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Sementes de vida, ������© tempo de semear

Arquivo por mês: julho 2015

jul 31

UM SALMO PARA A SUA VIDA

SALMOS-2

SALMO 44, 1-18

1Ao mestre de canto. Segundo a melodia: Os lírios. Hino dos filhos de Coré. Canto nupcial.2Transbordam palavras sublimes do meu coração. Ao rei dedico o meu canto. Minha língua é como o estilo de um ágil escriba.3Sois belo, o mais belo dos filhos dos homens. Expande-se a graça em vossos lábios, pelo que Deus vos cumulou de bênçãos eternas.4Cingi-vos com vossa espada, ó herói; ela é vosso ornamento e esplendor.5Erguei-vos vitorioso em defesa da verdade e da justiça. Que vossa mão se assinale por feitos gloriosos.6Aguçadas são as vossas flechas; a vós se submetem os povos; os inimigos do rei perdem o ânimo.7Vosso trono, ó Deus, é eterno, de equidade é vosso cetro real.8Amais a justiça e detestais o mal, pelo que o Senhor, vosso Deus, vos ungiu com óleo de alegria, preferindo-vos aos vossos iguais.9Exalam vossas vestes perfume de mirra, aloés e incenso; do palácio de marfim os sons das liras vos deleitam.10Filhas de reis formam vosso cortejo; posta-se à vossa direita a rainha, ornada de ouro de Ofir.11Ouve, filha, vê e presta atenção: esquece o teu povo e a casa de teu pai.12De tua beleza se encantará o rei; ele é teu senhor, rende-lhe homenagens.13Habitantes de Tiro virão com seus presentes, próceres do povo implorarão teu favor.14Toda formosa, entra a filha do rei, com vestes bordadas de ouro.15Em roupagens multicores apresenta-se ao rei, após ela vos são apresentadas as virgens, suas companheiras.16Levadas entre alegrias e júbilos, ingressam no palácio real.17Tomarão os vossos filhos o lugar de vossos pais, vós os estabelecereis príncipes sobre toda a terra.18Celebrarei vosso nome através das gerações. E os povos vos louvarão eternamente.

jul 31

CUIDAR DO PLANETA, É CUIDAR DE TODOS!

PLANETA TERRA - 2A MÃE TERRA ESTÁ SOFRENDO: SOMOS OS RESPONSÁVEIS – PARTE IV-

                  A preocupação com o destino da humanidade passa, necessariamente, pela preocupação com a vida do planeta terra, nossa nave mãe. Há muito, que a comunidade científica mundial vem tentando alertar para a necessidade, e a responsabilidade, que todas as nações têm de racionalizar tanto a exploração dos bens naturais produzidos pela Terra, quanto com o entulho descartável e danoso para a vida desta mesma Terra. Diante dos fenômenos naturais observados de modo crescente e assustador, nas últimas décadas, o ser humano está se dando conta de que tudo é mesmo verdade e que, não apenas a racionalidade nos usos e nos costumes, mas, até mesmo a responsabilidade por tudo isso, é comum a todos os habitantes do planeta. Em compasso com esta visão e com a urgência do tema, a Igreja publicou recentemente a Encíclica “Laudato Si” , Sobre o Cuidado da Casa Comum, do Papa Francisco. O documento, pelo tema e atualidade, pela origem e pela autoridade moral do seu subscritor, merece ser lido atenciosamente por todos os condôminos deste gigantesco condomínio, chamado Terra.               Nesta edição estamos prosseguindo com a publicação dos sucessivos trechos da referida Encíclica, com a finalidade de levar ao público em geral, e aos nossos leitores em especial, o conhecimento acerca deste documento tão atual, útil e, mais do que nunca, necessário.

