Lisaac

Sementes de vida, ������© tempo de semear

Arquivo por mês: fevereiro 2018

fev 28

EVANGELHO NA QUARESMA: JESUS VEIO NOS LIBERTAR

QUARESMA-TEMPO DE CONVERSÃO

2ª SEMANA DA QUARESMA – QUARTA-FEIRA – 28/02/2018 –

 Evangelho (Mt 20,17-28)

O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo  segundo São Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

17 Subindo a Jerusalém, Jesus chamou à parte os doze discípulos e falou-lhes durante a caminhada: 18 “Estamos subindo para Jerusalém e o Filho do homem será entregue aos sacerdotes-chefes e aos mestres da lei. Eles o condenarão à morte 19 e o entregarão aos pagãos para que seja insultado, açoitado e crucificado. Mas, no terceiro dia, ressuscitará”. 20 Então a mãe dos filhos de Zebedeu chegou perto de Jesus com os seus filhos e prostrou-se diante dele para lhe fazer uma súplica. 21 Ele lhe perguntou: “Que queres?”. Ela lhe respondeu: “Ordena que estes meus dois filhos se sentem, um à tua direita e outro à tua esquerda, no teu reino”. 22 Jesus replicou: “Não sabeis o que estais pedindo. Podeis beber do cálice que estou para beber?”. Disseram-lhe: “Podemos”. 23 Ele continuou: “Haveis de beber do meu cálice. Mas quanto a vos sentardes à minha direita ou à minha esquerda, não me cabe concedê-lo, porque estes lugares são destinados àqueles para os quais meu Pai os reservou”. 24 Ouvindo isto, os outros dez ficaram indignados contra os dois irmãos. 25 Jesus então os reuniu e disse: “Sabeis que os chefes das nações as governam e os grandes exercem o poder sobre elas. 26Mas entre vós não será assim. E quem quiser fazer-se grande entre vós será vosso servidor, 27 e quem quiser ser o primeiro dentre vós será o vosso empregado, 28 a exemplo do Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate pela multidão dos homens”.

–– Palavra da salvação!

— Glória a vós, Senhor.

REFLEXÃO:

“Podeis, acaso, beber o cálice que eu vou beber?” (Mt 20,22c). Continua sendo tema do Evangelho de hoje a conversão individual e comunitária. Esta conversão deve ser orientada para o bom andamento da vida em comunidade cristã, em primeiro lugar, e, de maneira ampliada, a toda a sociedade humana. Jesus teve uma ingrata surpresa quando ouviu a ambição de três de seus discípulos. Tratava-se de luta pelos lugares mais influentes no futuro Reino que Jesus instalaria no mundo. Os três discípulos envolvidos eram: a esposa de Zebedeu e seus filhos, João e Tiago. O pedido que ela fez foi este: “Manda que estes meus dois filhos se sentem, no teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda”. (Mt 20,21cd). Jesus se deu conta de que aquela ambição era excessiva. Além do mais, surpreendeu-se de que a mãe dos discípulos que Ele mais prezava era quem fazia aquele pedido. Entendeu que nem a mãe nem os filhos sabiam do que estavam falando. Por isso sua resposta foi paciente: “Podeis, acaso, beber o cálice que eu vou beber?” (Mt 20,22c). Ele lhes fez entender que somente o Pai determinaria quem estaria ao seu lado em seu Reino. Mas chegar ao lado deste trono tinha um preço: beber do cálice que o Pai Lhe tinha preparado, isto é, sua Paixão e Morte. (Autor: Pe. Valdir Marques, SJ, Doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma).

 

FONTE: http://www.loyola.com.br/liturgia_diaria.asp?dia=15&mes=1&ano=2018  

fev 28

LITURGIA DA PALAVRA NA QUARESMA: REFLEXÃO

LITURGIA DA QUARESMA - 4

2ª SEMANA DA QUARESMA – LEITURA SUGERIDA PARA HOJE – QUARTA-FEIRA –– 28/02/2018 ––

LEITURA DO LIVRO DO PROFETA JEREMIAS – (Jr 18,18-20) –

Naqueles dias 18 Disseram: “Vinde! Atentemos contra Jeremias, porque não faltará instrução ao sacerdote, nem conselho ao sábio, nem palavra ao profeta. Vinde! Golpeemo-lo com sua própria língua; estejamos atentos a todas as suas palavras”. 19 Presta-me atenção, Javé, e ouve o que dizem meus adversários! 20 Paga-se o bem com o mal? Cavaram uma cova para mim. Lembra-te como estive diante de ti para interceder por eles e afastar deles a tua cólera!

- Palavra do Senhor!

– Graças a Deus. 

