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Sementes de vida, ������© tempo de semear

Arquivo por mês: março 2018

mar 31

SALMO PARA HOJE: LEIA, REFLITA E PRATIQUE

SALMO 117

SALMO DO DIA (31/03/2018) – CANTANDO OU RECITANDO, APROXIMA-TE DO SENHOR –

SALMO –  Sl 117,1-2.16ab-17.22-23

R. Aleluia, Aleluia, Aleluia

1 Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! 'Eterna é a sua misericórdia!' 2 A casa de Israel agora o diga: 'Eterna é a sua misericórdia!

R. Aleluia, Aleluia, Aleluia

16ab A mão direita do Senhor fez maravilhas, a mão direita do Senhor me levantou, a mão direita do Senhor fez maravilhas!' 17 Não morrerei, mas ao contrário, viverei para cantar as grandes obras do Senhor!

R. Aleluia, Aleluia, Aleluia

22 'A pedra que os pedreiros rejeitaram, tornou-se agora a pedra angular. 23 Pelo Senhor é que foi feito tudo isso: Que maravilhas ele fez a nossos olhos!

R. Aleluia, Aleluia, Aleluia

  FONTE: http://www.loyola.com.br/liturgia_diaria.asp?dia=14&mes=1&ano=2018

mar 31

UMA PALAVRA PARA VOCÊ

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UMA PALAVRA PARA VOCÊ –

LIVRO DO DEUTERONÔMIO - Capítulo 26, 1-17 –

1Quando tiveres entrado na terra que o Senhor, teu Deus, te dá em herança, e ali te tiveres estabelecido,2tomarás as primícias de todos os frutos do solo, que colheres na terra que te dá o Senhor, teu Deus, e, pondo-as num cesto, irás ao lugar escolhido pelo Senhor, teu Deus, para aí habitar seu nome.3Apresentar-te-ás diante do sacerdote, que estiver em serviço naquele momento, e lhe dirás: reconheço hoje, diante do Senhor, meu Deus, que entrei na terra que o Senhor tinha jurado a nossos pais nos dar.4O sacerdote, recebendo o cesto de tua mão depô-lo-á diante. do altar do Senhor, teu Deus.5Dirás então em presença do Senhor, teu Deus: meu pai era um arameu prestes a morrer, que desceu ao Egito com um punhado de gente para ali viverem como forasteiros, mas tornaram-se ali um povo grande, forte e numeroso.6Os egípcios afligiram-nos e oprimiram-nos, impondo-nos uma penosa servidão.7Clamamos então ao Senhor, o Deus de nossos pais, e ele ouviu nosso clamor, e viu nossa aflição, nossa miséria e nossa angústia. O Senhor tirou-nos do Egito com sua mão poderosa e o vigor de seu braço,8operando prodígios e portentosos milagres.9Conduziu-nos a esta região e deu-nos esta terra que mana leite mel.10Por isso trago agora as primícias dos frutos do solo que me destes, ó Senhor. Dito isto, deporás o cesto diante do Senhor, teu Deus, prostrando-te em sua presença.11Depois, alegrar-te-ás por todos os bens que o Senhor, teu Deus, te tiver dado, a ti e à tua casa, tu e o levita, e o estrangeiro que mora no meio de ti.12Quando tiveres acabado dê separar o dízimo de todos os teus produtos, no terceiro ano, que é o ano do dízimo, e o tiveres distribuído ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que tenham em tua cidade do que comer com fartura,13dirás em presença do Senhor, teu Deus: tirei de minha casa o que era consagrado para dá-lo ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, como me ordenasses: não transgredi nem omiti nenhum dos vossos mandamentos.14Não comi dessas coisas durante o meu luto, nem delas separei coisa alguma em estado de impureza, e delas nada dei a um morto. Obedeci à voz do Senhor, meu Deus, e conformei-me inteiramente às vossas ordens.15Olhai de vossa santa morada, do alto dos céus, e abençoar vosso povo de Israel, e a terra que nos destes, como jurasses a nossos pais, terra que mana leite e mel.16O Senhor, teu Deus, ordena-te hoje que guardes estas leis e estes preceitos. Observa-os cuidadosamente e pratica-os de todo o teu coração e de toda a tua alma.17Hoje, fizeste o Senhor, teu Deus, prometer que ele seria teu Deus, e que andarias nos seus caminhos, observando suas leis, seus mandamentos e seus preceitos, e obedecendo-lhe fielmente.

FONTE: http://claret.org.br/biblia

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*Leitura do Livro do Deuteronômio.

mar 31

EVANGELHO DO SÁBADO SANTO: ELE RESSUSCITARÁ!

A CRUZ VAZIA

SÁBADO SANTO – 31/03/2018 –

Evangelho (Mc 16,1-7)

O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo  segundo São Marcos.