“CARTA ENCÍCLICA LAUDATO SI’ DO SANTO PADRE FRANCISCO SOBRE O CUIDADO DA CASA COMUM

O clima como bem comum

23. O clima é um bem comum, um bem de todos e para todos. A nível global, é um sistema complexo, que tem a ver com muitas condições essenciais para a vida humana. Há um consenso científico muito consistente, indicando que estamos perante um preocupante aquecimento do sistema climático. Nas últimas décadas, este aquecimento foi acompanhado por uma elevação constante do nível do mar, sendo difícil não o relacionar ainda com o aumento de acontecimentos meteorológicos extremos, embora não se possa atribuir uma causa cientificamente determinada a cada fenômeno particular. A humanidade é chamada a tomar consciência da necessidade de mudanças de estilos de vida, de produção e de consumo, para combater este aquecimento ou, pelo menos, as causas humanas que o produzem ou acentuam. É verdade que há outros fatores (tais como o vulcanismo, as variações da órbita e do eixo terrestre, o ciclo solar), mas numerosos estudos científicos indicam que a maior parte do aquecimento global das últimas décadas é devida à alta concentração de gases com efeito de estufa (dióxido de carbono, metano, óxido de azoto, e outros) emitidos sobretudo por causa da atividade humana. A sua concentração na atmosfera impede que o calor dos raios solares refletidos pela terra se dilua no espaço. Isto é particularmente agravado pelo modelo de desenvolvimento baseado no uso intensivo de combustíveis fósseis, que está no centro do sistema energético mundial. E incidiu também a prática crescente de mudar a utilização do solo, principalmente o desflorestamento para finalidade agrícola.

24. Por sua vez, o aquecimento influi sobre o ciclo do carbono. Cria um ciclo vicioso que agrava ainda mais a situação e que incidirá sobre a disponibilidade de recursos essenciais como a água potável, a energia e a produção agrícola das áreas mais quentes e provocará a extinção de parte da biodiversidade do planeta. O derretimento das calotas polares e dos glaciares a grande altitude ameaça com uma libertação, de alto risco, de gás metano, e a decomposição da matéria orgânica congelada poderia acentuar ainda mais a emissão de dióxido de carbono. Entretanto a perda das florestas tropicais piora a situação, pois estas ajudam a mitigar a mudança climática. A poluição produzida pelo dióxido de carbono aumenta a acidez dos oceanos e compromete a cadeia alimentar marinha. Se a tendência atual se mantiver, este século poderá ser testemunha de mudanças climáticas inauditas e duma destruição sem precedentes dos ecossistemas, com graves consequências para todos nós. Por exemplo, a subida do nível do mar pode criar situações de extrema gravidade, se se considera que um quarto da população mundial vive à beira-mar ou muito perto dele, e a maior parte das megacidades estão situadas em áreas costeiras.

25. As mudanças climáticas são um problema global com graves implicações ambientais, sociais, econômicas, distributivas e políticas, constituindo atualmente um dos principais desafios para a humanidade. Provavelmente os impactos mais sérios recairão, nas próximas décadas, sobre os países em vias de desenvolvimento. Muitos pobres vivem em lugares particularmente afetados por fenômenos relacionados com o aquecimento, e os seus meios de subsistência dependem fortemente das reservas naturais e dos chamados serviços do ecossistema como a agricultura, a pesca e os recursos florestais. Não possuem outras disponibilidades econômicas nem outros recursos que lhes permitam adaptar-se aos impactos climáticos ou enfrentar situações catastróficas, e gozam de reduzido acesso a serviços sociais e de proteção. Por exemplo, as mudanças climáticas dão origem a migrações de animais e vegetais que nem sempre conseguem adaptar-se; e isto, por sua vez, afeta os recursos produtivos dos mais pobres, que são forçados também a emigrar com grande incerteza quanto ao futuro da sua vida e dos seus filhos. É trágico o aumento de emigrantes em fuga da miséria agravada pela degradação ambiental, que, não sendo reconhecidos como refugiados nas convenções internacionais, carregam o peso da sua vida abandonada sem qualquer tutela normativa. Infelizmente, verifica-se uma indiferença geral perante estas tragédias, que estão acontecendo agora mesmo em diferentes partes do mundo. A falta de reações diante destes dramas dos nossos irmãos e irmãs é um sinal da perda do sentido de responsabilidade pelos nossos semelhantes, sobre o qual se funda toda a sociedade civil.

