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Sementes de vida, ������© tempo de semear

Arquivo por mês: julho 2017

jul 31

EDITORIAL DA SEMANA: É SEMPRE BOM RECORDAR

BOLINHA DE GUDE

OS DIAS ERAM ASSIM ...

*Por Luiz Antonio de Moura –

O título pode parecer conhecido, mas, nada tem a ver com o homônimo televisivo. Trata-se, na verdade, de recordar como eram os dias da infância das pessoas que hoje, como eu, circulam pela faixa dos sessenta anos de idade. Não se trata de saudosismo ou de recordações melancólicas, mas, de trazer para os moços e moças de hoje o que de melhor pudemos vivenciar nos idos anos da nossa juventude. Anos que não voltam mais, mas que, com certeza, se voltassem, encontrariam inúmeros adeptos, apesar do Facebook, do instagram, do Whatsapp e de outras redes sociais conhecidas.

Os meninos da minha época, assim como algumas meninas também, jogavam bolinha de gude nos terreirões. Era um entretenimento e tanto! Duas eram as modalidades mais disputadas: o triângulo e a búlica.  No primeiro modelo, riscava-se um triângulo mais ou menos grande em qualquer espaço de chão de terra e, mais adiante, traçava-se um risco reto no chão. Vários garotos, jovens e adultos participavam do jogo. Primeiro, decidia-se qual seria a aposta. Normalmente, começava com uma bolinha de gude para cada participante, casada no centro do triângulo, mas, podia-se optar, também, por duas ou mais bolinhas. Os três ou quatro participantes alinhados ao lado do triângulo arremessavam, de forma individual, sua bolinha mestra na direção da linha reta riscada no chão. A ordem de jogada era obedecida a partir de quem ficasse mais próximo da linha. Às vezes alguém parava exatamente em cima da linha e, pela lógica, seria o primeiro a jogar. Mas, um dos participantes ao lançar sua bolinha, acertava aquela que estava sobre a linha e abocanhava o primeiro lugar. A partir dali, era matar ou morrer. O jogo era divertido! Muitos meninos iniciavam o jogo com três ou quatro bolinhas e, ao final, graças à habilidade e à mão certeira, saíam com mais de vinte bolinhas, novas ou velhas, mas, saíam felizes e fazendo gozação com os perdedores. Todos riam, zombavam e, não raro, brigavam também, mas tudo acabava em muita risada. O segundo modelo (a búlica) era mais entediante, mas, era bastante usual também.

Da mesma época, e quase que de forma simultânea, meninos e meninas soltavam pipas. Que brincadeira agradável! Como era bom passar cerol na linha para, ao cruzar com pipas que vinham de longe, ter o gosto de cortar a linha do “adversário” e ver sua pipa balançando de forma desgovernada e vagueando em queda livre pelo espaço. O grande prazer não era apenas cortar a linha do outro, mas, aparar a pipa que caía a esmo e conseguir trazê-la na mão, como dizíamos então, com largas braçadas. Soltar pipa era o esporte favorito dos meninos, e de muitas meninas também, e que, apesar do tempo, não saiu totalmente da moda.

Tinha, ainda, o pique-esconde, o pulo da corda e da amarelinha e toda uma gama de diversões, de invenções e de entretenimentos que faziam voar os dias das longas férias escolares, do meio ou do final do ano.

Brincava-se com os famosos carrinhos de rolimã, infernizando as calçadas com um zunido gostoso de ser ouvido. Cada um fazia e incrementava seu próprio carrinho. Uns, criando um “sistema” diferenciado de freios! Outros, colocando rolimãs de tamanhos diferentes na frente ou na traseira. Outros, ainda, criavam um assento extra para o carona que, não raro, era a menina mais charmosa do grupo, por quem palpitavam corações e traziam sonhos e paixões inesquecíveis. Como era bom transportar aquela por quem o nosso coração pegava fogo, ainda mais quando conseguíamos vencer a corrida! Tudo era maravilhoso, tudo era divertido!

Por falar em corações e em paixões, como a gente sofria pela garota amada. Pedia-se ao amigo ou à amiga de confiança para levar os famosos “bilhetinhos” e “cartinhas de amor”, nos quais eram escritas coisas bastante sentimentais,  com pedidos de namoro, com convites para um encontro fortuito, para uma festinha de aniversário na casa de um vizinho onde, quase sempre, rolava um som romântico, convidativo para uma dança de rosto colado, quando a paixão, então, chegava ao ponto máximo. Tudo era lindo!

