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Sementes de vida, ������© tempo de semear

Arquivo por mês: abril 2016

abr 30

EVANGELHO: UMA LUZ NA ESTRADA DA NOSSA VIDA

BÍBLIA NOVÍSSIMA

5ª SEMANA DA PÁSCOA – SÁBADO – 30/04/2016 –

 Evangelho  (Jo 15,18-21)

 — O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

 —  PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo segundo  João

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 18“Se o mundo vos odeia, sabei que primeiro me odiou a mim. 19Se fôsseis do mundo, o mundo gostaria daquilo que lhe pertence. Mas, porque não sois do mundo, porque eu vos escolhi e apartei do mundo, o mundo por isso vos odeia.

20Lembrai-vos daquilo que eu vos disse: ‘O servo não é maior que seu senhor’. Se me perseguiram a mim, também perseguirão a vós. Se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa. 21Tudo isto eles farão contra vós por causa do meu nome, porque não conhecem aquele que me enviou”.

— Glória a vós, Senhor.

  FONTE http://liturgia.cancaonova.com/liturgia/    

abr 30

LITURGIA DA PALAVRA: UMA FONTE DE VIDA E DE ESPERANÇA

LITURGIA DO NATAL - 3

LEITURA SUGERIDA PARA HOJE – 5ª SEMANA DA PÁSCOA – SÁBADO – 30/04/2016 –

 Leitura do Livro dos Atos dos Apóstolos – (At 16,1-10) –

 Naqueles dias, 1Paulo foi para Derbe e Listra. Havia em Listra um discípulo chamado Timóteo, filho de uma judia, crente, e de pai grego. 2Os irmãos de Listra e Icônio davam bom testemunho de Timóteo. 3Paulo quis então que Timóteo partisse com ele. Tomou-o consigo e circuncidou-o, por causa dos judeus que se encontravam nessas regiões, pois todos sabiam que o pai de Timóteo era grego.

4Percorrendo as cidades, Paulo e Timóteo transmitiam as decisões que os apóstolos e anciãos de Jerusalém haviam tomado. E recomendavam que fossem observadas. 5As Igrejas fortaleciam-se na fé e, de dia para dia, cresciam em número. 6Paulo e Timóteo atravessaram a Frígia e a região da Galácia, pois o Espírito Santo os proibira de pregar a Palavra de Deus na Ásia.

7Chegando perto da Mísia, eles tentaram entrar na Bitínia, mas o Espírito de Jesus os impediu. 8Então atravessaram a Mísia e desceram para Trôade. 9Durante a noite, Paulo teve uma visão: na sua frente, estava de pé um macedônio que lhe suplicava: “Vem à Macedônia e ajuda-nos!” 10Depois dessa visão, procuramos partir imediatamente para a Macedônia, pois estávamos convencidos de que Deus acabava de nos chamar para pregar-lhes o Evangelho.

 .- Palavra do Senhor.

 - Graças a Deus.

   FONTE http://liturgia.cancaonova.com/liturgia/

abr 29

EVANGELHO: UMA LUZ NA ESTRADA DA NOSSA VIDA

BÍBLIA NOVÍSSIMA

5ª SEMANA DA PÁSCOA – SEXTA-FEIRA – 29/04/2016 –

 Evangelho  (Jo 15,12-17)

 — O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

 —  PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo segundo  João

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 12“Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. 13Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos.

14Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. 15Já não vos chamo servos, pois o servo não sabe o que faz o seu Senhor. Eu chamo-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai. 16Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi e vos designei para irdes e para que produzais fruto e o vosso fruto permaneça. O que, então, pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo concederá. 17Isto é o que vos ordeno: amai-vos uns aos outros”.

— Glória a vós, Senhor.

  FONTE http://liturgia.cancaonova.com/liturgia/    

abr 29

LITURGIA DA PALAVRA: UMA FONTE DE VIDA E DE ESPERANÇA

LITURGIA DO NATAL - 3

LEITURA SUGERIDA PARA HOJE – 5ª SEMANA DA PÁSCOA – SEXTA-FEIRA – 29/04/2016 –

 Leitura do Livro dos Atos dos Apóstolos – (At 15,22-31) –

 Naqueles dias, 22pareceu bem aos apóstolos e aos anciãos, de acordo com toda a Comunidade de Jerusalém, escolher alguns da Comunidade para mandá-los a Antioquia, com Paulo e Barnabé.