26. Muitos daqueles que detêm mais recursos e poder econômico ou político parecem concentrar-se sobretudo em mascarar os problemas ou ocultar os seus sintomas, procurando apenas reduzir alguns impactos negativos de mudanças climáticas. Mas muitos sintomas indicam que tais efeitos poderão ser cada vez piores, se continuarmos com os modelos atuais de produção e consumo. Por isso, tornou-se urgente e imperioso o desenvolvimento de políticas capazes de fazer com que, nos próximos anos, a emissão de dióxido de carbono e outros gases altamente poluentes se reduza drasticamente, por exemplo, substituindo os combustíveis fósseis e desenvolvendo fontes de energia renovável. No mundo, é exíguo o nível de acesso a energias limpas e renováveis. Mas ainda é necessário desenvolver adequadas tecnologias de acumulação. Entretanto, nalguns países, registaram-se avanços que começam a ser significativos, embora estejam longe de atingir uma proporção importante. Houve também alguns investimentos em modalidades de produção e transporte que consomem menos energia exigindo menor quantidade de matérias-primas, bem como em modalidades de construção ou restruturação de edifícios para se melhorar a sua eficiência energética. Mas estas práticas promissoras estão longe de se tornar omnipresentes.

2. A questão da água

27. Outros indicadores da situação atual têm a ver com o esgotamento dos recursos naturais. É bem conhecida a impossibilidade de sustentar o nível atual de consumo dos países mais desenvolvidos e dos sectores mais ricos da sociedade, onde o hábito de desperdiçar e jogar fora atinge níveis inauditos. Já se ultrapassaram certos limites máximos de exploração do planeta, sem termos resolvido o problema da pobreza.

28. A água potável e limpa constitui uma questão de primordial importância, porque é indispensável para a vida humana e para sustentar os ecossistemas terrestres e aquáticos. As fontes de água doce fornecem os sectores sanitários, agropecuários e industriais. A disponibilidade de água manteve-se relativamente constante durante muito tempo, mas agora, em muitos lugares, a procura excede a oferta sustentável, com graves consequências a curto e longo prazo. Grandes cidades, que dependem de importantes reservas hídricas, sofrem períodos de carência do recurso, que, nos momentos críticos, nem sempre se administra com uma gestão adequada e com imparcialidade. A pobreza da água pública verifica-se especialmente na África, onde grandes sectores da população não têm acesso a água potável segura, ou sofrem secas que tornam difícil a produção de alimento. Nalguns países, há regiões com abundância de água, enquanto outras sofrem de grave escassez.

29. Um problema particularmente sério é o da qualidade da água disponível para os pobres, que diariamente ceifa muitas vidas. Entre os pobres, são frequentes as doenças relacionadas com a água, incluindo as causadas por micro-organismos e substâncias químicas. A diarreia e a cólera, devidas a serviços de higiene e reservas de água inadequados, constituem um fator significativo de sofrimento e mortalidade infantil. Em muitos lugares, os lençóis freáticos estão ameaçados pela poluição produzida por algumas atividades extrativas, agrícolas e industriais, sobretudo em países desprovidos de regulamentação e controles suficientes. Não pensamos apenas nas descargas provenientes das fábricas; os detergentes e produtos químicos que a população utiliza em muitas partes do mundo continuam a ser derramados em rios, lagos e mares.

30. Enquanto a qualidade da água disponível piora constantemente, em alguns lugares cresce a tendência para se privatizar este recurso escasso, tornando-se uma mercadoria sujeita às leis do mercado. Na realidade, o acesso à água potável e segura é um direito humano essencial, fundamental e universal, porque determina a sobrevivência das pessoas e, portanto, é condição para o exercício dos outros direitos humanos. Este mundo tem uma grave dívida social para com os pobres que não têm acesso à água potável, porque isto é negar-lhes o direito à vida radicado na sua dignidade inalienável. Esta dívida é parcialmente saldada com maiores contribuições econômicas para prover de água limpa e saneamento as populações mais pobres. Entretanto nota-se um desperdício de água não só nos países desenvolvidos, mas também naqueles em vias de desenvolvimento que possuem grandes reservas. Isto mostra que o problema da água é, em parte, uma questão educativa e cultural, porque não há consciência da gravidade destes comportamentos num contexto de grande desigualdade.