Falar sobre as famosas peladas é quase chover no molhado. De tão boas, são praticadas até os dias de hoje. Metade pra cá, metade pra lá, pouco importando o número, sendo fundamental a existência de uma bola qualquer, um gol de cada lado, e o resto era (e ainda é) só alegria. Jogava-se uma peladinha todo dia, se fosse possível. Na escola, na rua, no ponto final do ônibus entre uma chegada e outra, na quadra emprestada... em qualquer lugar. Na escola pública na qual eu estudava, jogávamos pelada até com tampinha de garrafa de refrigerante, com goleiro e tudo! Tinha falta, pênalti, lateral e escanteio. Tudo era diversão, tudo era alegria, tudo era sonho e romantismo! Sabíamos viver. Soubemos viver, mas, infelizmente, não fomos capazes de trazer tudo aquilo para os nossos filhos e filhas, hoje reduzidos a uma pequena caixinha retangular, por meio da qual afirmam estarem se divertindo, trocando conhecimentos, falando de amor, de sexo, de gostos e de prazeres, mas..., distantes uns dos outros. Falta-lhes o contato físico. O chute na canela, no meio de uma pelada; o tapa na cara, no meio de uma briga por causa de uma pipa de papel de seda; o abraço caloroso depois de uma vitória; o pegar na mão da garota desejada; o gostinho, a sensação e a alegria do primeiro beijo e tudo o mais. Hoje tudo isto é revelado por meio de emojis: mãozinha, tchauzinho, beijinho, risadinha, choro, sinal de positivo, de negativo etc., de forma fria e desprovida de qualquer sentimentalismo, como se fossem robôs falando uns com os outros. Dizem que são felizes! Talvez sejam sim, mas, de uma forma resultante da evolução tecnológica, e não, da evolução humana, com o aperfeiçoamento dos brinquedos, dos meios de entretenimento e das disputas sadias. Falta a estas últimas gerações o pé descalço no chão, o contato com a terra, com os rios e lagos, com o pescar na lagoa do vizinho e com o subir na árvore, seja para pegar uma fruta, uma pipa, um balão ou simplesmente para beijar a menina paquerada e sonhada por longos dias.

Nossos dias eram assim, cheios de pobreza, de simplicidade e de dificuldades, mas, também, cheios de alegrias, de emoções, de sonhos, de projetos e de expectativas porque não tínhamos o Android ou o IOS, dois dos principais sistemas operacionais utilizados na transmissão e na recepção de dados, para calcular as inúmeras possibilidades e, em segundos, mostrar resultados. Tínhamos que aprender a esperar o momento certo para tudo. Aprendíamos a lançar o anzol e, pacientemente, aguardar o peixe morder a isca. Não existiam peixes inteligentemente preparados para morder iscas assim que as vissem cair n’água. Fumava-se um cigarrinho ou tomava-se um golinho de whisky trazido por algum amigo mais abastado, escondido dos pais. Tinha-se prazer simplesmente no fazer algo escondido. Não estávamos sendo filmados ou tendo nossas intimidades reveladas em “redes sociais” ou coisa do gênero e, quando algum amigo ou amiga denunciava nossos atos para os pais, a coisa ficava feia.

As meninas vibravam com a chegada da maturidade, com a primeira experiência no uso do absorvente, com o uso escondido do batom e do esmalte, das primeiras aparadas e pinturas dos cílios, das saias curtas e do shortinho sensual, que causavam tanta sensação entre os jovenzinhos que, desde muito cedo queriam estar ao lado sexo oposto, fazendo mirabolantes projeções de futuro. Tudo era muito simples e bonito, porém, sem vulgaridades.

É de se lamentar que os jovens de hoje não possam mais, sequer, circular de forma livre pelas ruas, calçadas e bairros sem correrem o risco de um assalto, de uma agressão, de uma violência ou mesmo de uma bala perdida. Tudo, por culpa da tecnologia que trouxe jogos vorazes e violentos, disputas acirradas que, não raro, induzem a rivalidades mortais entre indivíduos e grupos, como tem sido visto, por exemplo, nos estádios de futebol. A eletrônica invadiu vidas e lares, agrediu sistemas milenares de convívio e destruiu sonhos, sentimentos, projetos e expectativas.

A extrema liberdade hoje desfrutada afasta a grandeza de cada ato praticado. É como o respirar o oxigênio no estado de maior pureza: causa perplexidade e assombro. Não existem segredos nem intimidades preservados. Tudo é volátil e vulgar, sem qualquer sensação de surpresa ou de ineditismo. Espera-se tudo de todos a qualquer momento e em qualquer lugar!

Aqueles foram dias verdadeiramente mágicos, porque foram herdados dos nossos bisavós, dos avós, dos pais, dos tios e dos irmãos mais velhos que, de geração em geração, foram trazendo e ensinando aos mais novos. Mas nós, lamentavelmente, não soubemos trazer aquela herança para as nossas crianças, nossos jovens e adolescentes e preferimos o caminho fácil do aparelho eletrônico que, inclusive, tem nos substituído com algum sucesso, pois, estão sempre ao lado dos nossos filhos e filhas fazendo-lhes a companhia que a agitação do mundo tem nos impedido de fazer e dando-lhes uma segurança que não somos mais capazes de dar. Os dias eram assim...

Não quis espantar os jovens nem causar angústias nos mais velhos. Quis, apenas, falar um pouco sobre os dias da minha juventude ao lado de todos aqueles que, hoje, ostentam ruguinhas, barriguinhas, cabelos brancos ou calvície, mas, que mantêm vivas n’alma as doces recordações dos belos dias que foram vividos com sabor, com amor, com felicidade e com paixão, e que hoje, com certeza, fazem a diferença entre as gerações que nos sucederam, pois, dificilmente elas sentirão saudades do ambiente eletrônico no qual estão mergulhadas até a alma, porque ali tem de tudo, menos sentimentos ou calor humano. Seja feliz, e boa sorte! 