                                 FONTE: http://www.loyola.com.br/liturgia_diaria.asp?dia=17&mes=1&ano=2018

fev 27

EVANGELHO NA QUARESMA: JESUS VEIO NOS LIBERTAR

QUARESMA-TEMPO DE CONVERSÃO

2ª SEMANA DA QUARESMA – TERÇA-FEIRA – 27/02/2018 –

 Evangelho (Mt 23,1-12)

O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo  segundo São Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Então, Jesus declarou ao povo e a seus discípulos: 2 “Os mestres da lei e os fariseus ocupam a cátedra de Moisés.3 Fazei e observai, então, tudo o que vos disserem, mas não vos guieis pelo seu modo de agir, porque ensinam e não praticam. 4 Amarram pesados fardos e os colocam nas costas dos outros, mas eles próprios não os querem mover nem com a ponta do dedo. 5 Praticam todos os seus atos para atraírem a atenção dos outros. 6 Alargam assim os seus filatérios, e alongam as franjas dos seus mantos. Apreciam os primeiros lugares nos banquetes e as primeiras cadeiras nas sinagogas. Gostam de receber saudações nas praças e de ser chamados de ‘Rabi’ pelos homens. 8 Quanto a vós, não queirais ser chamados de Rabi, porque não tendes senão um só Mestre é sois todos irmãos. 9 A ninguém deis o nome de Pai aqui na terra, porque não tendes senão um Pai: o que está nos céus. 10Nem vos intituleis mestres, porque não tendes senão um Mestre: o Cristo. 11 O maior dentre vós se faça vosso servidor. 12 Quem se exaltar será humilhado e quem se humilhar será exaltado.

–– Palavra da salvação!

— Glória a vós, Senhor.

REFLEXÃO:

... fazem todas as suas ações só para serem vistos pelos outros. (Mt 23,5a). Mt 23,1-12 é uma das passagens em que Jesus mais critica os escribas e fariseus. Por qual motivo? Pela notória hipocrisia deles. Hipocrisia porque sabiam muito bem o que a Lei de Deus ensinava e exigia. Eles exigiam do povo a observância da Lei e de muitos preceitos, mas eles mesmos não os cumpriam. Por isso era hipócritas. Esta é uma lição dura. Dura se tivermos nosso coração duro ao que Deus pede amorosamente de nós. Os hipócritas são vazios do amor por Deus e cheios de soberba, de amor por si mesmos. É completamente diferente o comportamento das pessoas que amam a Deus. Os salmos continuamente nos falam da alegria de cumprir a Lei de Deus por amor a Ele. Os Mandamentos da Lei de Deus insistem em amar a Deus e ao próximo, e cumprindo-os, não somente conhecemos o verdadeiro motivo que Deus lhes deu, como conhecemos também o íntimo, o “coração” de Deus. Deus é amor. Não há motivo para cumprir seus Mandamentos por egoísmo e hipocrisia. (Autor: Pe. Valdir Marques, SJ, Doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma).

 

FONTE: http://www.loyola.com.br/liturgia_diaria.asp?dia=15&mes=1&ano=2018  

fev 27

LITURGIA DA PALAVRA NA QUARESMA: REFLEXÃO

LITURGIA DA QUARESMA - 4

2ª SEMANA DA QUARESMA – LEITURA SUGERIDA PARA HOJE – TERÇA-FEIRA –– 27/02/2018 ––

LEITURA DO LIVRO DO PROFETA ISAÍAS – (Is 1,10.16-20) –

10 Ouvi a palavra de Javé, príncipes de Sodoma! Ouvi a ordem de nosso Deus, povo de Gomorra! 16 Lavai-vos, purificai-vos. Afastai vossa maldade de minha vista, cessai de fazer o mal, 17 aprendei a fazer o bem. Procurai o direito, socorrei o oprimido, sede justos para com o órfão, defendei a viúva!”. 18 “Vinde e discutamos”, diz Javé. “Vossos pecados, embora escarlates, branquearão como neve; embora rubros como púrpura, tornar-se-ão como lã. 19 Se quiserdes e escutardes, provareis dos frutos da terra. 20 Se vos obstinardes na revolta, a espada vos devorará”, pois a boca de Javé falou.

- Palavra do Senhor!

– Graças a Deus. 

                                 FONTE: http://www.loyola.com.br/liturgia_diaria.asp?dia=17&mes=1&ano=2018

fev 26

EDITORIAL DA SEMANA: LOUCO POR JESUS

A LOUCURA DE JESUS

CONHECER JESUS, LEVOU-ME À LOUCURA –

*Por Luiz Antonio de Moura –

Quem consegue assumir a loucura, em sã consciência? Quem pode vencer o ego, a vaidade, o orgulho e tudo o mais que caracteriza o ser humano e dizer: sou louco? Pois eu, depois de refletir no silêncio do meu eu e de avaliar minha conduta espiritual perante a criação e perante o mundo, cheguei à conclusão de que estou irremediavelmente louco!