31. Uma maior escassez de água provocará o aumento do custo dos alimentos e de vários produtos que dependem do seu uso. Alguns estudos assinalaram o risco de sofrer uma aguda escassez de água dentro de poucas décadas, se não forem tomadas medidas urgentes. Os impactos ambientais poderiam afetar milhares de milhões de pessoas, sendo previsível que o controle da água por grandes empresas mundiais se transforme numa das principais fontes de conflitos deste século.[23]

Continua em 04/08/2015

Fonte: http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/encyclicals/documents/papa-francesco_20150524_enciclica-laudato-si.html

jul 31

EVANGELHO DE HOJE – CLIQUE AQUI E LEIA

O Evangelho do dia

SEXTA-FEIRA, 31 DE JULHO DE 2015 –

17ª Semana Tempo Comum –

Evangelho – Mt 13,54-58 –

Não é ele o filho do carpinteiro? Então, de onde lhe vem tudo isso? –

† Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 13,54-58 –

Naquele tempo: 

54 Dirigindo-se para a sua terra, Jesus ensinava na sinagoga, de modo que ficavam admirados. E diziam: 'De onde lhe vem essa sabedoria e esses milagres? 55 Não é ele o filho do carpinteiro? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos não são Tiago, José, Simão e Judas? 56 E suas irmãs não moram conosco? Então, de onde lhe vem tudo isso?' 57 E ficaram escandalizados por causa dele. Jesus, porém, disse: 'Um profeta só não é estimado em sua própria pátria e em sua família!' 58 E Jesus não fez ali muitos milagres, porque eles não tinham fé. 

Palavra da Salvação!

 

Fonte: http://liturgiadiaria.cnbb.org.br/app/user/user/UserView.php?ano=2015&mes=7&dia=27  

jul 31

LEIA A BÍBLIA TODOS OS DIAS

LITURGIA DIÁRIA-JULHO

LEITURAS SUGERIDAS PARA HOJE – SEXTA-FEIRA - 31/JUL/2015 –

 1ª Leitura - Lv 23,1.4-11.15-16.27.34b-37

Salmo - Sl 80,3-4. 5-6ab. 10-11ab (R.2a)

Evangelho - Mt 13,54-58

Reflexão - Mt 13, 54-58

jul 30

UM EXÉRCITO PARA CRISTO

SANTO INÁCIO

SANTO INÁCIO DE LOIOLA - 

                      Poucos santos tiveram uma influência tão vasta e profunda na história Igreja como Santo Inácio: ele marca uma época! Aqui, brevíssimos traços de sua gigantesca figura.

                    Íñigo, ou Inácio, nasceu em Loiola, região basca da Espanha, em 1491. Como pajem na corte, aprendeu as maneiras gentis que sempre o distinguiram. De porte elegante, adestrado em todos os exercícios equestres, era Inácio, em sua mocidade, o tipo acabado de cavalheiro, fidalgo espanhol, valente, espirituoso, dado ao jogo, à poesia, às aventuras de militar e no amor.

                      Prestava o serviço de armas junto ao vice-rei de Navarra, quando, no cerco da fortaleza de Pamplona, foi gravemente atingido numa perna. No longo tratamento a que teve de se sujeitar, procurou ocupar o tempo lendo a vida dos santos. Começou, então, a fazer sérias comparações entre a vida fútil dedicada ao mundo e os grandes ideais do serviço de Deus. Movido pela graça, tomou a firme resolução de trocar a carreira militar para o serviço da construção do Reino de Deus.

                        Tinha então 30 anos. Pendurou sua espada no Santuário de Montserrat e entregou-se à meditação mais profunda dos mistérios divinos. Na solidão de Manresa, em meio a privações, ânsias, angústias e arrebatamentos da vida eremítica, traçou as linhas gerais de seu célebre livro Exercícios espirituais, que se tomou verdadeiro código de ascese cristã em todo o mundo.

                        Em espírito de penitência, fez uma peregrinação à Terra Santa e de volta à Espanha percebeu que para ser útil na construção do Reino de Cristo, na sociedade, devia cursar os estudos de filosofia e teologia, dando embasamento de cultura ao seu zelo. Já mais adulto, entregou-se ao estudo das línguas, da filosofia e teologia, antes na Espanha, depois no maior centro cultural do tempo: na Universidade da Sorbona, em Paris.

                      Foi em Paris que, exercendo grande liderança de exemplo e de palavra Inácio conseguiu ganhar à sua causa os primeiros seis companheiros, sob sua direção fizeram os exercícios espirituais e com eles lançaram fundamentos da Companhia de Jesus em 15 de agosto de 1534.