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*Luiz Antonio de Moura é um caminhante, um pensador espiritualista e um cultor do silêncio.

jul 31

BUSQUE NO EVANGELHO A LUZ PARA A VIDA

BÍBLIA - 2017

17ª SEMANA DO TEMPO COMUM – SEGUNDA-FEIRA – 31/07/2017 –

“A nossa vida de fé é um processo de maturação espiritual que encontra seu início nas águas do Batismo e deve crescer durante toda nossa vida apesar de todas as dificuldades que marcam a existência humana. Este crescimento deve acontecer constantemente. Deve ser uma busca cada vez maior da perfeição, conforme nos diz o próprio Jesus: Sede perfeitos como vosso Pai que está nos céus é perfeito. O modelo para nós de perfeição é o próprio Jesus, e é por isso que São Paulo nos exorta ao crescimento até atingirmos a estatura de Cristo. O amor nos leva ao crescimento, já que a caridade é o vínculo da perfeição e quem ama permanece em Deus”

 Evangelho (Mt 13,31-35)

O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo  segundo São Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo:  31 Jesus contou-lhes outra parábola:  'O Reino dos Céus é como uma semente de mostarda  que um homem pega e semeia no seu campo.  32 Embora ela seja a menor de todas as sementes,  quando cresce, fica maior do que as outras plantas.  E torna-se uma árvore, de modo que os pássaros vêm  e fazem ninhos em seus ramos.'  33 Jesus contou-lhes ainda uma outra parábola:  'O Reino dos Céus é como o fermento  que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha,  até que tudo fique fermentado.'  34 Tudo isso Jesus falava em parábolas às multidões.  Nada lhes falava sem usar parábolas,  35 para se cumprir o que foi dito pelo profeta:  'Abrirei a boca para falar em parábolas;  vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo'. 

– Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

                                

FONTE: http://www.catolicoorante.com.br/liturgia

 

jul 31

LITURGIA DA PALAVRA: A FORÇA DA UNIDADE

Sacred objects, bible, bread and wine

LEITURA SUGERIDA PARA HOJE – 17ª SEMANA COMUM – SEGUNDA-FEIRA – 31/07/2017 –

LEITURA DO LIVRO DO ÊXODO – (Ex 32,15-24.30-34) –

Naqueles dias:  15 Moisés voltou do cume da montanha,  trazendo nas mãos as duas tábuas da aliança,  que estavam escritas de ambos os lados.  16 Elas eram obra de Deus  e a escritura nelas gravada  era a escritura mesma de Deus.  17 Josué, ouvindo o tumulto do povo que gritava,  disse a Moisés: 'Há gritos de guerra no acampamento!'.  18 Moisés respondeu:  'Não são gritos de vitória, nem gritos de derrota;  o que ouço são vozes de gente que canta'.  19 Quando chegou perto do acampamento,  e viu o bezerro e as danças,  Moisés encheu-se de ira e arremessou por terra as tábuas,  quebrando-as no sopé da montanha.  20 Em seguida, apoderou-se do bezerro que haviam feito,  queimou-o e triturou-o, até reduzi-lo a pó.  Depois, espalhou o pó na água,  e fez os filhos de Israel beberem dela.  21 Moisés disse a Aarão:  'Que te fez este povo,  para atraíres sobre ele tão grande pecado?'  22 Aarão respondeu: 'Não se indigne o meu Senhor.  Tu bem sabes que este povo é inclinado ao mal.  23 Eles me disseram: 'Faze-nos deuses  que caminhem à nossa frente,  pois quanto àquele Moisés, que nos tirou da terra do Egito,  não sabemos o que lhe aconteceu'.  24 Eu, então, lhes disse: 'Quem de vós tem ouro?'  Eles trouxeram ouro e me entregaram,  e eu lancei-o no fogo e saiu este bezerro'.  30 No dia seguinte, Moisés disse ao povo:  'Vós cometestes um grandíssimo pecado.  Mas vou subir ao Senhor para ver se de algum modo  poderei obter perdão para o vosso delito'.  31 Moisés voltou para junto do Senhor, e disse:  'Ah! este povo cometeu um grandíssimo pecado:  fizeram para si deuses de ouro.  32 Peço-te que lhe perdoes esta culpa,  senão, risca-me do livro que escreveste'.  33 O Senhor respondeu a Moisés:  'É aquele que pecou contra mim que eu riscarei do meu livro.  34 E agora vai, e conduze este povo para onde eu te disse.  O meu anjo irá à tua frente;  mas, quando chegar o dia do castigo,  eu os punirei por este seu pecado'.

– Palavra do Senhor!

– Graças a Deus.

                                

FONTE: http://www.catolicoorante.com.br/liturgia

jul 30

SEMANÁRIO DOMINICAL

PAULO DAHER

17º. DOMINGO ANO A – DÁ-ME, SENHOR, UM CORAÇÃO COMPREENSIVO –

 *Por Monsenhor Paulo Daher –

 NO 1º. LIVRO DOS REIS 3, 5,7-12, o Senhor apareceu ao rei Salomão e lhe disse: “pede o que quiseres e eu te darei.” Salomão diz “que tudo o que o Senhor fez com seu pai Davi, com ele, com o povo tem sido maravilhoso.”