Os primeiros sinais da loucura apareceram depois que conheci Jesus de Nazaré: um homem-Deus, profeta carismático, capaz de curar, de ressuscitar os mortos, de acalmar tempestades, de multiplicar pães e peixes, de andar sobre as águas e de perdoar os pecados, mas, ao mesmo tempo, capaz de entregar-se nas mãos dos algozes e permitir ser esbofeteado e açoitado, para, finalmente, ser pregado em uma infame cruz. Conhecer esse Jesus mexeu com a minha cabeça, com o meu espírito e com a minha capacidade de interpretar e de conviver com este mundo, para mim, verdadeiramente louco.

No início, achei que a vida do homem de Nazaré era apenas um conto mitológico, banhado em contradições e blindado contra os desgastes do tempo. Uma história sem pé e sem cabeça inventada por alguém que queria ficar famoso e vender livros.

Depois, comecei a encontrar lógica e coerência entre as palavras daquele homem e as atitudes que partiam Dele, na forma em que descrita pelos seus, digamos, biógrafos que, tradicionalmente, são chamados de evangelistas. Estudei a vida de alguns destes “evangelistas” e descobri que foram homens contemporâneos do próprio Jesus ou dos seus mais antigos discípulos. Tudo começou, então, a se encaixar na minha mente e no meu espírito. Algumas dúvidas, no entanto, permaneceram durante algum tempo: como pode um Deus ser preso, açoitado e morto, sem oferecer qualquer resistência? Como pode um único Deus ser, ao mesmo tempo, Pai, Filho e Espírito Santo? O que leva um Deus a se rebaixar à condição humana, para experimentar as dores, os sofrimentos e as angústias dos seres humanos? Não dava para entender direito! Decidi mergulhar fundo na vida e na obra desse Jesus que tanta gente segue e diz amar.

Um homem sem igual: ensinou oferecer a outra face tendo, Ele próprio, oferecido, não apenas a face, mas o corpo todo e a vida, para serem destroçados; mandou orar pelos inimigos, tendo Ele mesmo orado ao Pai, na hora da agonia e pedido perdão para os agressores; mandou perdoar até setenta vezes sete, mas, Ele mesmo, e sem fazer nenhuma conta, nunca negou o perdão a ninguém; chamou de bem aventurados os pobres, sendo Ele, também, um pobre sem terra, sem teto e sem bens materiais; saciou a fome do povo, quando Ele mesmo jamais se preocupou com a própria alimentação; condenou o adultério, mas Ele próprio perdoou a mulher adúltera em praça pública; diz ter vindo para cumprir a Lei, mas, Ele próprio curou e perdoou pecados em dia de sábado, proibido pela Lei; afirma que nada acontece sem que o Pai celestial saiba, mas, ressuscita Lázaro, quatro dias após o sepultamento; discursa perante as multidões, pregando o Reino de Deus, mas, fica calado diante do Sinédrio, de Pôncio Pilatos e de Herodes Antipas, quando interrogado e à beira da condenação à morte; diz que precisa ir para o Pai, mas, sofre terrivelmente ao perceber a chegada da morte, clamando pelo afastamento do cálice amargo.

Estudei a vida Deste homem e fiquei louco. Louco para ser igual a Ele! Louco para conseguir imitá-lo, de alguma forma. E, mais louco ainda eu fiquei quando percebi que, por mais que eu quisesse e que me esforçasse, não conseguia parecer em nada com Ele!! Quando via a maldade no mundo, eu torcia para que alguém fosse punido; quando via ladrões e corruptos sendo apanhados pela justiça, queria vê-los, todos, atrás das grades, algemados e acorrentados; quando tomava conhecimento de que alguém tinha sido lesado, aconselhava a procura pela justiça, em busca da reparação moral e/ou material; quando ficava diante de um probleminha qualquer, logo, logo procurava alguém para me socorrer e, se possível, dar preferência ao meu caso que, para mim, era sempre de urgência; quando olhava para tudo o que eu possuía, sempre percebia que podia conquistar um pouco mais, afinal, diziam os amigos, não é pecado ter um pouco de ambição; andar ao lado dos poderosos, e com eles conviver, era o que mais me dava prazer na vida; alcançar algum tipo de poder sempre fazia parte dos meus projetos para o futuro. Então, como eu conseguiria seguir Aquele homem de Nazaré, para quem nada disso tem a menor importância ou valor? Ah, e para explicar ou para justificar as minhas atitudes, eu costumava, como fazem os insensatos, atribuir as minhas deficiências à condição humana. Mas, Jesus, também, não assumiu plenamente a condição humana e, como tal, não viveu no meio dos homens, padecendo dos mesmos males, enfrentando os mesmos desafios e superando todos eles?