— Glória a vós, Senhor.

Quando passou o sábado, Maria Madalena e Maria, a mãe de Tiago, e Salomé compraram perfumes para ungir o corpo de Jesus. E bem cedo, no primeiro dia da semana, ao nascer do sol, elas foram ao túmulo. E diziam entre si: “Quem rolará para nós a pedra da entrada do túmulo?” Era uma pedra muito grande. Mas, quando olharam, viram que a pedra já tinha sido retirada. Entraram, então, no túmulo e viram um jovem, sentado ao lado direito, vestido de branco. E ficaram muito assustadas. Mas o jovem lhes disse: “Não vos assusteis! Vós procurais Jesus de Nazaré, que foi crucificado? Ele ressuscitou. Não está aqui. Vede o lugar onde o puseram. Ide, dizei a seus discípulos e a Pedro que ele irá à vossa frente, na Galileia. Lá vós o vereis, como ele mesmo tinha dito”.  

–– Palavra da salvação!

— Glória a vós, Senhor.

  FONTE: http://www.catolicoorante.com.br/liturgia/31032018.html

mar 31

LITURGIA DO SÁBADO SANTO: VIGÍLIA E ORAÇÃO

SÁBADO SANTO - 2

LEITURAS SUGERIDAS PARA HOJE – SÁBADO SANTO – VIGÍLIA PASCAL – 31/03/2018 –

PRIMEIRA LEITURA

LEITURA DO LIVRO DO GÊNESIS – (Gn 1,1.26-31) –

No princípio Deus criou o céu e a terra. 26 Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem e segundo a nossa semelhança, para que domine sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais de toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam sobre a terra”. 27 E Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus ele o criou: homem e mulher os criou. 28 E Deus os abençoou e lhes disse: “Sede fecundos e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a! Dominai sobre os peixes do mar, sobre os pássaros do céu e sobre todos os animais que se movem sobre a terra”. 29 E Deus disse: “Eis que vos entrego todas as plantas que dão semente sobre a terra e todas as árvores que produzem fruto com sua semente, para vos servirem de alimento. 30 E a todos os animais da terra, e a todas as aves do céu, e a tudo o que rasteja sobre a terra e que é animado de vida eu dou todos os vegetais para alimento”. E assim se fez. 31 E Deus viu tudo quanto havia feito, e eis que tudo era muito bom. Houve uma tarde e uma manhã: sexto dia. 

–– Palavra do Senhor!

–– Graças a Deus. 

SEGUNDA LEITURA

LEITURA DO LIVRO DO GÊNESIS – (Gn 22,1-2.9-13.15-18) –

Naqueles dias, Deus pôs Abraão à prova. Chamando-o, disse: “Abraão!” E ele respondeu: “Aqui estou”. E Deus disse: “Toma teu filho único, Isaac, a quem tanto amas, dirige-te à terra de Moriá e oferece-o ali em holocausto sobre um monte que eu te indicar”. Chegados ao lugar indicado por Deus, Abraão ergueu um altar, colocou a lenha em cima, amarrou o filho e o pôs sobre a lenha em cima do altar. 10 Depois, estendeu a mão, empunhando a faca para sacrificar o filho. 11 E eis que o anjo do Senhor gritou do céu, dizendo: “Abraão! Abraão!” Ele respondeu: “Aqui estou!” 12 E o anjo lhe disse: “Não estendas a mão contra teu filho e não lhe faças nenhum mal! Agora sei que temes a Deus, pois não me recusaste teu filho único”. 13 Abraão, erguendo os olhos, viu um carneiro preso num espinheiro pelos chifres; foi buscá-lo e ofereceu-o em holocausto no lugar do seu filho. 15 O anjo do Senhor chamou Abraão, pela segunda vez, do céu 16 e lhe disse: “Juro por mim mesmo – oráculo do Senhor –, uma vez que agiste desse modo e não me recusaste teu filho único, 17 eu te abençoarei e tornarei tão numerosa tua descendência como as estrelas do céu e como as areias da praia do mar. Teus descendentes conquistarão as cidades dos inimigos. 18 Por tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra, porque me obedeceste”.

–– Palavra do Senhor!

–– Graças a Deus.