Escolheram Judas, chamado Bársabas, e Silas, que eram muito respeitados pelos irmãos. 23Através deles enviaram a seguinte carta: “Nós, os apóstolos e os anciãos, vossos irmãos, saudamos os irmãos vindos do paganismo e que estão em Antioquia e nas regiões da Síria e da Cilícia. 24Ficamos sabendo que alguns dos nossos causaram perturbações com palavras que transtornaram vosso espírito. Eles não foram enviados por nós. 25Então decidimos, de comum acordo, escolher alguns representantes e mandá-los até vós, junto com nossos queridos irmãos Barnabé e Paulo, 26homens que arriscaram suas vidas pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo. 27Por isso, estamos enviando Judas e Silas, que pessoalmente vos transmitirão a mesma mensagem. 28Porque decidimos, o Espírito Santo e nós, não vos impor nenhum fardo, além destas coisas indispensáveis: 29abster-se de carnes sacrificadas aos ídolos, do sangue, das carnes de animais sufocados e das uniões ilegítimas. Vós fareis bem se evitardes essas coisas. Saudações!”

30Depois da despedida, Judas e Silas foram para Antioquia, reuniram a assembleia e entregaram a carta.31A sua leitura causou alegria, por causa do estímulo que trazia.

 .- Palavra do Senhor.

 - Graças a Deus.

   FONTE http://liturgia.cancaonova.com/liturgia/

abr 28

SÃO FRANCISCO E A COMPAIXÃO – POR FREI ALMIR GUIMARÃES

COMPAIXÃO DE FRANCISCO

A RESPEITO DA COMPAIXÃO EM SÃO FRANCISCO DE ASSIS –

*Por Frei Almir Guimarães –

"Jubileu extraordinário da misericórdia! Em todos os lugares se ouve falar do tema. Inspiramo-nos aqui numa reflexão de Nicole Granger, terceira franciscana francesa, estampada na Revista Évangile Aujourd’hui (n. 198, 2003, p. 29-35) a respeito da compaixão em São Francisco." 

  1. Compaixão e simpatia não são palavras sinônimas. Os dois termos, no entanto, remetem para a mesma ideia: uma aptidão de sofrer com…, de sentir com. Simpatia é a face solar de sentimentos partilhados, a compaixão seu lado dolorido. A compaixão seria doce se pudesse se revestir de sentimentos de simpatia. A simpatia seria indulgente, se ela não ignorasse a compaixão. Em São Francisco os dois sentimentos se unem quando a Regra não bulada afirma: “E devem (os irmãos) estar satisfeitos quando estão no meio de gente comum e desprezada, de pobres e fracos, enfermos e leprosos e mendigos de rua” (Regra não bulada 9,3). Em resumo, os irmãos se façam presentes na vida de todos aqueles que carecem de compaixão. 

  1. A palavra compaixão não faz parte do vocabulário de Francisco em seus escritos. O termo, porém, é usado frequentemente por seus biógrafos e de maneira muito tocante: “Quem poderia descrever, afirma Celano, sua imensa compaixão para com os pobres?” (2Cel 83). Compaixão aparece na emoção do santo diante das “mãos aleijadas de uma pobre mulher” (1Cel 67), no fato de beijar os rostos desfigurados dos leprosos (Leg. Maior I,6), ao contemplar as misérias e desgraças do coração. Fazia suas as dores dos sofredores e se extasiava dolentemente diante das dores do Crucificado. Fez a experiência da dores do Amado de modo particular no alto do Alverne. 

  1. Se o corpo de Francisco, quase no final de sua trajetória, é assinalado pelas chagas de Cristo, tantas vezes contempladas e pranteadas com amor, é porque seu caminho de compaixão fez com que de homem em homem, de irmão em irmão ele acolhesse em a si a dor dos outros, não de maneira passiva e estereotipada mas com originalidade própria de tal forma que cada franciscano que contempla o modo de Francisco exercer a compaixão dispõe de um “vade-mécum” , um “modo de fazer” a compaixão, uma “receita do bolo”. 

  1. Chorar – A compaixão não necessita forçosamente se exprimir por lágrimas. Muitas vezes chorar, gemer, pode significar ensimesmamento, preocupação com a própria sensibilidade, decepção raivosa do próprio ego. E no entanto, as lágrimas não são coisas banais. Chorar pode ser expressão de uma tristeza. Há os que afirmam que aquele que perdura na tristeza anda fazendo aliança com o diabo. O diabo fica alegre quando pode surrupiar a alegria do coração das pessoas. Por pequenas brechas o inimigo tira a candura da mente: “A maior alegria do diabo é quando pode roubar ao servo de Deus o gozo do espírito. Carrega um pó para jogar nos menores meandros da consciência para emporcalhar a candura da mente e a pureza da vida” (2Cel 125). Quando alguém é dominado pela tristeza precisará chorar. “… se não for lavado pelas lágrimas produzirá no coração uma ferrugem que vai ficar” (Idem). 

