UserView.php?ano=2018&mes=4&dia=2

jul 29

SALMO É LUZ. SALMO É VIDA. SALMO É LOUVOR!

SALMO 90

SALMO DO DIA – DOMINGO - 29/07/2018 – CANTANDO OU RECITANDO, APROXIMA-TE DO SENHOR –

SALMO –  Sl 144,10-11.15-16.17-18

R. Saciai os vossos filhos, ó Senhor!

10Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem,

e os vossos santos com louvores vos bendigam!

11Narrem a glória e o esplendor do vosso reino

e saibam proclamar vosso poder!

R. Saciai os vossos filhos, ó Senhor! 

15Todos os olhos, ó Senhor, em vós esperam

e vós lhes dais no tempo certo o alimento;

16vós abris a vossa mão prodigamente

e saciais todo ser vivo com fartura. 

R. Saciai os vossos filhos, ó Senhor!

17É justo o Senhor em seus caminhos,

é santo em toda obra que ele faz.

18Ele está perto da pessoa que o invoca,

de todo aquele que o invoca lealmente.

R. Saciai os vossos filhos, ó Senhor!

____________________________________________   FONTE: http://liturgiadiaria.cnbb.org.br/app/user/user/UserView.php?ano=2018&mes=4&dia=7        

jul 29

EVANGELHO: SEMENTES PARA A VIDA

Closeup of wooden Christian cross on bible

17º DOMINGO DO TEMPO COMUM – 29/07/2018 –

Evangelho (Jo 6,1-15)

O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo  segundo São João.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo: 1Jesus foi para o outro lado do mar da Galileia, também chamado de Tiberíades. 2Uma grande multidão o seguia,  porque via os sinais que ele operava a favor dos doentes. 3Jesus subiu ao monte e sentou-se aí, com os seus discípulos. 4Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus. 5Levantando os olhos,  e vendo que uma grande multidão estava vindo ao seu encontro, Jesus disse a Filipe: 'Onde vamos comprar pão para que eles possam comer?' 6Disse isso para pô-lo à prova,  pois ele mesmo sabia muito bem o que ia fazer. 7Filipe respondeu: 'Nem duzentas moedas de prata bastariam para dar um pedaço de pão a cada um'. 8Um dos discípulos,  André, o irmão de Simão Pedro, disse: 9'Está aqui um menino com cinco pães de cevada e dois peixes. Mas o que é isso para tanta gente?' 10Jesus disse: 'Fazei sentar as pessoas'. Havia muita relva naquele lugar, e lá se sentaram, aproximadamente, cinco mil homens. 11Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, tanto quanto queriam. E fez o mesmo com os peixes. 12Quando todos ficaram satisfeitos, Jesus disse aos discípulos: 'Recolhei os pedaços que sobraram,  para que nada se perca!' 13Recolheram os pedaços e encheram doze cestos com as sobras dos cinco pães, deixadas pelos que haviam comido. 14Vendo o sinal que Jesus tinha realizado, aqueles homens exclamavam: 'Este é verdadeiramente o Profeta, aquele que deve vir ao mundo'. 15Mas, quando notou que estavam querendo levá-lo para proclamá-lo rei, Jesus retirou-se de novo, sozinho, para o monte.     

   – Palavra da salvação!   

— Glória a vós, Senhor.

  FONTE:   http://liturgiadiaria.cnbb.org.br/app/user/user/UserView.php?ano=2018&mes=4&dia=28

jul 29

A PALAVRA DO SACERDOTE – O PÃO DA VIDA -

ZÉ MARIA-2

XVII DOMINGO DO TEMPO COMUM – O PÃO DA SALVAÇÃO –

*Por Mons. José Maria Pereira – 

A Palavra de Deus, em Jo 6, 1– 15, mostra-nos Jesus num lugar afastado, junto ao lago de Genesaré, no meio de uma multidão de povos provenientes das cidades vizinhas. Eram, aproximadamente, cerca de cinco mil homens ( cf. Jo 6, 10 ). E enquanto o Senhor falava, ninguém pensou no cansaço, nem nas horas que tinham passado sem comer, nem na falta de provisões e na impossibilidade de obtê-las. As palavras de Jesus tinham cativado a todos e ninguém se lembrou da fome nem da hora de regressar. Mas Jesus compreende nossas necessidades materiais, e por isso compadeceu-se também dos corpos exaustos daqueles que o tinham seguido. E realiza o esplêndido milagre da multiplicação dos pães e dos peixes.