                                 FONTE: http://www.catolicoorante.com.br/liturgia/25032018.html

mar 30

UMA PALAVRA PARA VOCÊ

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UMA PALAVRA PARA VOCÊ –

EVANGELHO DE SÃO LUCAS - Capítulo 21, 9-20 –

9Quando ouvirdes falar de guerras e de tumultos, não vos assusteis; porque é necessário que isso aconteça primeiro, mas não virá logo o fim.10Disse-lhes também: Levantar-se-ão nação contra nação e reino contra reino.11Haverá grandes terremotos por várias partes, fomes e pestes, e aparecerão fenômenos espantosos no céu.12Mas, antes de tudo isso, vos lançarão as mãos e vos perseguirão, entregando-vos às sinagogas e aos cárceres, levando-vos à presença dos reis e dos governadores, por causa de mim.13Isto vos acontecerá para que vos sirva de testemunho.14Gravai bem no vosso espírito de não preparar vossa defesa,15porque eu vos darei uma palavra cheia de sabedoria, à qual não poderão resistir nem contradizer os vossos adversários.16Sereis entregues até por vossos pais, vossos irmãos, vossos parentes e vossos amigos, e matarão muitos de vós.17Sereis odiados por todos por causa do meu nome.18Entretanto, não se perderá um só cabelo da vossa cabeça.19É pela vossa constância que alcançareis a vossa salvação.20Quando virdes que Jerusalém foi sitiada por exércitos, então sabereis que está próxima a sua ruína.

FONTE: http://claret.org.br/biblia

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*Leitura do Evangelho de São Lucas.

mar 30

COM JESUS, MARIA TAMBÉM MORRE AOS PÉS DA CRUZ

MARIA AOS PÉS DA CRUZ

MARIA MORRE COM JESUS NA MESMA CRUZ –

*Por Luiz Antonio de Moura –

É por demais conhecida a trajetória de Jesus, desde o Horto das Oliveiras até o Calvário, ponto final da saga sangrenta a que foi submetido o Filho de Deus.

Embora não seja tão conhecida a trajetória de Jesus de Nazaré, desde a infância até a entrada na vida pública, lá por volta dos trinta anos de idade, conhecemos, pelo menos, alguns poucos detalhes da vida Dele, como por exemplo, os atos relativos ao nascimento, à purificação no Templo e à apresentação diante dos doutores da Lei, quando tinha doze anos.

Apesar da pouca informação acerca dos detalhes da caminhada de Jesus ao longo de toda a sua vida, um fato é inegável: Maria esteve presente desde a concepção até o sepultamento. E este não é um fato qualquer, é um fato de suma importância porque, por ele, vamos perceber que Maria nasce com o filho e, igualmente, morre com ele, apesar de um estar no alto e da outra estar aos pés da cruz. É inegável que uma mãe, qualquer mãe minimamente amorosa, sofre as mesmas dores impostas aos filhos e, quando ocorre uma morte, morre junto.

Maria fez mais. Maria não apenas esteve com Ele totalmente ligado a si, desde a concepção, como, também, andou, conversou, riu, ajudou, ensinou coisas que aquele menino-jovem-homem não sabia acerca da vida, das Escrituras e da fé judaica. Ela, literalmente, caminhou com Ele e ao lado Dele.

Embora os Evangelistas não entrem em detalhes sobre a constante presença de Maria ao lado Daquele precioso filho, parece evidente que ela sempre esteve por perto, senão colaborando, pelo menos, observando, afinal, diz o evangelista São Lucas: "ela conservava todas as coisas em seu coração" (Lc 2, 19).

Um dos momentos marcantes da presença de Maria ocorre na famosa festa de Caná da Galileia, onde ambos, mãe e filho, cada qual do seu lado, já que Ele cumpria sua jornada pública, comparecem àquela cerimônia matrimonial. Em dado momento, Maria percebe a aflição dos noivos com a possível falta do vinho e, sem perder tempo, vai até Jesus: “Eles não têm mais vinho”. Jesus mostra-se indiferente e contraria a mãe dizendo: “Mulher, que temos, eu e tu, a ver com isso?”, como quem diz: estamos aqui como convidados, não somos os donos da festa.

Maria, no entanto, conhece perfeitamente aquela personalidade. Conviveu com Ela durante trinta anos. Viu o tamanho imensurável daquele coração e sabia perfeitamente que Ele estava, sim, preocupado com a aflição dos noivos, mas, que, dadas as circunstâncias, preferiu não dar muita atenção. Sem rebater ou mesmo debater com Jesus, Maria afasta-se e, junto aos serviçais, diz: “Façam tudo o que vos disser”. E daí, então, o milagre da transformação da água em vinho.

No entanto, a caminhada para o Calvário foi a mais sofrida para ambos: Jesus, de um lado, sentindo na própria carne as dores da mentira, da traição, da injustiça, do abandono, do desrespeito, da ingratidão, da inveja e dos ferimentos causados pelo brutal espancamento, sem falar na dolorosa coroa de espinhos. De outro lado, Maria, amargando as dores da profunda tristeza, do abandono, da solidão do espírito e da impotência diante daquele poderio bélico-humano que se abateu pesadamente sobre o seu tão amado filho. Filho que ela recebeu como uma dádiva de Deus e que agora, devolvia para o mesmo Deus, aos trapos.