Algo de diferente parece estar representado no famoso quadro que representa Francisco enxugando as lágrimas com um lenço. O quadro nos leva a pensar que a compaixão pelos outros se traduz em abundantes lágrimas. A compaixão é um movimento que atinge o próprio corpo, que suscita e faz nascer intenção de colocar gestos precisos de compreensão e de misericórdia. Lágrimas de compaixão são aquelas que nos permitem ver mais claro, caracterizadas por lucidez e não por um nevoeiro afetivo e sentimental. 

  1. Dar – Como primeiro gesto de compaixão Francisco costumava se desfazer de alguma coisa que tinha em favor dos outros. “Com relação a todas as coisas que que lhe davam para aliviar as necessidades do corpo, ele estava acostumado a pedir licença aos doadores para poder distribuí-las licitamente se encontrasse alguém mais pobre. Não poupava absolutamente nada, nem mantos, nem túnicas, nem livros, nem sequer os paramentos do altar, sem deixar de dar tudo isso aos pobres enquanto podia para cumprir o dever da piedade. Muitas vezes vemo-lo carregar sobre seus ombros a carga que pobres andavam carregando. 

“A mãe de dois frades veio uma vez ter com o santo, pedindo esmola com confiança. Compadecendo-se dela, o santo Pai disse a Frei Pedro Cattani, seu vigário: ‘Podemos dar alguma esmola à nossa mãe?’ Na verdade ,ele dizia que a mãe de algum irmão, era também sua mãe e de todos os irmãos. Respondeu-lhe Frei Pedro: ‘Não há em casa nada que lhe possa ser dado’. E acrescentou: ‘Temos um Novo Testamento em que, por não termos breviários, fazemos as leituras de Matinas. Disse-lhe o bem-aventurado Francisco: ‘Dá o Novo Testamento a nossa mãe para que ela o venda para sua necessidade, porque por ele somos admoestados a ajudar os pobres. Creio realmente que mais agradará a Deus a doação do que a leitura’” (2Cel 91). 

Outro dom de Francisco foi o da sua palavra. O santo conhecia bem o desespero, pobreza, sofrimento moral e estado de inanição de seus contemporâneos. Muitas vezes ele lhes dirigia a palavra com tanto fervor que eles se sentiam consolados. Ora, a palavra que consola é uma palavra de compaixão. A palavra que consola alivia o peso que os outros carregam e faz com que sequem as lágrimas de seus rostos.

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*Frei Almir Ribeiro Guimarães pertence à ordem dos frades menores, e escreve seus artigos periodicamente para a Província da Imaculada Conceição do Brasil - See more at: http://www.franciscanos.org.br/?p=107644#sthash.CbHWr722.dpuf
Referência  Nicole Granger, “La compassion chez saint François” – Évangile Aujourd’hui n. 198, p. 29ss    

abr 28

EVANGELHO: UMA LUZ NA ESTRADA DA NOSSA VIDA

BÍBLIA NOVÍSSIMA

5ª SEMANA DA PÁSCOA – QUINTA-FEIRA – 28/04/2016 –

 Evangelho  (Jo 15,9-11)

 — O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

 —  PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo segundo  João

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 9“Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. 10Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor. 11Eu vos disse isto, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena”.— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

 

FONTE http://liturgia.cancaonova.com/liturgia/    

abr 28

LITURGIA DA PALAVRA: UMA FONTE DE VIDA E DE ESPERANÇA

LITURGIA DO NATAL - 3

LEITURA SUGERIDA PARA HOJE – 5ª SEMANA DA PÁSCOA – QUINTA-FEIRA – 28/04/2016 –

 Leitura do Livro dos Atos dos Apóstolos – (At 15,7-21) –

 Naqueles dias, 7depois de longa discussão, Pedro levantou-se e falou aos apóstolos e anciãos: “Irmãos, vós sabeis que, desde os primeiros dias, Deus me escolheu, do vosso meio, para que os pagãos ouvissem de minha boca a palavra do Evangelho e acreditassem. 8Ora, Deus, que conhece os corações, testemunhou a favor deles, dando-lhes o Espírito Santo como o deu a nós. 9E não fez nenhuma distinção entre nós e eles, purificando o coração deles mediante a fé. 10Então, por que vós agora pondes Deus à prova, querendo impor aos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós mesmos tivemos força para suportar? 11Ao contrário, é pela graça do Senhor Jesus que acreditamos ser salvos, exatamente como eles”.