Dá ou não dá pra ficar louco? Eu queria amar, quando alimentava sentimentos de vingança, em nome de uma moral altamente duvidosa; queria perdoar até setenta vezes sete quando, por qualquer motivo, me distanciava do outro, de cara virada; queria orar pelos meus inimigos... para que morressem o quanto antes; queria assegurar, primeiro, os meus direitos e os meus privilégios, para, depois, quem sabe, pensar nos outros. Aquilo, para mim, era esperteza, inteligência, perspicácia, prudência, justiça, sabedoria. Mas, o Senhor disse: “meus pensamentos não são os vossos pensamentos; nem os vossos caminhos são os meus caminhos” (Is 55, 8) e, bem mais tarde, o Apóstolo Paulo vai dizer que: “a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus, pois está escrito: ‘Eu apanharei os sábios na sua própria astúcia’” (ICor 3, 19). Eu era louco, e o mundo me amava e me aplaudia, porque me considerava sábio, justo e astuto!

Mas, agora, meus amigos já perceberam os sinais do que, para eles, é a verdadeira loucura: perceberam que não guardo mágoas e nem ressentimentos; observaram que não desejo o mal para ninguém e que, no fundo, no fundo, sinto pena e me compadeço dos que são apanhados no crime e submetidos a condições desumanas nos cárceres privados ou nas prisões públicas; ouviram-me dizer que precisamos aprender a conviver com o que é mau, sem opor resistência; não compreendem quando falo em favor dos pobres e dos necessitados, que recebem do Estado algum tipo de auxílio; ficam assustados quando ouvem o meu conceito de justiça para todos, independentemente de partidos, religiões ou mesmo do crime que possam ter cometido; mostram-se assombrados quando defendo o direito dos presos, de manifestarem revolta com as condições da prisão ou quando tentam a fuga; ficam assustados com o meu grau de sinceridade, lançando fora a mentira e a falsidade e expressando de forma clara tudo o que se passa em meu coração; acham que sou politicamente incorreto e que... não tenho, digamos, jogo de cintura; ficam escandalizados, quando afirmo que Deus está sempre pronto para perdoar todo aquele que se arrepender diante Dele, inclusive, os piores criminosos e que nós devemos agir da mesma forma; revelam grande espanto, quando declaro que a verdadeira felicidade não existe neste mundo, mas, sim, na vida plena em Deus, por Deus e para Deus; têm certeza da minha loucura, quando digo que estou ansioso para sair desta vida, para retornar a Deus, em busca da vida eterna prometida por Jesus. Acham que meu caso é de internação urgente!

Nada disso me incomoda! Depois que conheci Jesus, estudei Sua vida e analisei Suas obras e palavras, reconheci que a proposta Dele para os homens é, de fato, uma loucura, assim como toda a vida Dele foi uma loucura. Não em vão Ele afirmou: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me. Porque o que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; e o que perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á” Mt 16, 24-25). Depois que, por intermédio de Jesus, estudei e me aproximei da Santíssima Trindade, outra loucura para os meus contemporâneos, fiquei louco de vez, sem possibilidade de cura neste mundo!

Talvez o prezado leitor ou a prezada leitora, também, não duvide da minha loucura! Fique, pois, sabendo que Jesus ama todos esses loucos e que o Reino de Deus é feito por esses, para esses e para todos os demais loucos que, certamente, ainda aparecerão porque, há mais de dois mil anos, a loucura do Evangelho vem seduzindo as mentes, os corações e os espíritos mais brilhantes e mais sábios deste mundo convertendo-os, todos, para Deus, para o desespero e a verdadeira loucura de todos os que não conseguem entender, aceitar nem seguir, a verdadeira e lúcida mensagem de Jesus. Seja feliz, e boa sorte!

________________________________________
*Luiz Antonio de Moura é estudante de Teologia no Instituto Teológico Franciscano, em Petrópolis, é um pensador espiritualista e um cultor do silêncio.

fev 26

EVANGELHO NA QUARESMA: JESUS VEIO NOS LIBERTAR

QUARESMA-TEMPO DE CONVERSÃO

2ª SEMANA DA QUARESMA – SEGUNDA-FEIRA – 26/02/2018 –

 Evangelho (Lc 6,36-38)

O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo  segundo São Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:36 Sede misericordiosos, como vosso Pai é misericordioso.37 Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados. 38 Dai aos outros e os outros vos retribuirão; derramarão em vosso avental uma boa medida, bem cheia, sacudida e transbordante. Porque com a medida com que medirdes sereis medidos”.