                Sua instituição era um tipo novo e original de vida religiosa que unia espiritualidade profunda à disciplina e obediência quase militar, com a finalidade de coordenar o máximo de atividade na construção do Reino de Cristo, na sociedade conturbada daquele tempo. De fato, um dos traços marcantes da obra de Inácio é o sentido da organização, a espiritualidade entendida como ação e o culto à eficácia: daqui enfatizou o valor normativo da obediência; na vida espiritual dava muita importância ao esforço pessoal ascético, usando como meios a introspecção contínua e a repressão dos tintos. A Ordem por ele fundada, por sua atividade educadora e pastoral uma das alavancas mais fortes da restauração católica e da Contrarreforma. Não havia atividade pastoral que fugisse ao seu zelo. Abriu novos caminhos ao espírito missionário, levando o Evangelho às mais longínquas regiões da terra. Ainda em vida, dezenas de missionários trabalhavam no Brasil, e os jesuítas, sem dúvida, foram os que mais se destacaram na evangelização dos índios. 

                        Inácio fundou em Roma o Colégio Romano e o Colégio Germânico, a fim de preparar apóstolos de Cristo para o mundo. Faleceu em Roma, aos 31 de julho de 1556, com 65 anos.

                       A Companhia de Jesus, apesar das perseguições sofridas no século XVIII, floresceu cada vez mais e hoje conta com um verdadeiro exército de religiosos e apóstolos: 27 mil! Este, de fato, era o sonho de Inácio: ter um exército de apóstolos a serviço de Cristo, da Igreja e do papa. Seu lema era: Tudo para a maior glória de Deus!”

  Fonte: CONTI, Servílio Dom, I.M.CO Santo do Dia.  Petrópolis. Vozes: 2006.  711 páginas  

jul 30

EVANGELHO DE HOJE – CLIQUE AQUI E LEIA

O Evangelho do dia

QUINTA-FEIRA, 30 DE JULHO DE 2015 –

17ª Semana Tempo Comum –

Evangelho – Mt 13,47-53 –

Recolhem os peixes bons em cestos e jogam fora os que não prestam –

† Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 13,47-53 –

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 

47 O Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que apanha peixes de todo tipo. 48 Quando está cheia, os pescadores puxam a rede para a praia, sentam-se e recolhem os peixes bons em cestos e jogam fora os que não prestam. 49 Assim acontecerá no fim dos tempos: os anjos virão para separar os homens maus dos que são justos, 50 e lançarão os maus na fornalha de fogo. E ai, haverá choro e ranger de dentes. 51 Compreendestes tudo isso?' Eles responderam: 'Sim.' 52 Então Jesus acrescentou: 'Assim, pois, todo mestre da Lei, que se torna discípulo do Reino dos Céus, é como um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas.' 53 Quando Jesus terminou de contar essas parábolas, partiu dali. 

Palavra da Salvação!

 

Fonte: http://liturgiadiaria.cnbb.org.br/app/user/user/UserView.php?ano=2015&mes=7&dia=27  

jul 30

LEIA A BÍBLIA TODOS OS DIAS

LITURGIA DIÁRIA-JULHO

LEITURAS SUGERIDAS PARA HOJE – QUINTA-FEIRA - 30/JUL/2015 –

 1ª Leitura - Ex 40,16-21.34-38

Salmo - Sl 83 (84),3. 4. 5-6a.8a. 11 (R. 2)

Evangelho - Mt 13,47-53

Reflexão - Mt 13, 47-53

jul 29

REFLETINDO SOBRE MARIA

Mãe de Jesus

MARIA, MÃE DE DEUS E NOSSA MÃE! -

(PARTE I) -

*Por Luiz Antonio de Moura - 

                               Falar sobre Maria, mãe de Jesus, exige acima de tudo muita humildade. Pés descalços, coração aberto. Espírito livre. Maria não é uma pessoa como qualquer um de nós, como gostam de falar alguns cristãos. Maria é uma serva de Deus, escolhida a dedo por Deus, para executar uma missão que nenhuma outra criatura sobre a  terra teria condições de executar: conceber, gestar e dar à luz o próprio Deus Encarnado. Não é uma missão qualquer, é uma missão que envolve todos os seres criados por Deus porque, ao final de tudo, envolve uma nova criação, com novos céus e terra. Por esta razão, falar sobre Maria, exige tanta simplicidade, tanta responsabilidade e tanta doação.