12Houve então um grande silêncio em toda a assembleia. Depois disso, ouviram Barnabé e Paulo contar todos os sinais e prodígios que Deus havia realizado, por meio deles, entre os pagãos. 13Quando Barnabé e Paulo terminaram de falar, Tiago tomou a palavra e disse: “Irmãos, ouvi-me: 14Simão acaba de nos lembrar como, desde o começo, Deus se dignou tomar homens das nações pagãs para formar um povo dedicado ao seu Nome. 15Isso concorda com as palavras dos profetas, pois está escrito: 16“Depois disso, eu voltarei e reconstruirei a tenda de Davi que havia caído; reconstruirei as ruínas que ficaram e a reerguerei, 17a fim de que o resto dos homens procure o Senhor com todas as nações que foram consagradas ao meu Nome. É o que diz o Senhor, que fez estas coisas, 18conhecidas há muito tempo’.

19Por isso, sou do parecer que devemos parar de importunar os pagãos que se convertem a Deus. 20Vamos somente prescrever que eles evitem o que está contaminado pelos ídolos, as uniões ilegítimas, comer carne de animal sufocado e o uso do sangue. 21Com efeito, desde os tempos antigos, em cada cidade, Moisés tem os seus pregadores, que leem todos os sábados nas sinagogas”.

 .- Palavra do Senhor.

 - Graças a Deus.

   FONTE http://liturgia.cancaonova.com/liturgia/

abr 27

EU SOU A VIDEIRA; VÓS OS RAMOS

A VIDEIRA

A VIDEIRA E OS RAMOS (Jo 15, 1-8) –

*Por Luiz Antonio de Moura –

            Jesus sempre trabalha a fórmula discursiva por meio de uma narrativa de fácil compreensão do povo que com Ele caminha. Age assim porque conhece profundamente a cultura, os hábitos, os vícios, os instrumentos de trabalho, as dificuldades e as soluções que fazem parte da vida diária daquela gente que O cerca.

          O Evangelista João narra certo discurso de Jesus, no qual Ele faz uma comparação entre o Pai e o agricultor, para explicar que a árvore que não produzir bom fruto, e em boa quantidade, será cortada e lançada ao fogo. Utiliza como exemplo a videira, de cujos os ramos colhem-se maravilhosas uvas, tanto em aspecto, quanto em qualidade!

            Comparando-se, Ele próprio, à videira, Jesus afirma: “Eu sou a videira; vós, os ramos”, afirmando que, se permanecermos Nele, na condição de ramos, produziremos muitos frutos, chamando a atenção para a necessidade de respeitarmos esta regra, dizendo: “O ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Assim também vós: não podeis tampouco dar fruto, se não permanecerdes em mim”.

            A condição, portanto, para darmos frutos, em quantidade e com a qualidade satisfatórias ao agricultor eterno, é necessário que permaneçamos em Jesus, porque, Dele recebemos a ceiva indispensável para a produção dos frutos desejados pelo Pai. Ao não observarmos esta regra, não produziremos nenhum fruto agradável e, ao final, seremos lançados fora, como Ele mesmo confirma ao dizer: “Se alguém não permanecer em mim será lançado fora, como o ramo. Ele secará e hão de ajuntá-lo e lança-lo ao fogo, e será queimado”.

            Encerrando e esclarecendo melhor, Jesus conduz os ouvintes para o contexto no qual Ele quer chegar, afirmando que suas palavras devem estar no coração de cada um de nós, para que possamos atingir o objetivo de agradar ao Pai em tudo. Nesse aspecto, ele afirma categoricamente: “Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis tudo o que quiserdes e vos será feito”.

            Ou seja: é a partir da nossa união com Jesus, como os ramos estão unidos à videira, que produziremos os frutos capazes de tornar-nos verdadeiros filhos de Deus e verdadeiros discípulos de Jesus, e assim ele conclui a narrativa afirmando: “Nisso é glorificado meu Pai, para que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos”.

            A fórmula que Jesus nos ensina, para estarmos ligados a ele, do mesmo jeito que os ramos estão ligados à videira, é trazermos Sua Palavra sempre em nossas vidas, respeitando-a, seguindo-a e cumprindo-a o que fará com que cada um de nós produza os frutos esperados pelo Pai que, como recompensa, atenderá a todos os nossos pedidos.