–– Palavra da salvação!

— Glória a vós, Senhor.

REFLEXÃO:

O Evangelho de hoje nos leva a reconsiderar a necessidade de perdoar os que nos tem ofendido. Sobre o perdão aos outros já meditamos dias atrás. Repetir esta meditação, portanto, é uma exigência da Liturgia da Palavra nesta Quaresma. Reconsideremos, portanto, o perdão que devemos dar a quem nos ofendeu. Prestemos atenção, no entanto, para o quadro em que este ensino de Jesus está incluído neste Evangelho: Não julgueis, e não sereis julgados. Não condeneis, e não sereis condenados. Perdoai, e sereis perdoados. (Lc 6,37). Quando julgamos os outros como maus, porque nos ofenderam, devemos aguardar o julgamento de Deus sobre esta nossa atitude. Como Deus nos julgará com sua justiça? O Evangelho de hoje nos dá a norma que Deus seguirá: ... com a mesma medida com que medirdes os outros,   vós também sereis medidos. (Lc 6,38d). Quando condenamos os outros por serem maus ou não, porque não os estimamos, ou talvez odiamos, devemos aguardar também o julgamento nosso por Deus. E como a justiça de Deus se manifestará? Já sabemos: ... com a mesma medida com que medirdes os outros, vós também sereis medidos. (Lc 6,38d). Isto nos assusta. Mas nos assusta se não estivermos em bom relacionamento com Deus, se estivermos em pecado, com o sentimento de culpa. Pelo contrário, se não julgamos, se não condenamos, se perdoamos, estaremos na paz que só Deus dá e que ninguém pode tirar. Peçamos a Deus esta paz de consciência. Para isto, examinemos nossa consciência sobre nos maus juízos sobre os outros, nossas condenações dos outros, nosso coração endurecido incapaz de perdoar. Sem Deus nada podemos fazer. (Autor: Pe. Valdir Marques, SJ, Doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma).

  FONTE: http://www.loyola.com.br/liturgia_diaria.asp?dia=15&mes=1&ano=2018  

fev 26

LITURGIA DA PALAVRA NA QUARESMA: REFLEXÃO

LITURGIA DA QUARESMA - 4

2ª SEMANA DA QUARESMA – LEITURA SUGERIDA PARA HOJE – SEGUNDA-FEIRA –– 26/02/2018 ––

LEITURA DO LIVRO DO PROFETA DANIEL – (Dn 9,4b-10) –

4b ‘Ai, Senhor, Deus grande e terrível, que guarda a aliança e a fidelidade para com os que o amam e observam os seus mandamentos, 5 nós pecamos e erramos, procedemos como ímpios e revoltosos, afastamo-nos dos teus preceitos e das tuas leis. 6 Não atendemos aos teus servos, os profetas que falaram em teu Nome aos nossos reis, aos nossos príncipes, aos nossos pais e a todo o povo do país. 7 Do teu lado, ó Senhor, está a justiça; a nós, porém, cabe hoje a confusão do rosto, como ocorre neste dia, a todo o homem de Judá, aos habitantes de Jerusalém, e a todo Israel, aos que estão perto e aos que estão longe, em todos os países, para onde os dispersastes por causa da infidelidade que cometeram contra ti. 8 Para nós, Javé, a confusão do rosto, para os nossos reis, os nossos príncipes, e os nossos pais, que pecaram contra ti. 9 Do Senhor, nosso Deus, esperamos misericórdia e perdão; porque nos retiramos dele, 10 e não ouvimos a voz de Javé, nosso Deus, para andarmos segundo as ordenanças que nos prescreveu por meio dos seus servos, os profetas. 

- Palavra do Senhor!

– Graças a Deus. 

                                 FONTE: http://www.loyola.com.br/liturgia_diaria.asp?dia=17&mes=1&ano=2018

fev 25

SALMO PARA HOJE: LEIA, REFLITA E PRATIQUE

SALMO 90

SALMO DO DIA (25/02/2018) – CANTANDO OU RECITANDO, APROXIMA-TE DO SENHOR –

SALMO – Sl 115(116B),10.15.16-17.18-19

R. Andarei na presença de Deus, junto a ele na terra dos vivos.

10 (1) Confiei no Senhor, mesmo ao dizer: “Acabrunhado estou!”.

R. Andarei na presença de Deus, junto a ele na terra dos vivos.

15 (6) Quão preciosa aos olhos do Senhor a morte dos seus santos!