                        Nesta página, criada e dedicada exclusivamente à Mãe do Cristo de Deus, vamos, doravante, trazer e apresentar pesquisas, exegeses, dogmas, orações e tudo, absolutamente tudo o que for possível compilar a respeito Daquela pobre menina que, conhecendo profundamente o plano de Deus, disse de forma ousada, corajosa e fervorosa: “Doravante todas as gerações me chamarão bem aventurada” (Lc 1, 48).

                        Keith Fournier, um americano que, além de advogado na área dos direitos humanos é, também, teólogo e filósofo, graduado pela Universidade Franciscana de Steunbenville, de Ohio publicou em 2007, pela Thomas Nelson Brasil, o livro intitulado “A Oração de Maria”, por meio do qual ele explora os caminhos percorridos por Maria desde o Fiat até o Pentecostes, trazendo para nós uma visão apaixonante sobre Maria. Uma visão que certamente vai ampliar nossa devoção ou, em última análise, fará de nós verdadeiros devotos. Não queremos começar pelo capítulo 1, porque o livro começa a ser saboroso já a partir do prefácio e não queremos omitir nada, absolutamente nada, dos nossos leitores que, a partir de agora, estão convidados a refletir sobre Maria:

 “Prefácio

          Há alguns anos, minha mulher e eu fomos convidados para uma celebração em homenagem a Pat Robertson, um conhecido líder evangélico. O convite era para participarmos de uma festa a rigor, num salão de bailes muito chique no sul da Califórnia. Foi uma ótima oportunidade de participarmos da homenagem a um homem que exercera influência em minha própria, e um tanto incomum, vida e carreira. Os convidados, porém, não formavam um grupo no qual nos sentiríamos à vontade. Havia apenas alguns poucos cristãos católicos entre a multidão presente.

            A maior parte da noite foi preenchida com discursos elogiosos, apresentações de cantores renomados e projeções multimídia em honra do célebre líder protestante. Foi uma comemoração por seu aniversário, divertidíssima, regada a muita alegria e com as mais finas iguarias. Para encerrar a noite, Jack Hayford, um querido pastor da Igreja do Caminho, fez o discurso e a oração final, concluindo as festividades. Ele se despediu encorajando todos os convidados a fazerem a diferença no mundo.

       Fiquei muito surpreso pela maneira como ele terminou seus comentários. Foi melhor do que todos os pratos servidos, porque saciou uma fome mais profunda no coração humano, satisfazendo o espaço vazio da alma. A mensagem do pastor Jack Hayford (para surpresa de alguns dos presentes) era a de que estamos vivendo no que ele chamou de “Momento de Maria”. Com emoção verdadeira e profundo discernimento, o pastor desvendou o significado da vida e da missão de Maria, a mãe de nosso Senhor. Ele a considerou um modelo para todas as pessoas naquele salão que estivessem dispostas a seguir seu Filho na entrada do terceiro milênio cristão.

        Deliciei-me com suas palavras, e mais tarde comecei a refletir mais especificamente sobre o que Maria transmitiu a cada um de nós.

            Nos textos do Novo Testamento, vemos pouquíssimas palavras pronunciadas por Maria, mas constatamos sua presença nos eventos mais importantes da vida, do ministério, da morte e da ressurreição de Jesus Cristo, e, portanto, em todos os grandes eventos da história da salvação. Maria encontrou-se com Deus de formas profundas, do início ao fim de sua vida.

            Todas as palavras e todos os atos do Filho de Deus, durante sua vida terrena, foram redentores, revelando a presença de Deus, o mistério dos céus tocando a terra e o propósito mais profundo de nossa vida, quando vivida plenamente para ele. Maria esteve presente na encarnação, no nascimento, na crucificação e na ressurreição daquele que os cristãos proclamam como Deus Encarnado. Ela também estava lá durante os chamados anos ocultos, ao longo da vida dele em Nazaré, onde o trabalho corriqueiro foi dignificado e a criação dos filhos ganhou uma nova perspectiva para todo o sempre.

                Isso tudo porque Deus esteve entre nós na pessoa de Jesus Cristo e a experiência humana foi transformada por sua presença. Em primeiro lugar, ele veio morar dentro de um útero, fazendo dele um tabernáculo humano. A obra de redenção teve início in útero.

                Durante toda a vida, Jesus esteve redimindo e transformando o mundo. Os céus tocaram a terra a partir do instante em que “a Palavra tornou-se carne e viveu entre nós” (João 1:14). Pela encarnação de Jesus Cristo, toda a experiência humana foi elevada e feita nova, através de Jesus Cristo, plenamente Deus e plenamente homem.