Na cruz, um Jesus já quase fora de si, prestes à perda total dos sentidos e da própria vida, balbuciava algumas poucas palavras sem, no entanto, deixar de se preocupar com aquela doce e querida mãe, entregando-a aos cuidados do discípulo amado.

Aos pés da cruz, Maria derretia-se em lágrimas, sem esboçar nenhum drama, nenhuma revolta, nenhum desejo de vingança. Nada de gritos histéricos ou escandalosos. Apenas permitia que as lágrimas descessem rosto abaixo, abraçada por pessoas amigas, para as quais ela nada tinha a dizer e nada conseguia ouvir daquilo que diziam para ela.

No momento fatal, Jesus diz: “Tudo está consumado” e, ao inclinar a cabeça e render o espírito, conforme narra o Evangelista João (Jo 19, 30), Maria sente a espada predita por Simeão (Lc 2, 35) trespassar a sua alma, rasgando-a cruelmente. Ali, naquele exato momento, ela morria em espírito junto com o filho.

O que parecia um trágico fim para aqueles dois personagens sagrados e consagrados na história da salvação, torna-se luz, vida e exemplo para incontáveis fieis mundo afora e, até os dias de hoje, vinte e um séculos depois, ainda recordamos, de uma forma ou de outra, toda a trajetória da Virgem de Nazaré e do seu mais precioso filho, Jesus que, sendo filho do Altíssimo, conforme previra o anjo na noite da anunciação, dela herdou o gene da humanidade, tornando-se o Filho do Homem. Perfeitamente Deus, mas, também, perfeitamente humano.

Diante de tudo isto, Maria e Jesus estão eternamente vinculados um ao outro, de modo que, onde estiver o filho, aí estará, também, a mãe que, afinal, jamais saiu de perto Dele, e assim será para todo o sempre. Amém!

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*Luiz Antonio de Moura é um pensador espiritualista, um caminhante e um cultor do silêncio

     

mar 30

EVANGELHO DA PAIXÃO DO SENHOR: TUDO ESTÁ CONSUMADO!

TUDO ESTÁ CONSUMADO

PAIXÃO DO SENHOR – SEXTA-FEIRA – 30/03/2018 –

Evangelho (Jo 18,1-19,42)

O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo  segundo São João.

— Glória a vós, Senhor.