 Pede então “um coração compreensivo para saber governar o povo de Deus.” Esta oração agradou ao Senhor que lhe disse: “Dou-te um coração sábio e inteligente como nunca houve outro igual.”

 Deus manifesta um amor de Pai para com todos os seres humanos criados, como só Ele pode ser e ter.

 Mas a história mostra claramente que houve pessoas que agradaram muito a Deus em tudo o que fizeram.

 Aqui a história sagrada nos mostra a figura de Salomão nesta fase de sua vida em que parece refletir e manifestar todo o grande coração de seu pai, o rei Davi.

 Deus estava tão contente com ele que, por assim dizer, faz-lhe uma promessa espantosa, que realizou depois na vida dele como lemos também na história sagrada.

 O que agrada a Deus é quando imitamos suas qualidades na atenção amorosa sincera para com todas as pessoas.

 Na vida dos santos lemos sobre os que se dedicavam muito aos mais pobres e humildes, como eram agraciados de dons que beneficiavam mais ainda os que eram atendidos por estes santos.

 Em nossa vida sentimos a alegria de Deus em muitos momentos quando damos atenção aos que sofrem, aos desamparados, aos que aflitos buscam um consolo.

 Todo gesto nosso em que manifestamos um amor sincero, compassivo, dedicado por amor mesmo, sem discriminação ou outro interesse, já o percebemos na pessoa que recebe esta nossa atenção.

 Qualquer um sente logo quando acolhemos com sinceridade, querendo o bem da pessoa. Seus olhos brilham, pois como já disse alguém: eu vi no rosto daquela pessoa o rosto de Deus.

E para quem tem essa sensibilidade, que manifesta um amor e carinho sincero, Deus logo o faz sentir sua presença amorosa e grata.

 NA CARTA AOS ROMANOS 8, 28-30, o apóstolo diz: tudo contribui para o bem dos que amam a Deus porque foram destinados a serem imagens de seu Filho. Aos que chamou os tornou justos e os exaltou.

 São Paulo uma vez convertido por Jesus não só para aceita-lo em sua vida, foi também escolhido como apóstolo junto com os outros.

 Jesus revelou-lhe tudo sobre seus ensinamentos e propostas do reino. Devia seguir e ensinar aos outros o mesmo caminho.

 O que sentia em si mesmo por viver unido a Cristo e ser movido por seu Santo Espírito para trabalhar por seu reino, era toda a razão de sua vida.

 Além do que ia conhecendo aos poucos pelas inspirações do próprio Jesus, experimentava também o valor das graças de salvação do Senhor, pelo resultado de suas viagens por tantas regiões e com tantas pessoas.

 A afirmação dele de que os que amam a Deus sempre conseguirão realizar o bem para todos é uma verdade em que às vezes não acreditamos de fato.

 Porque ainda, inteligentes, preparados, lá em nosso íntimo pensamos um pouco: eu consegui.  E para não nos dar mal, dizemos: graças a Deus. Quase  a pensar: Deus me ajudou, mas Eu fiz! 

 Algumas vezes os apóstolos falharam por não conseguirem atender o que alguém pedia. (...) Como quase sempre faziam até milagres, o Senhor lhes diz: é preciso muita mais oração!

 Volto a lembrar: nós somos os instrumentos de que o Senhor se serve, ao mesmo tempo em que nos transformamos também quando o Senhor realiza o bem por meio de nós.

 Gosto de usar a imagem do pintor excelente que com tinta não tão especial nem pincel próprio, por seu talento, faz uma obra de arte maravilhosa. Assim Deus conosco. Só que para nós, na medida em que Deus realiza suas ações divinas maravilhosas com nossa participação, vai ao mesmo tempo melhorando a qualidade de tinta que somos e o pincel de nossa ajuda.

 EM MATEUS 13, 44-52, Jesus compara o reino dos céus a um tesouro escondido num lugar, que alguém o encontra e vende tudo para compra-lo.

 Ou como uma pérola de grande valor, que alguém quer compra-la. Ou com uma rede que lançada, vem com muitos peixes. Recolhidos separam os bons dos outros. Assim vai ser no fim dos tempos no julgamento das pessoas. Jesus termina: um discípulo do reino é como um pai de família que tira de seu tesouro coisas novas e velhas.

 As comparações de Jesus explicam o nosso modo de pensar e agir normal. Desde o começo de nossa vida, cada dia, cada passo de damos é para frente, vencendo etapa por etapa, amadurecendo, até tornar-nos adultos e conquistar um estabilidade de vida tanto material como e principalmente moral e religiosa.

 Esta maneira de ser está em nossa natureza que à semelhança da Deus somos sempre criadores de algo novo.

 Mas esta caminhada para frente para o crescimento, desenvolvendo nossas capacidades, além de ser um dom originário de nossa natureza é ao mesmo tempo uma condição para realizarmos a vida que Deus nos deu.