Depois de mandar que se sentassem na relva, Jesus, tomando os cinco pães e os dois peixes, levantando os olhos ao Céu, pronunciou a bênção e, partindo os pães os deu aos discípulos e os discípulos às multidões. Todos comeram até ficarem saciados. O Senhor cuida dos seus, dos que O seguem!

O relato do Milagre começa com as mesmas palavras e descreve os mesmos gestos com que os Evangelhos e São Paulo nos transmitem a instituição da Eucaristia (Mt 26, 26; Mc 14, 22; Lc 22, 19; 1Cor 11, 25). Esse milagre, além de ser uma manifestação da misericórdia divina de Jesus para com os necessitados, era figura da Sagrada Eucaristia, da qual o Senhor falaria pouco depois, na sinagoga de Cafarnaum ( Jo 6, 26 – 59). Assim o interpretaram muitos Padres da Igreja. O olhar orienta -se para a Eucaristia, o perpetuar- se deste dom: Cristo faz - se Pão de Vida para os homens. Santo Agostinho comenta assim: “Quem, a não ser Cristo, é o Pão do Céu? Mas para que o homem pudesse comer o Pão dos Anjos, o Senhor dos anjos fez-se homem. Se isso não se tivesse realizado, não teríamos o seu Corpo; sem termos o Corpo que lhe é próprio, não comeríamos o Pão do Altar” ( Sermão 130, 2 ). A Eucaristia é o grande encontro permanente do homem com Deus, em que o Senhor se faz nosso alimento, em que se oferece a Si próprio para nos transformar n’Ele mesmo.

O milagre daquela tarde junto do lago, manifestou o poder e o amor de Jesus pelos homens. Poder e amor que hão de possibilitar também, ao longo da história, que o Corpo de Cristo seja encontrado, sob as espécies sacramentais, pelas multidões dos fiéis que O procurarão famintas e necessitadas de consolo. Como diz São Tomás de Aquino: “… tomam-no um, tomam-no mil, tomam-no este ou aquele, mas não se esgota quando O tomam…”.

São João indica-nos que o milagre causou um grande entusiasmo naquela multidão que se tinha saciado (Jo 6, 14). Refletia São Josemaria Escrivá: “Senhor, se aqueles homens, por um pedaço de pão – embora o milagre da multiplicação tenha sido muito grande –, se entusiasmam e te aclamam, que não devemos nós fazer pelos muitos dons que nos concedeste, e especialmente porque te entregas a nós, sem reservas, na Eucaristia?”  (Forja, 304 ). O Concílio Vaticano II afirmou que o sacrifício eucarístico é “fonte e centro de toda a vida cristã. Na Eucaristia está contido todo o tesouro espiritual da Igreja, isto é, o próprio Cristo, a nossa Páscoa e o pão vivo que dá aos homens a vida mediante a sua carne vivificada e vivificadora pelo Espírito Santo” (L.G. 11 e PO. 5).

Na comunhão, recebemos Jesus, Filho de Maria, que naquela tarde realizou o grandioso milagre. Na Hóstia, possuímos o Cristo de todos os mistérios da Redenção: o Cristo de Maria Madalena, do filho pródigo e da Samaritana, o Cristo ressuscitado dos mortos, sentado à direita do Pai.  Esta   maravilhosa presença de Cristo no meio de nós deveria revolucionar a nossa vida! Ele está aqui, conosco: em cada cidade, em cada povoado…

Jesus, realmente presente na Sagrada Eucaristia, dá a este sacramento uma eficácia sobrenatural infinita. A Santíssima Eucaristia é a doação máxima que Jesus Cristo fez de si mesmo, revelando-nos o amor infinito de Deus por cada homem. Na Eucaristia, Jesus não dá “alguma coisa”, mas dá-se a Si mesmo; entrega o seu corpo e derrama o seu sangue. Graças à Eucaristia, a Igreja renasce sempre de novo! Quanto mais viva for a fé eucarística no povo de Deus, tanto mais profunda será a sua participação na vida eclesial por meio de uma adesão convicta à missão que Cristo confiou aos seus discípulos.