1 Depois de ter falado assim, Jesus foi com seus discípulos para o outro lado da torrente de Cedron. Havia ali um jardim onde Jesus entrou com seus discípulos. 2 Judas, o traidor, conhecia bem o lugar, porque Jesus e seus discípulos se reuniam lá muitas vezes. 3 Judas, conseguindo um destacamento de soldados, e guardas dos sacerdotes e fariseus, lá chegou à luz de lanternas e tochas, e com armas. 4 Jesus, sabendo tudo que lhe ia acontecer, adiantou-se e perguntou: “A quem procurais?”. 5 Responderam: “A Jesus de Nazaré”. Ele disse: “Sou eu”. Judas, o traidor, estava com eles. 6 Mas quando Jesus lhes disse: “Sou eu”, recuaram e caíram por terra. 7 Ele lhes perguntou de novo: “A quem procurais?” Disseram: “A Jesus de Nazaré”. 8 Jesus respondeu: “Já vos disse que sou eu. E se é a mim que procurais, deixai que os outros se retirem”. 9 Assim é que se cumpriu a palavra que ele tinha dito: “De todos aqueles que me deste, nenhum se perdeu”. 10 Simão Pedro, que tinha uma espada, puxou dela e feriu um servo do Sumo Sacerdote cortando a sua orelha direita. O nome do servo era Malco. 11 Jesus disse a Pedro: “Embainha a tua espada. Por acaso deixarei de beber o cálice que o Pai me deu?”. 12 Então o destacamento, seu comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e amarraram-no. Jesus é levado diante de Anás e Caifás. 13 Primeiro levaram-no à presença de Anás, pois era sogro de Caifás, o Sumo Sacerdote daquele ano. 14 Caifás é que tinha aconselhado aos judeus: “É preferível que morra um só homem por todo o povo”. 15 Entretanto, Simão Pedro e outro discípulo acompanhavam a Jesus. Este outro discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e entrou com Jesus no pátio dele. 16 Pedro tinha ficado de fora, perto da porta. Saiu, então, o outro discípulo que era conhecido do Sumo Sacerdote, falou com a porteira e fez com que Pedro também entrasse. 17 A empregada, que era porteira, perguntou a Pedro: “Não és tu também um dos discípulos deste homem?”. 18 Ele respondeu: “Não sou!”. Os empregados e os guardas tinham feito uma fogueira por causa do frio e estavam se aquecendo. Pedro, de pé junto a eles, também estava se aquecendo. 19 O Sumo Sacerdote interrogou Jesus acerca dos seus discípulos e da sua doutrina. 20 Jesus respondeu: “Eu falei abertamente ao mundo; ensinei sempre na sinagoga e no Templo, onde se reúnem os judeus. Nada falei às escondidas. 21 Por que me interrogas? Pergunta aos que me ouviram o que lhes ensinei; eles bem sabem o que eu disse”. 22 A estas palavras, um dos guardas que estavam por ali deu uma bofetada em Jesus dizendo: “É assim que respondes ao Sumo Sacerdote?”. Jesus respondeu: 23 “Se falei erradamente, mostra a todos o que foi, se, pelo contrário, acertadamente, por que estás batendo em mim?”. 24 Então, Anás enviou Jesus ainda amarrado a Caifás, o Sumo sacerdote. 25 Simão Pedro continuava lá, de pé, a se aquecer. Disseram lhe: “Acaso não és tu também um dos seus discípulos?”. “Não, não sou”, respondeu ele. 26 Um dos empregados do Sumo Sacerdote, parente daquele de quem Pedro tinha cortado a orelha, disse: “Como? Eu não te vi com eles no jardim?”. 27 Pedro negou de novo. Naquele momento um galo cantou. 28 Levaram Jesus da presença de Caifás à residência do Governador. Era de madrugada e eles não entraram na residência para não se contaminarem e poderem comer o cordeiro pascal. 29 Então, Pilatos saiu para falar com eles e lhes disse: “Que acusação apresentais contra este homem?”. 30 Responderam: “Se não fosse um malfeitor, não o entregaríamos a ti”. 31 Pilatos disse: “Tomai-o vós mesmos e julgai-o conforme vossa Lei”. Os judeus responderam: “Não temos direito de matar ninguém”. 32 E isto porque era preciso que se cumprisse a palavra de Jesus, pela qual tinha dado a entender de que morte devia morrer. 33 Pilatos entrou novamente na sua residência, mandou chamar Jesus e lhe disse: “És tu o rei dos judeus?”. 34 Jesus perguntou por sua vez: “Dizes isto por conta própria ou outros te disseram isso de mim?”. 35 Pilatos respondeu: “Por acaso sou eu judeu? Teu povo e os sacerdotes-chefes te puseram nas minhas mãos. Que fizeste?”. 36 Jesus respondeu: “Meu reino não é deste mundo. Se meu reino fosse deste mundo, meus guardas teriam combatido para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas meu reino não é daqui”. 37 Pilatos perguntou: “Então tu és rei?”. Jesus respondeu: “Tu o dizes, eu sou rei! Para isto nasci. Para isto vim ao mundo: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta minha voz”. 38 Pilatos por fim lhe perguntou: “Mas, que é a verdade?”. Dito isto, saiu de novo ao encontro dos judeus e comunicou lhes: “Não acho nenhuma culpa nele. 39 Mas tendes o costume de que eu solte um preso na Páscoa. Não desejais, então, que solte o rei dos judeus? 40 Todos começaram a gritar, com fúria: “Não ele, mas Barrabás!”. Barrabás, no entanto, era um bandido. 19,1 Então Pilatos mandou prender e flagelar Jesus. 2 Em seguida, os soldados entrelaçaram com ramos de espinhos uma coroa, que puseram sobre a sua cabeça e o cobriram com um manto de púrpura. 3 E se achegavam a ele e diziam: “Salve, rei dos Judeus!”, e davam-lhe bofetadas. 