 Isto não é facultativo, isto é, posso ou não fazer ou seguir, a vida será a mesma. Não!

 Todos recebemos os dons para fazê-los render. A parábola dos talentos nos mostra a indignação do senhor quando um dos agraciados com um talento foi escondê-lo, para entregar de volta só o talento recebido.

 Aliás, quem não produz perde até o que não tem!

 Nenhum pai ou mãe deve desejar que seu filho bebê fique eternamente bebê, engraçadinho, para suas carícias inocentes.

 Deus nos fez capazes e necessitados de crescimento e amadurecimento em todas as direções.

 Se um batizado ficar satisfeito por ter-se tornado cristão e parar no tempo e no espaço, vai perder tudo o que recebeu de Deus e ficará ainda um ser humano infeliz.

 Não pensemos no julgamento de Deus só como um tribunal que vai avaliar nossa vida, mas a própria vida vai nos julgar pelo resultado que ela apresentará.

 Se eu não quero aprender nada, se não gosto de trabalhar, se me afasto das pessoas, se só busco o que me agrada, se Deus não faz parte de minha vida, não será só o Senhor que vai me julgar, a própria vida vai me dar a resposta: jamais realizarei o caminho que me leva para a felicidade.

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*Monsenhor Paulo Daher é Sacerdote da Diocese de Petrópolis, e colabora enviando gentilmente seus comentários aos textos litúrgicos da semana.

jul 30

PEDISTE-ME SABEDORIA

LUDOVICO GARMUS

17º DOMINGO DO TEMPO COMUM – O REINO DE DEUS E SUA JUSTIÇA –

*Por Frei Ludovico Garmus, ofm –

ORAÇÃO: “Ó Deus, sois o amparo dos que em vós esperam e, sem vosso auxílio, ninguém é forte, ninguém é forte, ninguém é santo; redobrai de amor para conosco, para que, conduzidos por vós, usemos de tal modo os bens que passam para abraçar os que não passam”.

1. PRIMEIRA LEITURA: 1Rs 3,5.7-12

Pediste-me sabedoria.

Salomão, apenas nomeado e ungido rei de Israel e Judá, foi oferecer sacrifícios em Gabaon. Estava preocupado com seu plano de governo, para substituir seu pai Davi no trono. Em sonho, o próprio Deus lhe diz: “Pede o que desejas, e eu te darei”. E Salomão não pediu riquezas nem vida longa, ou a morte de seus inimigos. Mas Salomão, jovem e inexperiente, pediu apenas “um coração compreensivo”, isto é, o dom da sabedoria, para governar o povo com justiça. Praticar a justiça para o rei significava julgar os pobres com justiça e coibir a violência e opressão dos grandes e poderosos contra os pequenos, como o órfão, a viúva, o estrangeiro. Para isso precisava de um “coração compreensivo” para governar bem o povo de Deus. Desejava o dom da sabedoria para buscar sempre o melhor para o bem-estar do povo. – Logo em seguida conta-se como o rei fez justiça entre duas pobres mulheres (prostitutas), que, tendo morrido o filho de uma delas, disputavam o filho ainda vivo.

Estamos vivendo em tempos de graves crises, tanto a nível mundial como, especialmente em nosso país. A falta de sabedoria em nossos políticos e governantes provoca o escândalo da injustiça, da corrupção e da violência, como estamos vivendo em nossos dias. Peçamos a Deus que ilumine nossos políticos e governantes com o dom da sabedoria, a fim de que busquem o bem do povo mais pobre e não os interesses pessoais ou de grupos.

SALMO RESPONSORIAL: Sl 118

Como eu amo, Senhor, a vossa lei, vossa palavra!

2. SEGUNDA LEITURA: Rm 8,28-30

Ele nos predestinou para sermos conformes à imagem de seu Filho.

Paulo medita sobre o projeto de Deus a nosso respeito. Tudo começa com seu projeto de amor para conosco. “Desde sempre” Deus quis nos tornar conformes à imagem de seu Filho. Deus nos ama como seus filhos adotivos e irmãos de Cristo. Quer, assim, que seu Filho seja o primogênito no meio de uma multidão de irmãos. Deus já glorificou seu Filho Jesus Cristo e quer que nós, irmãos de Jesus Cristo, participemos da mesma glória. Esta fé e esperança anima a vida do cristão.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Eu te louvo, ó Pai Santo, Deus do céu, Senhor da terra:

os mistérios do teu Reino aos pequenos, Pai, revelas!

3. EVANGELHO: Mt 13,44-52

Ele vende todos os seus bens e compra aquele campo.