Uma mulher cheia de graça

               Deus Encarnado fez seu primeiro lar no ventre de uma mulher, que disse sim ao convite da graça. Assim, ela se tornou uma mulher “cheia de graça”. Jesus foi criado por uma mãe terrena que pronunciava palavras de amor para ele, enxugava suas lágrimas e o cobria de carinhos. Amamentava-o em seus seios, lavava seu rosto e o vestia. Dessa forma, ela exercia os cuidados maternos ao Deus de toda a humanidade que, em Jesus Cristo, veio ao nosso meio como um de nós. Essa é a essência da fé cristã.

             Jesus trabalhou com suas mãos, aprendeu um ofício e suava com o esforço de um trabalho ao qual se dedicava. Ah, a beleza e o mistério de tudo isso! A experiência humana foi “sobrenaturalizada” pela humanidade de Cristo; o ordinário tornava-se extraordinário. O trabalho em si, muitas vezes tido como penoso, foi revelado em Jesus Cristo como um ato santificado, por estar ligado àquele que deu forma a todo o Universo. A totalidade da experiência humana tornou-se o caminho para a nossa santificação e transformação, quando a vi vencíamos naquele que a viveu por todos nós. Tudo o que ele fez, todas as palavras que disse, fez e disse na qualidade de verdadeiro Deus e de verdadeiro homem, conforme as palavras do antigo credo. Enquanto os discípulos passaram três anos com Jesus durante seu ministério público, Maria passou trinta e três anos com ele.

              0 trabalho em si, muitas vezes tido como penoso, foi revelado em Jesus Cristo como um ato santificado, por estar ligado que deu forma a todo o Universo.

        Maria foi a primeira evangelista, por dar testemunho da encarnação de Cristo à prima Isabel. Ela alcançou o primeiro convertido in útero, na pessoa de João Batista. Esse evento, tradicionalmente conhecido como a Visitação, está registrado no evangelho de Lucas (1:39-45), e foi coroado pela resposta humilde e obediente de Maria à mensagem do anjo, seu Fiat. Essa resposta não foi uma reação isolada, mas uma expressão de consagração, concebida ao longo de todos os anos da vida de Maria. E vamos considerá-la cuidadosamente na primeira parte deste livro.”

 

CONTINUA EM BREVE

*Luiz Antonio de Moura é graduado em Direito (Universidade Católica de Petrópolis), pós-graduado em Direito do Trabalho (Universidade Estácio de Sá) e em Administração Pública (Fundação Getúlio Vargas-RJ), trabalha no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região - RJ e, atualmente, é aluno de Teologia no Instituto Teológico Franciscano - ITF, em Petrópolis-RJ. Em parceria com Patrícia de Moraes e com Viviane Noel administra o site www.lisaac.blog.br e a Comunidade Sementes de vida: É tempo de semear, no Facebook.

jul 29

COMENTÁRIO AO EVANGELHO

LÁZARO

Comentário ao Evangelho de hoje – 29 de julho de 2015

(Jo 11, 19-27) -

 *Por Patrícia de Moraes -

 Preparação para a leitura da Bíblia -

Jesus mestre divino, vós dissestes:

“Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu aí estarei, no meio deles”.

Ficai conosco, aqui reunidos, para melhor meditarmos e comungarmos com vossa palavra. Sois o mestre e a verdade: iluminai-nos, para melhor compreendermos as Sagradas Escrituras. Sois o caminho: fazei-nos dóceis ao vosso coração, e fazei-nos terra boa para que a vossa palavra possa produzir frutos abundantes de santidade e apostolado. Amém.

Estão conosco, aqui nesta Sala Virtual, onde estamos comentando o Santo Evangelho da semana, os seguintes irmãos e irmãs:

 

     

                            No Evangelho de hoje o mistério da morte é desvelado a partir do relato que João nos faz sobre os irmãos de Betânia. O contexto da narrativa ocorre a partir do aviso que é transmitido a Jesus sobre a doença de Lázaro. Jesus demora quatro dias para chegar à casa dos irmãos e encontra Marta e Maria aos prantos, sendo consoladas em função do falecimento de Lázaro. 