4 Pilatos saiu de novo para fora e lhes disse: “Vede! Eu o trago aqui fora, diante de vós, para que saibais que não acho nele nenhum motivo de condenação”. 5 Fez, então, com que Jesus saísse, trazendo a coroa de espinhos e o manto cor de púrpura, e lhes disse: “Eis o homem!”. 6 Quando o viram, os sacerdotes-chefes e os seus guardas gritaram: “Crucifica-o! Crucifica-o!”. Pilatos disse: “Tomai-o vós e crucificai-o, porque eu mesmo não encontro nele motivo algum de condenação”. 7 Os judeus protestaram: “Nós temos uma Lei e, segundo esta Lei, ele deve morrer, porque se diz Filho de Deus”. 8 Quando Pilatos ouviu isto, ficou mais assustado ainda. 9 Voltando a entrar na sua residência, perguntou de novo a Jesus: “De onde és tu?”. Mas Jesus não lhe deu resposta. 10 Pilatos então lhe falou: “Não me respondes? Não sabes que tenho poder para te pôr em liberdade ou crucificar-te?”. 11 Jesus respondeu: “Não terias nenhum poder sobre mim se não tivesse sido dado por Deus, por isso quem me entregou a ti tem pecado maior”. 12 A partir desse momento, Pilatos procurava soltá-lo. Mas os judeus gritavam: “Se o soltares, não serás mais amigo de César: todo aquele que se faz rei se opõe a César!”. 13 Ouvindo isto, Pilatos levou Jesus para fora e sentou-se no tribunal instalado no lugar, chamado Litóstrotos, em hebraico Gabbatá. 14 Era o dia da Preparação da Páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus: “Aqui está o vosso rei!”. Eles começaram a gritar: “À morte! À morte! Crucifica-o!”. Pilatos insistiu: “Como? Crucificar vosso rei?”. 15 Os sacerdotes-chefes responderam: “Não temos outro rei senão César!”. 16a Então, Pilatos o entregou para ser crucificado. 16a E eles se apoderaram de Jesus. 17 Ele, carregando a cruz, saiu da cidade, rumo ao lugar chamado Crânio (em hebraico Golgothá). 18 Ali o crucificaram juntamente com dois outros: um de cada lado e Jesus no meio. 19 Pilatos escreveu também um letreiro e mandou colocá-lo no alto da cruz. Nele estava escrito: “Jesus de Nazaré, o rei dos judeus”. 20 Muitos dos judeus tomaram conhecimento deste letreiro, porque o lugar onde crucificaram Jesus ficava perto da cidade; e além disso, o letreiro estava escrito em hebraico, grego e latim. 21 Os sacerdotes-chefes dos judeus pediram inutilmente a Pilatos: “Não escrevas: ‘O rei dos judeus’, mas sim ‘este homem disse: eu sou o rei dos judeus’”. 22 Pilatos respondeu: “O que escrevi, está escrito”. 23 Depois de terem crucificado Jesus, os soldados pegaram suas roupas e as dividiram em quatro partes: uma para cada soldado. Quando chegou a vez da túnica, uma túnica sem costuras, de uma só peça tecida de cima abaixo, 24 eles decidiram entre si: “Não a rasguemos; tiremos a sorte para ver a quem caberá”. Cumpria-se assim a profecia: Repartiram entre si minha roupa, e sortearam minha túnica. Assim fizeram os soldados. A mãe de Jesus e o discípulo amado. 25 Perto da cruz de Jesus, estavam sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas e Maria Madalena. 26 E Jesus, vendo sua mãe e perto dela o discípulo a quem amava, disse à sua mãe: “Mulher, eis aí teu filho!”. 27 Em seguida, disse ao discípulo: “Eis aí tua mãe!”. E desde aquela hora o discípulo a recebeu aos seus cuidados. 28 Depois, sabendo que estava tudo consumado, Jesus, cumprindo a Escritura, disse: Tenho sede. 29 Havia por ali um vaso cheio de vinagre. Prendendo uma esponja embebida em vinagre na haste de um hissopo, a levaram à boca de Jesus. 30 Depois de ter tomado o vinagre, Jesus exclamou: “Tudo está consumado!”. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. Sangue e água jorram do lado de Jesus. 31 Entretanto, como era o dia da Preparação, os judeus, com medo de que os corpos ficassem nas cruzes durante o sábado — este dia de sábado devia ser muito importante —, pediram a Pilatos licença para lhes quebrar as pernas e retirar os corpos de lá. 32 Os soldados então, foram, quebraram as pernas do primeiro e, depois, do outro que tinha sido crucificado com ele. 33 Quando chegaram, porém, a Jesus, viram que já estava morto e não lhe quebraram as pernas; 34 mas um soldado lhe abriu o lado com a lança e, no mesmo instante, saiu sangue e água. 35 Aquele que viu dá testemunho e seu testemunho é verdadeiro. E ele sabe que diz a verdade, para que vós também acrediteis. 36 Porque tudo isto aconteceu para que se cumprisse a Escritura: Nenhum osso lhe será quebrado. E a Escritura diz também: 37 Contemplarão aquele que trespassaram.38 Depois disto, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus, mas em segredo, por medo dos judeus, pediu autorização a Pilatos para retirar o corpo de Jesus. Pilatos concedeu. Então foi e retirou o corpo dele. 39 Foi também Nicodemos, aquele que em certa ocasião tinha ido encontrar-se com ele à noite. Levava uma grande quantidade de mirra com aloés. 40 Tomaram o corpo de Jesus e o envolveram com panos perfumados, como é costume enterrar entre os judeus. 41 No lugar onde tinha sido crucificado, havia um jardim e, no jardim, uma sepultura nova, na qual ninguém ainda tinha sido depositado. 42 Como a sepultura estivesse próxima, depositaram ali Jesus por causa da Preparação dos judeus.  