O Evangelho que ouvimos contém as últimas três parábolas (exclusivas de Mateus) e a conclusão do “sermão das parábolas” de Mt 13: parábola do tesouro escondido, parábola da pérola preciosa e a parábola da rede. Jesus continua explicando o que é o Reino dos Céus (Deus). A parábola do tesouro escondido mostra a gratuidade do achado: o homem estava passando por um campo e o “encontra por acaso” e investe tudo que tem para comprar aquele campo, por causa do tesouro escondido. O encontro não era premeditado. É a experiência do deixar-se surpreender por Deus, da qual o Papa Francisco falava aos jovens na JMJ. Deus gosta de nos surpreender... A parábola da pérola preciosa mostra outra faceta: o mercador lidava com pérolas, sabia o que procurava e o que queria; mesmo assim é surpreendido por uma pérola que jamais havia sonhado encontrar. Estas duas parábolas fazem parte da experiência pessoal de Mateus/Levi: Na sua banca de cobrador de impostos lidava com moedas, mas Jesus o surpreende com o convite: “Segue-me!” E Levi/Mateus larga tudo, faz uma festa de despedida para seus amigos e segue a Jesus, porque encontrou o tesouro escondido (Lc 5,27-29). – O seguimento de Jesus, o reino de Deus, exige de nós um “investimento total” e prioritário: “Buscai o reino de Deus e a sua justiça e tudo mais vos será dado de acréscimo” (Mt 6,33). – A parábola da rede aponta para o juízo final e se assemelha àquela do joio no meio do trigo, que ouvimos domingo passado.

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*Frei Ludovico Garmus é Doutor em Exegese Bíblica, Professor de Exegese no Instituto Teológico Franciscano-ITF, em Petrópolis, escritor, conferencista e colabora com o nosso Blog, autorizando a reprodução de textos e de reflexões de sua autoria.

jul 30

SALMO PARA HOJE

SALMO DE HOJE

SALMO DO DIA (30/07/2017) – CANTANDO OU RECITANDO, APROXIMA-TE DO SENHOR –

SALMO - 118,57.72.76-77.127-128.129-130

R. Como eu amo, Senhor, a vossa lei, vossa palavra!

57 É esta a parte que escolhi por minha herança:

observar vossas palavras, ó Senhor!

72 A lei de vossa boca, para mim,

vale mais do que milhões em ouro e prata. 

R. Como eu amo, Senhor, a vossa lei, vossa palavra!

76 Vosso amor seja um consolo para mim,

conforme a vosso servo prometestes.

77 Venha a mim o vosso amor e viverei,

porque tenho em vossa lei o meu prazer! 

R. Como eu amo, Senhor, a vossa lei, vossa palavra!

127 Por isso amo os mandamentos que nos destes,

mais que o ouro, muito mais que o ouro fino!

128 Por isso eu sigo bem direito as vossas leis,

detesto todos os caminhos da mentira. 

R. Como eu amo, Senhor, a vossa lei, vossa palavra!

129 Maravilhosos são os vossos testemunhos,

eis por que meu coração os observa!

130 Vossa palavra, ao revelar-se, me ilumina,

ela dá sabedoria aos pequeninos.

R. Como eu amo, Senhor, a vossa lei, vossa palavra!

   

FONTE: http://www.catolicoorante.com.br/liturgia/

 

jul 30

BUSQUE NO EVANGELHO A LUZ PARA A VIDA

Closeup of wooden Christian cross on bible

17º DOMINGO DO TEMPO COMUM – 30/07/2017 –

Evangelho (Mt 13,44-52)

O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo  segundo São Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 44 'O Reino dos Céus é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquele campo. 45 O Reino dos Céus também é como um comprador que procura pérolas preciosas. 46 Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquela pérola. 47 O Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que apanha peixes de todo tipo. 48 Quando está cheia, os pescadores puxam a rede para a praia, sentam-se e recolhem os peixes bons em cestos e jogam fora os que não prestam. 49 Assim acontecerá no fim dos tempos: os anjos virão para separar os homens maus dos que são justos, 50 e lançarão os maus na fornalha de fogo. E ai, haverá choro e ranger de dentes. 51 Compreendestes tudo isso?' Eles responderam: 'Sim.' 52 Então Jesus acrescentou: 'Assim, pois, todo o mestre da Lei, que se torna discípulo do Reino dos Céus, é como um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas.'

– Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

                                

FONTE: http://www.catolicoorante.com.br/liturgia

jul 30

O REINO DOS CÉUS É UM TESOURO

ZÉ MARIA-2

XVII DOMINGO DO TEMPO COMUM – O TESOURO ESCONDIDO –

*Por Mons. José Maria Pereira –

O Evangelho (Mt 13,44-52) continua a série de parábolas sobre o Reino dos Céus. O ensinamento de Jesus é particularmente vivo e apto para mover a mente e o coração e, por conseguinte, para levar à ação. Jesus compara o Reino dos Céus “a um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquele campo” (Mt 13,44). Ou ainda, “a um negociante que andava em busca de pérolas preciosas. Ao encontrar uma de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquela pérola” (Mt 13, 45-46). Nos dois casos, por duas vezes se fala em vender: vender significa desfazer-se do que é seu. Para possuir o Reino dos Céus as pessoas deverão desfazer-se de si mesmas, dos valores falsos deste mundo, do apego aos bens materiais. Vale apena vender tudo para possuir o tesouro do Reino! O Reino dos Céus – o Evangelho, o cristianismo, a graça, a amizade com Deus – é o tesouro escondido, mas presente no mundo; muitos o têm próximo, mas não o descobrem, ou antes, mesmo descoberto, não sabem dar-lhe o respectivo valor e descuidam-no, preterindo-o ao reino material: aos prazeres, às riquezas e às satisfações de vida terrena. Somente quem dispõe de um coração compreensivo para “distinguir o bem do mal” (1Rs 3,9), o eterno do transitório, a aparência do que é essencial, saberá tomar a decisão de “vender tudo quanto possui” para o adquirir. Jesus não pede pouco a quem quer alcançar o Reino; pede-lhe tudo. Mas também é certo que não lhe promete pouco; promete-lhe tudo: a vida eterna e a eterna e beatificante comunhão com Deus. Se o homem, para conservar a vida terrena, está disposto a perder a todos os seus bens, porque não se dispõe a fazer outro tanto, ou mais ainda, para conseguir para si a vida eterna?