Vimos no relato do milagre que aquelas pessoas até se esqueceram da comida para não perderem o contato com Jesus. Peçamos a graça de sempre procurarmos o Mestre, desejar recebê-Lo na Eucaristia. Nós O encontramos na Sagrada Comunhão. Ele nos espera a cada um! Não fica na expectativa de que lhe peçamos alguma coisa: antecipa-se e cura-nos das nossas fraquezas, protege-nos contra os perigos, contra as vacilações que pretendem separar-nos d’Ele, e dá vida ao nosso caminhar. Cada Comunhão é uma fonte de graças, uma nova luz e um novo impulso que, às vezes sem o notarmos, nos dá fortaleza para enfrentarmos com garbo humano e sobrenatural a vida diária, a fim de que os nossos afazeres nos levem até Ele.

Peçamos ao Senhor que nos faça redescobrir a importância de nos alimentarmos não só de Pão, mas de Verdade, de Amor, de Cristo, do Corpo de Cristo, participando fielmente e com grande consciência na Eucaristia, para estarmos cada vez mais intimamente unidos a Ele. Com efeito, “não é o Alimento Eucarístico que se transforma em nós, mas somos nós que acabamos misteriosamente mudados por Ele. Cristo alimenta-nos, unindo-nos a Si; ‘atrai-nos para dentro de Si’” ( Exortação Apostólica Sacramentum Caritatis, 70 ).

“A piedade eucarística”, disse   São João Paulo II, “aproximar-vos-á cada vez mais do Senhor; e pedir-vos-á o oportuno recurso à Confissão sacramental, que leva à Eucaristia, como a Eucaristia leva a Confissão”. Recebendo a Eucaristia, podemos compreender o que diz São Paulo: “Quem nos separará do amor de Cristo?” ( Rm 8, 35 – 39 ). Em Cristo encontramos sempre a nossa fortaleza!

Podemos concluir com a oração do dia: “Ó Deus, sois o amparo dos que em vós esperam e, sem vosso auxilio, ninguém é forte, ninguém é santo; redobrai de amor para conosco, para que, conduzidos por vós, usemos de tal modo os bens que passam, que possamos abraçar os que não passam (…)”.  Ao mesmo tempo, desejamos rezar a fim de que jamais falte a ninguém o pão necessário para uma vida digna, e sejam abatidas as desigualdades não com as armas da violência, mas com a partilha e o amor.

_________________________________________________
*Mons. José Maria Pereira, Sacerdote da Diocese de Petrópolis, é, também, Professor, Juiz do Tribunal Eclesiástico Interdiocesano de Niterói e Diocesano de Petrópolis e Vigário Paroquial de Nossa Senhora de Fátima  enviando para o Blog, semanalmente, a homilia do domingo.
   

jul 29

LITURGIA: PARTILHA E APROXIMAÇÃO

liturgia-setembro-de-2016

LEITURAS SUGERIDAS PARA HOJE – 17º DOMINGO DO TEMPO COMUM – 29/07/2018 –

PRIMEIRA LEITURA

LEITURA DO SEGUNDO LIVRO DOS REIS – (2Rs 4,42-44) –

Naqueles dias: 42Veio também um homem de Baal-Salisa, trazendo em seu alforje para Eliseu, o homem de Deus, pães dos primeiros frutos da terra: eram vinte pães de cevada e trigo novo. E Eliseu disse: 'Dá ao povo para que coma'. 43Mas o seu servo respondeu-lhe: 'Como vou distribuir tão pouco para cem pessoas?' Eliseu disse outra vez: 'Dá ao povo para que coma; pois assim diz o Senhor: 'Comerão e ainda sobrará` '. 44O homem distribuiu e ainda sobrou, conforme a palavra do Senhor.

 - Palavra do Senhor!

– Graças a Deus.

 

SEGUNDA LEITURA

LEITURA DA CARTA DE SÃO PAULO AOS EFÉSIOS (Ef 4,1-6) –

Irmãos: 1Eu, prisioneiro no Senhor, vos exorto a caminhardes de acordo com a vocação que recebestes: 2Com toda a humildade e mansidão, suportai-vos uns aos outros com paciência, no amor. 3Aplicai-vos a guardar a unidade do espírito pelo vínculo da paz. 4Há um só Corpo e um só Espírito, como também é uma só a esperança à qual fostes chamados. 5Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo, 6um só Deus e Pai de todos, que reina sobre todos, age por meio de todos e permanece em todos.

- Palavra do Senhor!

 – Graças a Deus.

                                 FONTE:   http://liturgiadiaria.cnbb.org.br/app/user/user/UserView.php?ano=2018&mes=4&dia=2  

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