                         Todos nós já passamos pela experiência da perda de um ente querido, de um amigo, de um vizinho, e esse momento de dor, de lágrimas, desperta a  grande dúvida: o que acontecerá conosco depois da morte? Para onde vão aqueles que já se foram deste mundo? Que grande mistério é esse que nos faz lutar incessantemente pela vida, a fim de que este momento seja retardado o máximo possível? 

                             Estamos, cada um de nós, sem exceção, suscetíveis a estas dúvidas, aos questionamentos diante do fato da nossa grande impotência frente a certeza absoluta da morte. Como explicar? Como entender? O que fazer? Marta e Maria não são diferentes, choram a perda do irmão. A nossa frágil humanidade se mostra de maneira tão límpida!  

                               No entanto, Marta corre ao encontro de Jesus, certa de que seu irmão não teria morrido se Jesus ali estivesse. Jesus transparece também a sua humanidade ao se emocionar e chorar pela dor das irmãs. Se compadece e se solidariza. Ao mesmo tempo afirma que Lázaro ressuscitará e Marta acolhe suas palavras na certeza de que o irmão ressuscitará na ressurreição, no último dia. No entanto, o relato de João tem o objetivo de despertar a nossa fé. O que isso quer dizer? A pergunta de Jesus: “Crês isto?” é feita hoje a cada um de nós.  

                              Crer radicalmente no Cristo ressuscitado nos dá a certeza de que desde já Deus está infundindo vida naqueles que sepultamos, Deus não os abandona e Jesus é o enviado do Pai para desvelar uma nova esperança, a vida eterna, a plenitude da salvação. É Jesus que sustenta nossa fé ao dizer: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais.” 

                               Fé e esperança! Crês isto?

     

    AGRADECEMOS DEPOIS DE LER A BÍBLIA

    Jesus Mestre divino, vós dissestes:

    “Quem me conhece, conhece o Pai”.

    Nós agradecemos a vossa palavra. Derramai sobre nós a abundância do espírito santo! Que Ele nos ilumine, guie e fortaleça no vosso seguimento, porque sois o único caminho para o Pai. Fazei-nos crescer no vosso amor, para que sejamos, como o Apóstolo Paulo, testemunhas vivas do vosso Evangelho. Com Maria, Mãe, Mestra e Rainha dos Apóstolos, guardaremos Vossa Palavra, meditando-A em nosso coração. Amém!

    Pe. Tiago Alberione - Fundador da família Paulina

       

    *PATRÍCIA DE MORAES, pertence à Ordem Franciscana Secular Fraternidade Santo Antonio – no Largo da Carioca – é graduada em Letras pela UFRJ e em Teologia pela Faculdade de São Bento, no Rio de Janeiro, atua como Terapeuta em Dependência Química e, atualmente cursa propedêutica em Teologia Bíblica, na PUC/RJ e, também, administra, com Luiz Antonio de Moura, o site www.lisaac.blog.br e a página www.facebook.com/lisaac.sementes 

     E-mail da Patrícia: pathymms@yahoo.com.br 

     

    jul 29

    EVANGELHO DE HOJE – CLIQUE AQUI E LEIA

    O Evangelho do dia

    QUARTA-FEIRA, 29 DE JULHO DE 2015 –

    17ª Semana Tempo Comum –

    Evangelho – Jo 11,19-27 –

    Eu creio firmemente que tu és o Messias, o Filho de Deus –

    † Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 11,19-27 –

    Naquele tempo:

    19 Muitos judeus tinham vindo à casa de Marta e Maria para as consolar por causa do irmão. 20 Quando Marta soube que Jesus tinha chegado, foi ao encontro dele. Maria ficou sentada em casa. 21 Então Marta disse a Jesus: "Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido. 22 Mas mesmo assim, eu sei que o que pedires a Deus, ele to concederá". 23 Respondeu-lhe Jesus: "Teu irmão ressuscitará". 24 Disse Marta: "Eu sei que ele ressuscitará na ressurreição, no último dia". 25 Então Jesus disse: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. 26 E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais. Crês isto?" 27 Respondeu ela: "Sim, Senhor, eu creio firmemente que tu és o Messias, o Filho de Deus, que devia vir ao mundo".

     Palavra da Salvação!

     

    Fonte: http://liturgiadiaria.cnbb.org.br/app/user/user/UserView.php?ano=2015&mes=7&dia=27  

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