O Reino dos Céus é um tesouro, aliás, o único tesouro, o único bem realmente importante. Tanto que um homem que o possui tem tudo, mesmo que não tenha mais nada; enquanto quem não o possui não tem nada, mesmo que possua o mundo inteiro: Que servirá a um  homem ganhar o mundo inteiro, se vem a prejudicar a sua vida? – diz Jesus; isto é, se não toma posse do Reino dos Céus? (Mt 16,26).

Para ganhar tão grande tesouro, vale a pena que o homem não só renuncie a todas as coisas, mas também, como diz Jesus, que renuncie à sua própria vida, porque quem perde a sua vida para o Reino dos Céus a encontrará; enquanto quem a quer salvar a perderá (Mt 10,39 ).

O Reino dos Céus, portanto, é realmente um tesouro, o único tesouro verdadeiro.

Mas este, como diz a parábola, é um tesouro escondido, um tesouro difícil de ser descoberto. Basta pensar em todos aqueles que ainda não conhecem o Evangelho e a Igreja, depois de 2 mil anos que tal tesouro existe sobre a terra.  Mas, sem ir longe e pensar naqueles que vivem desconhecendo o Evangelho, o Reino dos Céus é um tesouro escondido também para os cristãos; escondido porque sempre por descobrir, escondido porque difícil de ser descoberto.

Essas parábolas nos dizem alguma coisa a mais do que meditamos até aqui: o tesouro escondido, pelo qual é preciso vender tudo, é, sim,  o Reino dos Céus, isto é, uma realidade, mas é também em primeiro lugar uma pessoa: é o próprio Jesus. Segui–Lo,  escolhe–Lo pela vida e voltar a escolhe–Lo sempre de novo, ser Seu discípulo, significa ter feito a escolha certa, a única que assegura o tesouro nos céus. É Ele a pérola preciosa. 

Nas duas parábolas, mesmo sendo parecidas entre si, apresentam diferenças dignas de nota: O tesouro significa a abundância de dons; a pérola, a beleza do Reino. O tesouro apresenta-se de repente, a pérola supõe, pelo contrário, uma busca esforçada; mas em ambos os casos o que encontra fica inundado de uma profunda alegria. Assim é a fé, a vocação, a verdadeira sabedoria, o desejo do céu: por vezes, apresenta-se de modo inesperado, outras segue-se a uma intensa busca. A atitude do homem, em ambas as parábolas, está descrita com os mesmos termos: “vai e vende tudo o quanto tem e compra-a: o desprendimento, a generosidade, é condição indispensável para o alcançar.

Esse Reino é “paz, justiça e gozo no Espírito Santo”. Vem, Senhor, a nós esse vosso Reino, vem nos ensinar que vale a pena perder tudo, entregar tudo para ter a Vós, único e verdadeiro Bem.

“O Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar que apanha peixes de todo o tipo” (Mt 13,47). Esta rede lançada ao mar é imagem da Igreja, em cujo seio há justos e pecadores: até o fim dos tempos, haverá nela santos, como haverá os que abandonaram a casa paterna, dilapidando a herança recebida no Batismo; e uns e outros pertencem a ela, ainda que de modo diverso.

Como recorda São João Paulo II, a Igreja “é Mãe, na qual renascemos para uma vida nova em Deus; uma mãe deve ser amada. Ela é santa no seu Fundador, nos seus meios e na sua doutrina, mas formada por homens pecadores; temos que contribuir para melhorá-la e ajudá-la a uma fidelidade sempre renovada, que não se consegue com críticas corrosivas” (Homilia em Barcelona, 1982).

A Igreja é fonte de santidade e causa da existência de tantos santos ao longo dos séculos.

Todos os membros da Igreja são chamados à santidade, “quer pertençam à Hierarquia, quer sejam por ela apascentados” (LG, 39).

Peçamos ao Senhor que nós, membros do Povo de Deus, do seu Corpo Místico, cresçamos em santidade pessoal e sejamos assim bons filhos da Igreja. “São precisos – diz São João Paulo II – arautos do Evangelho, peritos em humanidade que conheçam a fundo o coração do homem de hoje, participem das suas alegrias e esperanças, das suas angústias e tristezas e ao mesmo tempo, sejam contemplativos, enamorados de Deus. Para isto, são precisos novos santos. Os grandes evangelizadores da Europa foram os santos. Devemos suplicar ao Senhor que aumente o espírito de santidade na Igreja e nos envie novos santos para evangelizar o mundo de hoje” (Discurso ao Simpósio de Bispos Europeus, 1985).