R. Andarei na presença de Deus, junto a ele na terra dos vivos.

16 (7) Teu servo sou, de tua escrava filho; quebraste os meus grilhões! 17 (8) E te ofereço, grato, um sacrifício, o teu nome invocando.

R. Andarei na presença de Deus, junto a ele na terra dos vivos.

18 (9) Pago minhas promessas ao Senhor diante de todo o povo. 19 (10) Nestes átrios da casa do Senhor, em ti, Jerusalém!

R. Andarei na presença de Deus, junto a ele na terra dos vivos.

    FONTE: http://www.loyola.com.br/liturgia_diaria.asp?dia=14&mes=1&ano=2018

fev 25

REFLETINDO SOBRE A PALAVRA – O FILHO AMADO DO PAI

LUDOVICO GARMUS

2º DOMINGO DA QUARESMA – ESTE É O MEU FILHO AMADO –

* Frei Ludovico Garmus, ofm

ORAÇÃO: “Ó Deus, que nos mandastes ouvir o vosso Filho amado, alimentai nosso espírito com a vossa palavra, para que, purificados pelo olhar de nossa fé, nos alegremos com a visão da vossa glória”.

1. PRIMEIRA LEITURA: Gn 22,2-9a.10-13.15-18

O sacrifício de nosso pai Abraão.

Abraão nos é apresentado não apenas como o antepassado do povo judeu, mas como um exemplo de fé confiante e inabalável em Deus. Deixa uma terra em que morava, porque acreditou na promessa que Deus lhe daria uma nova terra e uma numerosa descendência. Abraão morreu antes de ganhar esta terra prometida; pelo fim de sua vida conseguiu apenas comprar um pedacinho de chão, para sepultar sua esposa Sara. Sara era estéril; por isso cedeu a Abraão a escrava Agar para, ao menos, adotar Ismael, o filho de sua escrava Agar, como seu filho. Mas não era esse o herdeiro prometido. Finalmente, cumpre-se a promessa divina e nasce Isaac, filho de Sara. Tudo corria bem e Isaac crescia saudável e feliz. Isaac era o único herdeiro que Abraão tinha. Podemos imaginar o conflito que explode na alma de Abraão quando Deus exige que ele ofereça seu filho único em sacrifício [a palavra “filho” ocorre sete vezes no texto!]. O dramático silêncio durante a viagem até o monte Moriá é rompido apenas pela pergunta de Isaac: “Pai, temos o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto”? E Abraão responde: “Deus providenciará o cordeiro para o holocausto, meu filho”. No momento, porém, que Abraão ia sacrificar seu filho o anjo do Senhor grita do céu: “Abraão! Abraão! Não estendas a mão contra teu filho... Agora sei que temes a Deus, pois não me recusaste teu filho único”. – Deus aboliu o costume cananeu de sacrificar o filho primogênito, que em Israel era substituído por um cordeiro. Deus, porém, “não poupou seu próprio Filho” (2ª leitura), porque pela morte de Jesus quis nos ganhar com seu amor. “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá sua vida pelos seus amigos” (Jo 15,13).

SALMO RESPONSORIAL: Sl 115

Andarei na presença de Deus,

junto a ele na terra dos vivos.

2. SEGUNDA LEITURA: Rm 8, 31b-34

Deus não poupou seu próprio Filho.

Paulo se espanta com o insondável amor de Deus para conosco, uma âncora segura de nossa salvação. Por isso exclama: “Se Deus é por nós, quem será contra nós? Em Deus podemos confiar, porque “não poupou se próprio filho, mas o entregou por todos nós”. Entregou à morte seu Filho Jesus Cristo, que morreu por nós, ressuscitou, está junto do Pai. Cristo está junto do Pai não como juiz para condenar, e sim, como nosso intercessor: “Ninguém tem maior amor do que aquele que á a vida por seus amigos” (Jo 15,13). Quem crê no mistério da morte e ressurreição do Filho de Deus, nada tem a temer.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Louvor a vós, ó Cristo, rei da eterna glória.

Numa nuvem resplendente fez-se ouvir a voz do Pai:

Eis meu Filho muito amado, escutai-o, todos vós.

3. EVANGELHO: Mc 9,2-10

Este é o meu Filho amado.