–– Palavra da salvação!

— Glória a vós, Senhor.

REFLEXÃO:

O Evangelho é o da Paixão de Jesus segundo São João: Jo 18,1-19,42. Aqui ouvimos, em clima de meditação reverencial, os relatos da Paixão de Jesus. Primeiro São João Evangelista nos conta como foi a prisão de Jesus (Jo 18,1-11). Em seguida o julgamento de Jesus por Anás e Caifás, e as negações de São Pedro (Jo 18,12-27). O julgamento de Jesus perante Pilatos está em Jo 18,28 a 9,16. Jesus é pregado na Cruz e nela morre: Jo 19,17-30. E, inclinando a cabeça, entregou o Espírito. (Jo 19,30cd). Num gesto final, Jesus realizava o que o Salmo Responsorial dizia: “Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito” [Sl 30(31),6a]. Mas, antes, segundo este Evangelho, Jesus dissera: “Tudo está consumado” (Jo 19,30b). Esta ‘consumação’ de Jesus não foi somente de sua vida neste mundo. Foi o cumprimento completo da vontade de Deus Pai sobre o Filho. Tudo estava consumado porque nada mais o Filho devia fazer para realizar o Plano Divino de Salvação de toda a Humanidade.  (Autor: Pe. Valdir Marques, SJ, Doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma).

  FONTE: http://www.loyola.com.br/liturgia_diaria.asp?dia=15&mes=1&ano=2018  

mar 30

LITURGIA DA SEXTA-FEIRA SANTA: SILÊNCIO E REFLEXÃO

JESUS MORRE NA CRUZ - 2

PAIXÃO DO SENHOR – SEXTA-FEIRA – 30/03/2018 –

LEITURA DO LIVRO DO PROFETA ISAÍAS – (Is  52,13-15.53,1-12) –

13 Eis que meu servo prosperará, crescerá, se elevará e será muito exaltado! 14 Como pasmaram muitos à sua vista pelo seu aspecto tão desfigurado— não tinha mais aparência humana —, 15 também pasmarão muitas nações! Diante dele os reis se calarão, pois o que não lhes tinha sido contado eles verão, o que eles não tinham ouvido compreenderão. 53,1 Quem crerá no que ouvimos? A quem foi revelado o braço de Javé? 2 Ele cresceu ante nós como rebento, como raiz em terra ressequida. Não tem beleza nem formosura — nós o contemplamos —, sem agradável aparência. 3 Desprezado e repudiado pelos homens, homem de dores, experimentado na doença como alguém diante do qual se esconde seu rosto, desprezado e desconsiderado. 4 Contudo, ele suportava nossas doenças e carregava nossas dores. Nós o reputamos como marcado, como ferido por Deus e humilhado. 5 Mas ele era traspassado pelos nossos pecados, ferido por causa dos nossos crimes. O castigo caiu sobre ele para nossa salvação, nós fomos curados pelas suas chagas. 6 Andávamos desgarrados como ovelhas, cada um seguindo seu caminho: Javé fez recair sobre ele a iniquidade de nós todos. 7 Maltratado, ele se submeteu e não abriu a boca. Como um cordeiro levado ao matadouro, como uma ovelha calada ante o tosquiador, ele não abriu sua boca. 8 Foi arrebatado por sentença violenta: dentre seus contemporâneos, quem se importou que tivesse sido eliminado da terra dos viventes e ferido de morte por nossos pecados? 9 Deram-lhe sepultura entre os ímpios e seu túmulo entre os ricos, embora não tivesse cometido violência alguma, nem houvesse falsidade na sua boca. 10 Javé quis consumi-lo com sofrimentos. Se ele oferece a vida em expiação, verá uma descendência, prolongará seus dias, e a vontade de Javé se cumprirá por ele. 11 Por tudo que sofreu, verá a luz e ficará saciado por seu conhecimento. Por suas dores, meu servo justo justificará muitos, tomando sobre si as iniquidades deles. 12 Por isso lhe atribuirei parte entre os grandes, com os poderosos participará dos despojos, porque entregou sua vida à morte, e com os culpados foi contado quando ele mesmo tomou sobre si os pecados de muitos e intercedeu pelos pecadores.

- Palavra do Senhor!

– Graças a Deus. 