            Talvez aí possa ser encontrada a explicação buscada por muitas pessoas que não entendem o porquê de rezarem tanto, de pedirem tanto e de forma tão insistente, sem serem atendidas em suas preces. Talvez possa estar faltando a essas pessoas o vínculo entre suas vidas e Jesus, como os ramos que, grudados na videira, dela recebendo a ceiva da vida, produzem frutos em abundância.

            Permanecer na Palavra de Jesus, significa ouvi-la, segui-la e aplica-la no dia-a-dia da nossa vida. Essa Palavra é a ceiva que alimenta nossas vidas e permite que possamos produzir os bons frutos, que só podem ser produzidos por quem está ligado de forma permanente em Jesus. Por esta razão Ele afirma – vale repetir – “O ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira”.

            E, a conclusão apresentada por Jesus é instigante e provocativa: “sem mim nada podeis fazer”. Nada podemos produzir a partir de nós mesmos e das nossas inclinações, por mais adequadas que possam parecer. Ou seja, o ramo, por mais robusto que seja, não produz qualquer fruto, se não estiver ligado na videira. Jesus é a videira e nós, os ramos. Unidos a Ele, certamente produziremos frutos agradáveis ao Agricultor eterno, o Pai, e receberemos Dele tudo o que pedirmos. Fora daí, não existe saída que não a secagem e a queima, como ocorre com os ramos secos e suas pobres folhas espalhadas pela roça. O agricultor manda juntá-los, todos, e lança-los na fornalha, até a título de limpeza. Não permitamos que ocorra o mesmo conosco!

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*Luiz Antonio de Moura é graduado em Direito (Universidade Católica de Petrópolis), pós-graduado em Direito do Trabalho (Universidade Estácio de Sá) e em Administração Pública (Fundação Getúlio Vargas-RJ), trabalha no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região - RJ e, atualmente, é aluno de Teologia no Instituto Teológico Franciscano - ITF, em Petrópolis-RJ. Administra o site www.lisaac.blog.br e a página Sementes de vida: É tempo de semear, no Facebook.

abr 27

EVANGELHO: UMA LUZ NA ESTRADA DA NOSSA VIDA

BÍBLIA NOVÍSSIMA

5ª SEMANA DA PÁSCOA – QUARTA-FEIRA – 27/04/2016 –

 Evangelho  (Jo 15,1-8)

 — O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

 —  PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo segundo  João

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 1“Eu sou a videira verdadeira e meu Pai é o agricultor. 2Todo ramo que em mim não dá fruto ele o corta; e todo ramo que dá fruto, ele o limpa, para que dê mais fruto ainda. 3Vós já estais limpos por causa da palavra que eu vos falei. 4Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós não podereis dar fruto, se não permanecerdes em mim.

5Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permanece em mim e eu nele, esse produz muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. 6Quem não permanecer em mim, será lançado fora como um ramo e secará. Tais ramos são recolhidos, lançados no fogo e queimados. 7Se permanecerdes em mim e minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes e vos será dado. 8Nisto meu Pai é glorificado: que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

  FONTE http://liturgia.cancaonova.com/liturgia/    

abr 27

LITURGIA DA PALAVRA: UMA FONTE DE VIDA E DE ESPERANÇA

LITURGIA DO NATAL - 3

LEITURA SUGERIDA PARA HOJE – 5ª SEMANA DA PÁSCOA – QUARTA-FEIRA – 27/04/2016 –

 Leitura do Livro dos Atos dos Apóstolos – (At 15,1-6) –

 1Naqueles dias, chegaram alguns da Judeia e ensinavam aos irmãos de Antioquia, dizendo: “Vós não podereis salvar-vos, se não fordes circuncidados, como ordena a Lei de Moisés”. 2Isto provocou muita confusão, e houve uma grande discussão de Paulo e Barnabé com eles. Finalmente, decidiram que Paulo, Barnabé e alguns outros fossem a Jerusalém, para tratar dessa questão com os apóstolos e os anciãos.

3Depois de terem sido acompanhados pela Comunidade, Paulo e Barnabé atravessaram a Fenícia e a Samaria. Contaram sobre a conversão dos pagãos, causando grande alegria entre todos os irmãos.

4Chegando a Jerusalém, foram recebidos pelos apóstolos e os anciãos, e narraram as maravilhas que Deus tinha realizado por meio deles. 5Alguns dos que tinham pertencido ao partido dos fariseus e que haviam abraçado a fé levantaram-se e disseram que era preciso circuncidar os pagãos e obrigá-los a observar a Lei de Moisés. 6Então, os apóstolos e os anciãos reuniram-se para tratar desse assunto.

 .- Palavra do Senhor.

 - Graças a Deus.

   FONTE http://liturgia.cancaonova.com/liturgia/

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