Pouco antes do texto que ouvimos Jesus dizia aos discípulos: “O Filho do homem devia sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, sumos sacerdotes e escribas, devia ser morto e ressuscitar depois de três dias” (Mc 8,31). E convidava os discípulos a seguir o mesmo caminho: “Se alguém quiser vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga” (8,34). Jesus estava numa viagem para celebrar a Páscoa e anunciava que, em Jerusalém, os anciãos, os sumos sacerdotes e os escribas o rejeitariam e condenariam à morte (Mc 8,31-33). No caminho, subiu a uma alta montanha, levando consigo como testemunhas Pedro, Tiago e João. Enquanto Jesus orava, transfigurou-se diante deles e suas roupas ficaram brilhantes. Também Moisés e Elias, testemunhas da Lei e dos Profetas, apareceram ao lado de Jesus e conversavam com ele. Diante desta visão, Pedro esqueceu a viagem a Jerusalém, onde Jesus previa sua morte, e disse: “Mestre! É bom ficarmos aqui! Vamos fazer três tendas: uma para ti, uma para Moisés e uma para Elias”. Mas uma nuvem encobriu a visão e uma voz do céu se fez ouvir: “Este é o meu Filho amado, escutai-o”.

O mistério do Filho do Homem, o Servo Sofredor, aos poucos vai se revelando. Mas era uma revelação apenas para os três privilegiados, que foram proibidos de falar disso antes que Jesus ressuscitasse dos mortos. Os discípulos, já antes da Transfiguração, não entendiam que o Mestre devia morrer e ressuscitar. Também depois da sublime visão, na descida do monte continuavam a se perguntar o que significaria “ressuscitar dos mortos”. Os discípulos, porém, descartavam a morte do Mestre. Tinham o plano de proclamar a Jesus como Messias-Rei, durante a celebração da Páscoa. O apóstolo Paulo, convertido e iluminado pelo Espírito Santo, entendeu muito bem o mistério da morte e ressurreição de Jesus Cristo (2ª leitura). – E nós, qual é o Jesus que abraçamos e queremos seguir?

____________________________________________________________
*Frei Ludovico Garmus é Doutor em Exegese Bíblica, Professor de Exegese no Instituto Teológico Franciscano-ITF, em Petrópolis, escritor, conferencista e colabora com o nosso Blog, autorizando a reprodução de textos e de reflexões de sua autoria.

fev 25

SEMANÁRIO DOMINICAL – A TRANSFIGURAÇÃO

PAULO DAHER

2º DOMINGO DA QUARESMA – TRANSFIGURAÇÃO DO SENHOR - 

*Por Monsenhor Paulo Daher –

NO LIVRO DO GÊNESIS 22,1-2.9-13.15-18Deus põe à prova Abraão pedindo que ofereça seu filho como sacrifício ao Senhor. Obedecendo a Deus, Abrão levou seu filho á montanha com tudo para o sacrifício, mas sem nenhum animal. O filho lhe perguntou pelo animal. Ele disse que Deus iria providenciar. Tudo preparado, quando Abraão vai sacrificar seu filho, um anjo o detém e lhe diz que Deus está satisfeito com sua obediência, ai está um cordeiro para o sacrifício. E o Senhor o abençoou e prometeu fazer sua família numerosa.

Em vários momentos Deus prova a fé e a confiança de Abraão. Em todos essas provas, Abraão mostrou sua fé firme. Dele vem todo o povo judeu, escolhido para ser o povo de Deus. Por ele Deus abençoou todos os seus descendentes. Dele veio o Salvador prometido e esperado.

Há várias explicações para esse pedido de Deus a fim de comprovar a fé de Abraão. Não as quero apresentar pois a finalidade destas linhas é mais espiritual com o sentido que vemos logo nos fatos apresentados.

O verdadeiro homem de fé em Deus, de confiança total em sua palavra, em suas orientações é ouvir, acolher com sinceridade e obedecer com amor.

Vemos esta fé claramente na vida de muitos santos. Ouvir com atenção o que o Senhor quer, não discutir, aceitar de coração mesmo sem entender ou até se com isso encontrarmos muito sofrimento.

Antes de Cristo temos muitos casos na vida dos profetas.

Em alguns santos que tiveram visão do Senhor ou de algum seu enviado, quando recebiam ordem ou recado para dizer a um superior qual a vontade de Deus, aconteceu que o superior nem deu atenção. E Deus não fez nada contra este responsável. Deu tempo ao tempo até que por algum milagre ou sinal especial pode convence-lo qual era sua vontade.

Foi assim em Guadalupe, em Lourdes, em Fátima etc.

A prudência pede a quem pensa ter uma inspiração divina para alguma iniciativa especial, que se oriente com um sacerdote prudente para discernir o que de fato pode fazer. Muitos podem se enganar.

Isso para a vida pessoal na orientação religiosa mas principalmente quando entram em jogo outras pessoas.

Infelizmente conhecemos casos de visionários que criaram muitos problemas à Igreja...