Amemos, cada vez mais, a Igreja de Cristo! Se amamos a Igreja, nunca surgirá em nós esse interesse mórbido em ventilar, como culpa da Mãe, as misérias de alguns dos filhos.

Façamos nossa a oração de Salomão: “Senhor, dá, pois, ao teu servo um coração compreensivo, capaz de governar o teu povo e de discernir entre o bem e o mal” (1Rs 3,9). Que na procura do Tesouro e da Pérola Preciosa, os obstáculos nunca nos desanimem, “pois, tudo contribui para o bem daqueles que amam a Deus…” (Rm 8, 28).

    O que ainda preciso entregar para que o Reino de Deus seja todo o meu tesouro?

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*Mons. José Maria Pereira, Sacerdote da Diocese de Petrópolis, é, também, Professor, Juiz do Tribunal Eclesiástico Interdiocesano de Niterói e Diocesano de Petrópolis e Vigário Paroquial de Nossa Senhora de Fátima  enviando para o Blog, semanalmente, a homilia do domingo.
   

jul 30

LITURGIA DA PALAVRA: A FORÇA DA UNIDADE

Open holy bible with glowing cross in the middle

LEITURA SUGERIDA PARA HOJE – 17º DOMINGO DO TEMPO COMUM – 30/07/2017 –

PRIMEIRA LEITURA

LEITURA DO PRIMEIRO LIVRO DOS REIS – (1Rs 3, 5.7-12) –

Naqueles dias: 5 Em Gabaon o Senhor apareceu a Salomão, em sonho, durante a noite, e lhe disse: 'Pede o que desejas e eu to darei'. 7 E Salomão disse: Senhor meu Deus, tu fizeste reinar o teu servo em lugar de Davi, meu pai. Mas eu não passo de um adolescente, que não sabe ainda como governar. 8 Além disso, teu servo está no meio do teu povo eleito, povo tão numeroso que não se pode contar ou calcular. 9 Dá, pois, ao teu servo, um coração compreensivo, capaz de governar o teu povo e de discernir entre o bem e o mal. Do contrário, quem poderá governar este teu povo tão numeroso?' 10 Esta oração de Salomão agradou ao Senhor. 11 E Deus disse a Salomão: 'Já que pediste estes dons e não pediste para ti longos anos de vida, nem riquezas, nem a morte de teus inimigos, mas sim sabedoria para praticar a justiça, 12 vou satisfazer o teu pedido; dou-te um coração sábio e inteligente, como nunca houve outro igual antes de ti, nem haverá depois de ti.

– Palavra do Senhor!

– Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

–  Como eu amo, Senhor, a vossa lei, vossa palavra!

–  Como eu amo, Senhor, a vossa lei, vossa palavra!

SEGUNDA LEITURA

LEITURA DA CARTA DE SÃO PAULO AOS ROMANOS (Rm 8,28-30)

Irmãos: 28 Sabemos que tudo contribui para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados para a salvação, de acordo com o projeto de Deus. 29 Pois aqueles que Deus contemplou com seu amor desde sempre, a esses ele predestinou a serem conformes à imagem de seu Filho, para que este seja o primogênito numa multidão de irmãos. 30 E aqueles que Deus predestinou, também os chamou. E aos que chamou, também os tornou justos; e aos que tornou justos, também os glorificou. 

- Palavra do Senhor.

- Graças a Deus.

                                 

FONTE: http://www.catolicoorante.com.br/liturgia

jul 29

SALMO PARA HOJE

SALMO É VIDA

SALMO DO DIA (29/07/2017) – CANTANDO OU RECITANDO, APROXIMA-TE DO SENHOR –

SALMO - Sl 33(34),2-3.4-5.6-7.8-9.10-11

R. Provai e vede quão suave é o Senhor!

2 Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo,

seu louvor estará sempre em minha boca.

3 Minha alma se gloria no Senhor;

que ouçam os humildes e se alegrem!

R. Provai e vede quão suave é o Senhor!

4 Comigo engrandecei ao Senhor Deus,

exaltemos todos juntos o seu nome!

5 Todas as vezes que o busquei, ele me ouviu,

e de todos os temores me livrou. 

R. Provai e vede quão suave é o Senhor!

6 Contemplai a sua face e alegrai-vos,

e vosso rosto não se cubra de vergonha!

7 Este infeliz gritou a Deus, e foi ouvido,

e o Senhor o libertou de toda angústia. 

R. Provai e vede quão suave é o Senhor!

8 O anjo do Senhor vem acampar

ao redor dos que o temem, e os salva.

9 Provai e vede quão suave é o Senhor!

Feliz o homem que tem nele o seu refúgio! 

R. Provai e vede quão suave é o Senhor!

10 Respeitai o Senhor Deus, seus santos todos,

porque nada faltará aos que o temem.

11 Os ricos empobrecem, passam fome,

mas aos que buscam o Senhor não falta nada. 

R. Provai e vede quão suave é o Senhor!

 

FONTE: http://www.catolicoorante.com.br/liturgia/

 

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