                                 FONTE: http://www.loyola.com.br/liturgia_diaria.asp?dia=17&mes=1&ano=2018

mar 29

UMA PALAVRA PARA VOCÊ

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UMA PALAVRA PARA VOCÊ –

ATOS DOS APÓSTOLOS - Capítulo 5, 1-18 –

1Um certo homem chamado Ananias, de comum acordo com sua mulher Safira, vendeu um campo2e, combinando com ela, reteve uma parte da quantia da venda. Levando apenas a outra parte, depositou-a aos pés dos apóstolos.3Pedro, porém, disse: Ananias, por que tomou conta Satanás do teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo e enganasses acerca do valor do campo?4Acaso não o podias conservar sem vendê-lo? E depois de vendido, não podias livremente dispor dessa quantia? Por que imaginaste isso em teu coração? Não foi aos homens que mentiste, mas a Deus.5Ao ouvir estas palavras, Ananias caiu morto. Apoderou-se grande terror de todos os que o ouviram.6Uns moços retiraram-no dali, levaram-no para fora e o enterraram.7Depois de umas três horas, entrou também sua mulher, nada sabendo do ocorrido.8Pedro perguntou-lhe: Dize-me, mulher. Foi por tanto que vendestes o vosso campo? Respondeu ela: Sim, por esse preço.9Replicou Pedro: Por que combinastes para pôr à prova o Espírito do Senhor? Estão ali à porta os pés daqueles que sepultaram teu marido. Hão de levar-te também a ti.10Imediatamente caiu aos seus pés e expirou. Entrando aqueles moços, acharam-na morta. Levaram-na para fora e a enterraram junto do seu marido.11Sobreveio grande pavor a toda a comunidade e a todos os que ouviram falar desse acontecimento.12Enquanto isso, realizavam-se entre o povo pelas mãos dos apóstolos muitos milagres e prodígios. Reuniam-se eles todos unânimes no pórtico de Salomão.13Dos outros ninguém ousava juntar-se a eles, mas o povo lhes tributava grandes louvores.14Cada vez mais aumentava a multidão dos homens e mulheres que acreditavam no Senhor.15De maneira que traziam os doentes para as ruas e punham-nos em leitos e macas, a fim de que, quando Pedro passasse, ao menos a sua sombra cobrisse alguns deles.16Também das cidades vizinhas de Jerusalém afluía muita gente, trazendo os enfermos e os atormentados por espíritos imundos, e todos eles eram curados.17Levantaram-se então os sumos sacerdotes e seus partidários (isto é, a seita dos saduceus) cheios de inveja,18e deitaram as mãos nos apóstolos e meteram-nos na cadeia pública.

FONTE: http://claret.org.br/biblia

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*Leitura do Livro dos Atos dos Apóstolos.

mar 29

EVANGELHO DA SEMANA SANTA: OBEDIÊNCIA ATÉ O FIM

SEMANA SANTA-2018

SEMANA SANTA – QUINTA-FEIRA – 29/03/2018 –

Evangelho (Lc 4,16-21)

O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo  segundo São Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo Jesus 16 foi a Nazaré, onde tinha crescido. Num sábado, entrou na sinagoga como era de seu costume e se levantou para fazer a leitura. 17 Foi-lhe apresentado o livro do profeta Isaías, que ele abriu, dando com a passagem onde está escrito: 18 O Espírito do Senhor está sobre mim; porque ele me consagrou com o óleo, para levar a Boa-Nova aos pobres; enviou-me para proclamar aos prisioneiros a libertação e aos cegos a recuperação da vista; dar liberdade aos oprimidos, 19 e proclamar o ano de graça do Senhor. 20 Enrolou o volume, que entregou ao ajudante e se sentou. Na sinagoga todos olhavam atentamente para ele. 21 Jesus começou a lhes falar: “Hoje se cumpre esta passagem da Escritura que acabais de ouvir”.  

–– Palavra da salvação!

— Glória a vós, Senhor.

REFLEXÃO:

Além de instituir a Eucaristia, Jesus olhou para o futuro de Sua Igreja. Seu gesto de amor e obediência ao Pai foi demonstrado aos discípulos num gesto surpreendente: o de um escravo que lava os pés de seu senhor. Jesus lavou os pés de seus discípulos, quando Ele era o Mestre e Senhor. Ele quis que todos entendessem bem o simbolismo deste gesto: ninguém na Igreja pode se considerar superior aos outros, mas todos devem estar ao serviço da comunidade, mesmo que isto implique atitudes que pareçam humilhantes. Esta é a marca dos discípulos de Jesus: o serviço de uns aos outros. Neste gesto Jesus não se rebaixou, mas mostrou a grandeza de seu serviço como Salvador da humanidade. Ninguém deve se sentir rebaixado imitando Jesus: “Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros”. (Jo 13,14). O serviço de uns aos outros não é outra coisa que desdobramento do Novo Mandamento que Jesus nos deu também na Última Ceia. O amor ao próximo se revela no serviço ao próximo. (Mt 26,7c). Terminada a festa, cada um foi para sua casa.  (Autor: Pe. Valdir Marques, SJ, Doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma).

  FONTE: http://www.loyola.com.br/liturgia_diaria.asp?dia=15&mes=1&ano=2018  

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