NA CARTA AOS ROMANOS 8, 31-34, o apóstolo afirma que se Deus é por nós quem será contra nós? O Senhor sacrificou o próprio Filho por nós. Por isso recebemos tudo o que Deus nos quer dar por meio de seu Filho que intercede sempre por nós.

Nossa vida religiosa nos coloca diante de Deus, faz-nos entender quem Ele é, o que deseja de nós, qual a colaboração que espera de nossa parte para nossa vida e para a vida dos outros.

Nossa pertença à família de Deus, leva-nos a procurar sempre conhecer  sua vontade, seu plano sobre nossa vida, firmando-nos na certeza de nossa fé em sua Igreja.

Pela sinceridade e pela clareza de quem somos e como fazemos parte do reino de Deus, não temos necessidade de procurar outro apoio.

Este é o sentido do que s. Paulo afirma: se Deus é por nós, não precisamos buscar nada para garantir que estamos no caminho certo. Não preciso conhecer mais ninguém que oriente minha vida. Estou contente com Deus. Nem devo ter medo de nada. Deus é mais que tudo.

A garantia de que o amor de Deus é que me dá segurança é porque o que mais precioso Ele tem, enviou para nós: seu próprio Filho, para estar conosco, viver nossa vida, resgatar-nos de nossos erros e pecados.

Fui resgatado por Jesus. Sou da família de Deus, o melhor Pai, o mais poderoso, o mais amoroso, que jamais nos abandona, mesmo quando escapamos de suas mãos buscando outras seguranças.

Além de mandar seu Filho à terra, apresentando a todos nós como nosso melhor amigo e certeza de que sempre vai nos acompanhar, quis que Jesus mostrasse em toda a sua vida na terra quem  Ele era, como fazia o que seu Pai queria e mostrando de mil maneiras que nos amava muito.

E num gesto doloroso e forte: sofreu para nos dizer que o Pai nos ama tanto que foi capaz de sacrificar seu próprio Filho para que nos convencesse de seu amor eterno por nós.

Não nos comovamos só, nem aplaudamos gesto tão generoso. Nossa resposta deve ser: Eu aceito Deus em minha vida, quero seguir tudo o que o Pai celeste nos pediu por Jesus para mostrar-me como filho muito querido.

EM MARCOS 9, 2-10, Jesus sobe a montanha com Pedro, Tiago e João e cercou-se de uma luz divina. Falava com Elias e Moisés. Pedro quer ficar ali assim. Uma nuvem encobriu-os e uma voz se ouviu: “Este é meu Filho querido, escutem o que Ele diz.”  De repente tudo ficou normal e desceram da montanha.

Este fato é chamado: Transfiguração do Senhor.

Jesus mostrou visivelmente sua divindade numa luz que transformou sua imagem numa figura extraordinariamente deslumbrante.

Cristo já estava mais ou menos na metade do tempo de sua missão evangelizadora. Os apóstolos já haviam presenciado muitos gestos de Jesus que mostravam uma força divina: a cura de doentes, o poder que dominava a natureza em momentos críticos, sua Palavra fácil e sábia que iluminava as mentes das pessoas de forma extraordinária, e confundia seus adversários,

A própria pessoa de Cristo impressionava a todos com sua bondade, firmeza, acolhimento, sensibilidade, atento a tudo a e a todos para ajudar.

Jesus quis ainda a estes três apóstolos confirmar quem Ele era e a que viera. Sobe com eles a montanha e lá se transforma externamente numa figura divina brilhante de uma forma impressionante.

Tem a seu lado o grande legislador Moisés e o maior profeta Elias. E como se não bastasse, uma nuvem celestial e iluminada os envolveu (o Espírito Santo!) e ouviu-se a voz do Pai celeste: este é meu Filho muito amado. Escutem o que ele diz.

São Pedro sente uma felicidade e uma paz como nunca aconteceu em sua vida, que exclama: estar aqui é muito bom. Vamos ficar aqui... E não pensa em si, mas bastavam três tendas: para Jesus, Moisés e Elias.

Afirmo com certeza: todos nós tivemos ao menos uma vez na vida momentos como este... Que fizemos depois?

Preparamos um lugar especial para Jesus?...

Aproveitamos o lugar que Ele já escolheu: sua Igreja, a Santa Missa, os Sacrários de nossas igrejas?

O Pai deu o recado especial, único e necessário: Vocês devem escutar meu Filho!

Ouvir a voz suave de nosso Mestre e Senhor, nosso Pastor a toda a hora mostrando seu coração aberto cheio de misericórdia esperando momentos para estar conosco...

_____________________________________________________
*Monsenhor Paulo Daher é Vigário Geral da Diocese de Petrópolis, e colabora enviando gentilmente seus comentários aos textos litúrgicos da semana.

Posts mais antigos «

Apoio: